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Saneamento básico é o principal aliado no caminho de volta desse recurso ao meio ambiente

A água é vital para a vida e a sua disponibilidade ou ausência influencia diretamente no funcionamento do corpo humano, do meio ambiente e desenvolvimento social e econômico de um país. No entanto, esse recurso natural é um dos mais prejudicados com a poluição.

A contaminação da água pode ocorrer de várias maneiras, como através da poluição por esgoto, de metais pesados, agrotóxicos e fertilizantes. Na maioria das vezes, tais situações, são resultado do descarte inadequado ou acidentes que poderiam ser evitados as regras básicas de segurança fossem seguidas.

De acordo com o Instituto Trata Brasil mais de 30 milhões de pessoas no país são impactadas diariamente com a falta de acesso à água potável. Quando o assunto é a coleta de esgoto, o número é ainda maior, são aproximadamente 90 milhões de brasileiros sem acesso ao básico.

Para mudar esses índices, a Ambiental MS Pantanal firmou um compromisso com Mato Grosso do Sul através da Parceria Público Privada com a Sanesul. Juntas, as empresas têm como meta atingir a universalização do esgoto no Estado até 2031, dois anos antes do estabelecido pelo Novo Marco Legal do Saneamento.

A empresa entende que o acesso pleno aos serviços de saneamento básico é o principal aliado para garantir que a água retorne em condições adequadas ao meio ambiente. Quando o esgoto, por exemplo, não é coletado, tratado e disposto a natureza de forma adequada, os prejuízos vão desde a poluição de lagos a contaminações que comprometem a saúde das pessoas.

Por isso, avançar com esgotamento sanitário e fazer com que todos tenham acesso ao serviço é primordial para evitar doenças desencadeadas pela água contaminada. Todos os anos, milhões de pessoas morrem em consequência da diarreia provocada pelo consumo de água imprópria.

A água contaminada também pode causar outras doenças como mebíase, giardíase, gastroenterite, febre tifoide, hepatite infecciosa e cólera. Além delas, de forma indireta, à transmissão de verminoses, como esquistossomose, ascaridíase, teníase, oxiuríase e ancilostomíase.

As pesquisas têm mostrado que empresas estão no caminho certo. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Mato Grosso do Sul é o 2º estado que mais avançou em número de casas com acesso à rede coletora de esgoto.

De acordo com o levantamento, o número saltou de 37,46% em 2010 para 72,39% em 2022, um aumento de 93,25%. O Estado fica atrás apenas do Amapá que subiu de 21% para 46%, com crescimento de 117%.

Mediante o tratamento de rejeitos, há a possibilidade de evitar o descarte indevido de fontes poluidoras nos recursos hídricos. Abaixo segue cinco ações que podem evitar a poluição da água:

  • ampliação dos sistemas de tratamento de água e esgoto;
  • preservação das matas ciliares;
  • descarte correto de lixo doméstico e industrial;
  • reaproveitamento e reciclagem de água utilizada para diversos fins;
  • aplicação correta de agrotóxicos e demais químicos.

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