Postado por maria.espindola em 10/set/2026 -
Nos municípios onde o Cerrado predomina, infraestrutura de esgoto e produção de mudas nativas conectam saneamento, restauração ambiental e proteção dos recursos hídricos
Antes de chegar aos rios, a água percorre caminhos que nem sempre são visíveis. Infiltra-se no solo, alimenta nascentes, atravessa cidades e conecta diferentes paisagens. No Cerrado, essa relação ganha uma dimensão especial e ajuda a mostrar como ações aparentemente distantes podem fazer parte de um mesmo ciclo de cuidado.
De um lado, está a infraestrutura responsável por coletar, transportar e tratar o esgoto produzido nas cidades. De outro, a coleta de sementes e a produção de mudas nativas destinadas à recuperação de áreas degradadas. Em Mato Grosso do Sul, essas duas frentes se encontram em um ponto essencial: a proteção da água e dos ambientes que ajudam a mantê-la.
No Dia Nacional do Cerrado, celebrado em 11 de setembro, a Ambiental MS Pantanal chama atenção para a conexão entre saneamento, território e conservação ambiental. Dos 68 municípios atendidos pela empresa no interior de Mato Grosso do Sul, 41 têm o Cerrado como bioma predominante, conforme o Mapa de Biomas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nesses municípios, cerca de 106,7 mil pessoas são atendidas por uma infraestrutura de esgotamento sanitário que reúne 38.111 ligações domiciliares e mais de 626 quilômetros de redes coletoras, além de Elevatórias de Esgoto (EEEs) e Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), responsáveis pelo transporte e tratamento do esgoto antes de sua devolução ao meio ambiente.
Saneamento que ajuda a proteger as águas
Dos cerca de 104 milhões de litros de esgoto tratados diariamente pela Ambiental MS Pantanal no interior de Mato Grosso do Sul, aproximadamente 85,9 milhões de litros por dia passam pelos sistemas instalados nos 41 municípios onde o Cerrado é predominante.

Ao impedir que o esgoto sem tratamento chegue ao ambiente, essa infraestrutura contribui para reduzir a carga de poluentes lançada sobre córregos, rios e outros corpos hídricos.
Em Chapadão do Sul, por exemplo, já foram implantados mais de 13,5 quilômetros de rede coletora de esgoto e executadas 650 ligações domiciliares.
Em Sonora, a transformação é ainda mais significativa. O município partiu de uma realidade de 0% de cobertura de esgotamento sanitário e já conta com 64,7 quilômetros de rede e 4.885 ligações. Com a conclusão das estruturas previstas, a projeção é alcançar 98% de cobertura.
“Quando coletamos e tratamos o esgoto antes que ele retorne ao ambiente, estamos protegendo não apenas aquela cidade, mas um sistema hídrico que atravessa todo o território”, afirma Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal.
Da semente nasce outra forma de cuidado
Enquanto o saneamento atua nas cidades, outra frente de cuidado começa com algo muito menor: uma semente.
Coletadas na natureza e levadas ao Viveiro Isaac de Oliveira, sementes de espécies nativas se transformam em mudas que posteriormente retornam ao território para contribuir com ações de recuperação ambiental em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul.
A relação com a água também está presente nesse processo. Se o tratamento de esgoto ajuda a preservar sua qualidade, a recuperação da vegetação contribui para conservar o solo, favorecer a infiltração da água e proteger áreas associadas a rios, córregos e nascentes.
Mantido desde 2021 pela Águas Guariroba e pela Ambiental MS Pantanal, o Viveiro Isaac de Oliveira tem capacidade para produzir cerca de 90 mil mudas por ano e já soma mais de 670 mil mudas produzidas e doadas. Entre as espécies nativas do Cerrado cultivadas no espaço estão ipê-roxo, jenipapo, jacarandá, angico-preto e pau-formiga.
Há 16 anos trabalhando no viveiro, Nereu Rios acompanha esse ciclo de perto, desde a coleta das sementes até o retorno das mudas ao território.
“Ver as áreas que a gente ajudou a reflorestar florescendo a partir dessas mudas é gratificante”, conta.
Para ele, a relação entre vegetação e recursos hídricos pode ser resumida de forma simples: “Se não tiver árvores, não tem água.”
Quando as mudas voltam ao território
Parte das mudas produzidas no Viveiro Isaac de Oliveira é destinada a iniciativas de recuperação ambiental. Entre os parceiros está o Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), que atua há mais de duas décadas na conservação de rios, solos, vegetação nativa e biodiversidade.![]()
As mudas são utilizadas principalmente na recuperação de áreas degradadas, incluindo Áreas de Preservação Permanente (APPs) e matas ciliares. Nesses ambientes, a recomposição da vegetação auxilia na proteção do solo, na redução de processos erosivos e na conservação dos cursos d’água.
“O apoio da Ambiental MS Pantanal fortalece nossas ações, que geram impacto ambiental e social na região”, afirma Joari Vieira Ximenes, responsável técnico do IASB e agente de defesa ambiental.
Segundo ele, cada espécie desempenha uma função no processo de restauração, seja contribuindo para a proteção do solo, atraindo fauna ou favorecendo a recomposição da vegetação ao longo do tempo.
Conforme o planejamento dos projetos, essas ações podem alcançar municípios como Aquidauana, Bonito, Bodoquena, Campo Grande, Corumbá e Jardim.![]()
Um território conectado pela água
Nos mapas, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica aparecem delimitados como diferentes biomas. Na dinâmica da natureza, entretanto, a água ajuda a conectar esses territórios. Rios, nascentes, solos, vegetação e bacias hidrográficas fazem com que os efeitos das ações ambientais ultrapassem limites municipais e paisagens.
É nesse ciclo que saneamento e restauração ambiental se encontram. De um lado, o tratamento do esgoto contribui para proteger a qualidade da água depois de seu uso pela população. De outro, a recuperação da vegetação ajuda a conservar o solo e os ambientes onde a água infiltra, circula e sustenta a biodiversidade.
No Cerrado, proteger a água começa muito antes de ela chegar à torneira e continua muito depois de seu uso. Da semente ao saneamento, cada etapa faz parte de um mesmo cuidado com o território.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa é responsável pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios.
Postado por paintbox em 23/jun/2022 -
Alunos do 8º ano da Escola Municipal Jamic Polo, de Terenos (MS), estiveram em Campo Grande, na última segunda-feira (20), para assistir a uma aula técnica sobe plantio de mudas no Viveiro Isaac de Oliveira, administrado pela Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada entre a Sanesul e o Grupo Aegea, que nasceu com a meta de universalizar o saneamento básico no Estado.
Na visita, os estudantes tiveram a oportunidade de acompanhar as etapas do processo de produção de mudas típicas do Cerrado e do Pantanal e aprenderam sobre a importância da preservação ambiental e do reflorestamento de áreas desmatadas para a preservação das bacias hidrográficas.
“A ideia é que eles conheçam as técnicas que serão reproduzidas na escola, que tem um projeto para construir seu próprio viveiro de mudas”, disse o professor Thomas de Almeida, que acompanhou os alunos no passeio. “A visita foi excelente”, completou.
A escola já possui uma horta em Terenos, cujos alimentos são utilizados na alimentação dos próprios alunos. O projeto do novo viveiro na escola tem como objetivo a produção de mudas que serão destinadas a ações de reflorestamento de áreas degradadas no entorno de nascentes do Município, que abastecem a Bacia do Paraguai.
Desde a chegada da MS Pantanal, em maio do ano passado, a concessionária já realizou o plantio de mais de 5 mil mudas com parceiros de diferentes regiões do Estado, em municípios como Bonito, Terenos, Bataguassu, Miranda e Nova Andradina.
O viveiro Isaac de Oliveira, que é administrado em parceria com a concessionária de água e esgoto Águas Guariroba, de Campo Grande, tem capacidade de produção de mais de 50 mil mudas por ano.
No começo do mês, a Ambiental MS Pantanal também realizou um plantio de 200 árvores em área urbana, em parceria com a prefeitura de Terenos. A empresa doou mudas de espécies como paineiras e ipês de diferentes cores.
“A MS Pantanal presta um serviço de qualidade no sistema de esgoto de Terenos e nos ofereceu uma quantidade significativa de mudas para plantios tanto na área urbana quanto na zona rural”, disse o prefeito de Terenos, Henrique Budke. “Essa parceria funciona, e quem sai favorecida é a população terenense”, acrescentou.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Postado por paintbox em 25/fev/2022 -
O coletivo Mil Pelo Planeta, em parceria com a Casa Vagalume e a Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – realizou o plantio de mudas de espécies nativas do Cerrado para alargamento da vegetação que margeia o Rio formoso, em Bonito (MS), na última quarta-feira (23).
Foram doadas 250 mudas de espécies como jacarandá, moringa, ipê roxo e cedro rosa pela MS Pantanal. O plantio contou com a participação de agrônomos, biólogos e voluntários engajados na causa ambiental e em ações de recuperação do bioma.
Idealizador do Mil Pelo Planeta, o publicitário Neo Ávila explicou que o modelo de plantio escolhido foi o de “muvuca da natureza”, em que as mudas são plantadas juntamente com várias sementes de espécies nativas que protegem as árvores contra pragas e intempéries. “As sementes que utilizamos no plantio dão apoio ao crescimento das mudas, uma vez que acabam virando alvo de insetos, como formigas, que em vez de consumirem as mudas, prejudicando o seu crescimento, preferem as sementes da muvuca”, disse.
“As árvores plantadas neste sistema contam com uma rede de proteção das sementes”, endossou o especialista em plantio agroflorestal Thiago Luiz, que acompanhou a ação. “Além de protegerem as mudas, as sementes que compõem a muvuca atraem insetos polinizadores como a abelha e a libélula e acabam por auxiliar também no processo natural de recuperação da vegetação local”, explica.
Sustentabilidade. Em parceria com a MS Pantanal, o Mil Pelo Planeja já plantou mais de 2 mil mudas de espécies nativas em Bonito, município considerado capital do ecoturismo no Brasil. Parte dessas mudas também foram utilizadas para a recuperação da mata ciliar do Rio Formosinho.
Em novembro de 2020, o coletivo realizou o plantio de mil mudas no sistema agroflorestal e acompanha o desenvolvimento das plantas – frutíferas, em sua maioria -, que estão sendo utilizadas na subsistência de comunidades locais.
“As mudas doadas pela MS Pantanal estão prosperando”, disse Dona Élida, proprietária do terreno em que o coletivo realizou a ação em novembro. “Estamos cuidando muito bem dessas árvores, porque é delas que tiramos nosso sustento”, acrescentou.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Postado por paintbox em 21/set/2021 -
Em celebração ao Dia da Árvore, comemorado nesta terça-feira (21), um grupo de jovens do coletivo Mil pelo Planeta iniciou o plantio de mil mudas de espécies nativas nas proximidades do Rio Formosinho, em Bonito (MS), doadas pela Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação tem o intuito de alargar e dar apoio à mata ciliar que protege o leito do rio, que conta com grande potencial turístico. Estão sendo plantadas mudas de espécies como ipê roxo, rosa e amarelo; e frutíferas, como moringa, tamarindo, nêspera, baru, buriti e pitanga, no rancho Kanzeon, também parceiro da ação.
Neste ano, o grupo reuniu um time de especialistas com conhecimento agroflorestal. Além das mil mudas, estão sendo plantadas sementes crioulas que devem dar apoio ao crescimento das plantas e à integração delas com a vegetação existente.
Voluntária do coletivo, a produtora agrícola e “guardiã da floresta” Elida Aivi, natural de Bonito, conta que, para que as mudas cresçam saudáveis na região, é importante que sejam plantadas com apoio de sementes locais.
“Para colaborar com a ação eu trouxe uma mistura de sementes que eu mesmo cultivo em minha propriedade, que vão auxiliar as mudas novas a se adaptarem ao solo e crescerem saudáveis – essa mistura é conhecida ‘muvuca da natureza’”, conta.
Um exemplo de semente que auxilia o plantio é o gergelim. “Quando fazemos um plantio como este, é interessante usar o gergelim, porque ele atrai formigas que acabam comendo as sementes em vez de atacarem as mudas”, diz Elida. “Também trouxe sementes de baru, urucum, feijão-de-porco, mamona, araticum e crotalária, que corrige a acidez do solo de maneira natural e fornece cálcio e potássio para as plantas”, explica.
O coordenador da Ação, Neo Ávila, conta que “datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento econômico sustentável da região”.
Para Neo, “ter apoio de empresas como a MS Pantanal é muito importante para que ações como esta possam, de fato, acontecer”. “Datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento sustentável da região”, acrescenta.
Postado por paintbox em 18/ago/2021 -
Nesta quarta-feira (18), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Aporé, em Chapadão do Sul, recebeu a visita de representantes do Rotary Club para o plantio simbólico de ipês roxos no bosque da unidade operada pela Ambiental MS Pantanal (AMSP), companhia criada através da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação acontece desde 2017 em Chapadão e foi idealizada com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e do plantio de espécies nativas do cerrado – bioma ameaçado por queimadas e pela prática da monocultura. No local, já foram plantadas mais de 120 mudas nesta parceria.
A ETE Aporé é o local onde é tratado todo o esgoto doméstico do município localizado na região Nordeste do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes o presidente regional do Rotary, Luiz de Albuquerque Ferreira; o coordenador da regional de Três Lagoas da AMSP, Célio Damásio; o presidente do Rotary de Chapadão, José de Oliveira; e o supervisor da Sanesul Bruno Batista Borges. Também participaram os rotarianos Sebastião Nunes, José Adelmo e Marcelo Bexiga, além do colaborador da MS Pantanal, Francisco Júnior.
Criado em Chicago (EUA) há 116 anos, o Rotary é a mais antiga organização internacional de clubes de serviço, presente em cerca de 200 países. A organização conta com mais de 1,2 milhão de membros e surgiu com o propósito de unir líderes a fim de oferecer serviço humanitário em prol da paz e do bem-estar mundial, ajudando a desenvolver de projetos em áreas como saúde e educação.
Postado por paintbox em 06/jul/2021 -
A Prefeitura de Camapuã (MS) recebeu, na última semana, uma doação de 250 mudas da empresa de saneamento MS Pantanal, que foram alocadas na horta urbana do município, e serão destinadas a ações de plantio de entidades locais.
De acordo com o diretor de Agronegócios, Meio Ambiente e Empreendedorismo da Secretaria de Meio Ambiente de Camapuã, Kalid Chokr, parte das mudas doadas pela AMSP serão distribuídas aos moradores do município e outra parte será destinada ao viveiro de Camapuã, que será reativado.
“A Prefeitura de Camapuã agradece a parceria com a MS Pantanal, pois irá contribuir com a preservação do nosso meio ambiente”, disse Chokr. “Vamos doar mudas para a comunidade, formar áreas verdes urbanas e reativar nosso viveiro”, completou.
O diretor explicou também que o município está empenhado em desenvolver as hortas urbanas com o intuito de fornecer alimentos às entidades sociais, escolas, hospitais etc.
A prefeitura recebeu mudas de vários gêneros, incluindo plantas frutíferas. Entre elas estão ipês roxos, rosas e brancos; aroeiras; moringas; açaís; jacarandás; pitangas; jacas; nêsperas; jenipapos; tamarindos; e cedros rosas.
Sobre a PPP. As mudas foram doadas pela Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa de saneamento criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, com a meta de universalizar os serviços de esgotamento sanitário dentro da próxima década.
Desde maio, com o início da operação plena da AMSP, moradores de todos as regiões do MS puderam observar a chegada de trabalhadores e veículos da PPP.
Equipes de engenheiros, topógrafos e eletromecânicos da MS Pantanal vêm trabalhando no mapeamento inteligente e digitalização de todos os ativos da Sanesul desde fevereiro, nos 68 municípios onde a estatal já atua.
Foram percorridas cerca de 200 estações elevatórias de esgoto e 77 estações de tratamento em todas as regiões do MS.
Com a PPP, mais de 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso ao saneamento básico ao final de 2021. O projeto pioneiro deve posicionar o estado como o primeiro do País a alcançar a universalização do saneamento básico.