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Do quintal urbano ao coração do Pantanal: Como o tratamento de esgoto ajuda a proteger a biodiversidade pantaneira

Postado por maria.espindola em 09/mar/2026 - Sem Comentários

O Pantanal não é um “lugar distante” desconectado do cotidiano urbano. Ele é o destino ecológico de uma rede de rios e córregos que começam nas cidades.

Já parou para pensar quantos litros de esgoto deixam de chegar ao Pantanal todos os dias quando uma cidade coleta e trata corretamente seus efluentes? A resposta não é apenas um número, é uma medida concreta de proteção direta à maior planície alagável do mundo e às espécies que a tornam um símbolo global de biodiversidade, como a onça-pintada, o jacaré-do-pantanal e a ariranha.

A fauna do Pantanal depende dos pulsos de inundação, o equilíbrio entre cheias e secas nas vazantes, e da boa qualidade da água, explica o professor Fabio Martins Ayres, especialista em gestão integrada do saneamento e coordenador do Mestrado Profissional em Rede Nacional de Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) da UEMS.

 “Quando o esgoto é lançado sem tratamento, aumenta a carga orgânica e a contaminação microbiológica nos cursos d’água e desencadeia processos de degradação ambiental que comprometem a integridade ecológica dos sistemas aquáticos, isto é, a capacidade de rios, corixos, vazantes e áreas úmidas manterem seus ciclos naturais, sua biodiversidade e seus serviços ecossistêmicos”, afirma o professor.

Esses efeitos não se restringem às áreas urbanas: eles seguem rio abaixo e podem afetar habitats e espécies em diferentes trechos da bacia. Por isso, o tratamento de esgoto é uma ação urbana decisiva para a proteção da biodiversidade pantaneira.

“Tratar o esgoto significa interromper esse caminho de contaminação ainda na origem, reduzindo pressões sobre o Pantanal e sobre a Bacia do Alto Paraguai (BAP), além de áreas a jusante conectadas a outros sistemas hidrográficos, como a bacia do Rio Paraná. Em outras palavras, o saneamento é uma infraestrutura urbana que ‘segura’ o problema antes que ele se converta em impacto difuso na paisagem pantaneira”, conclui.

Controle rigoroso para devolver água com segurança à natureza

Com milhares de análises realizadas todos os anos e o acompanhamento contínuo de indicadores, a Ambiental MS Pantanal assegura que o esgoto tratado em suas unidades seja devolvido ao meio ambiente de forma segura e dentro dos padrões exigidos pela legislação. Esse controle não é detalhe burocrático: é a diferença entre devolver ao rio um efluente que mantém a vida aquática e devolver um passivo ambiental.

É aqui que os números técnicos fazem diferença na vida real. Não basta ter uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE): o que importa é o quanto ela consegue reduzir a poluição antes de devolver a água ao rio. É isso que indicadores como DBO e DQO medem, em resumo, a “força” da carga orgânica do esgoto. Quando esses índices caem, o resultado é direto: menos sujeira nos rios, mais oxigênio na água e mais condições para a vida aquática se manter saudável.

A analista de tratamento da Ambiental MS Pantanal, Isadora Brandão, destaca que a renovação da acreditação do INMETRO ao Laboratório de Controle de Qualidade reforça esse compromisso com um saneamento de qualidade, garantindo análises precisas e seguras voltadas à proteção dos recursos hídricos e à saúde da população.

“O volume de esgoto tratado chega a 33,6 milhões de m³ por ano, o equivalente a cerca de 13,4 mil piscinas olímpicas. Na prática, é esse volume que deixa de ir para os rios sem tratamento, ajudando a proteger a água e o Pantanal.”

Além de cumprir exigências legais, a Ambiental MS Pantanal investe continuamente em tecnologia e inovação para ampliar a eficiência das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Esse aprimoramento é essencial para reduzir riscos de contaminação, proteger a qualidade da água e, por consequência, sustentar a biodiversidade.

“Ao tratarmos o esgoto corretamente, evitamos a poluição dos rios, reduzimos a presença de microrganismos que causam doenças e garantimos que a água devolvida à natureza esteja em condições seguras. Nosso trabalho é limpar e devolver ao meio ambiente a água que foi utilizada pela população e passou a receber o nome de esgoto, protegendo a saúde das pessoas e preservando o meio ambiente”, resume Isadora.

Um avanço que também é ambiental

Hoje, 75% do Mato Grosso do Sul já conta com rede coletora de esgoto por meio da Parceria-Público-Privada entre a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal (grupo Aegea Saneamento). O avanço se consolidou nos últimos quatro anos: no levantamento de julho de 2025, a cobertura chegou a 75%, com previsão de alcançar 90% até 2028.

Entre 2021 e 2026, foram implantados 680 km de rede coletora de esgoto. Para 2026, a previsão é adicionar mais 480 km, ampliando o alcance do serviço nos municípios atendidos. Para sustentar esse crescimento, a infraestrutura também avançou: hoje, Mato Grosso do Sul conta, 71 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 229 Estações Elevatórias (EEEs).

A capacidade instalada é de 7.951 m³ por hora, o equivalente a 190 mil m³ por dia, cerca de 76 piscinas olímpicas de esgoto tratado diariamente. A expansão continua: estão previstas a construção de 7 novas ETEs e 49 novas EEEs, o que deve acrescentar 93 L/s à capacidade de tratamento do estado.

“Além de proteger a saúde pública, o saneamento tem um efeito ambiental imediato: quanto maior a cobertura e a eficiência do tratamento, menor a carga de poluentes que chega aos rios que conectam as cidades às áreas úmidas. No fim, tratar o esgoto é aliviar a pressão sobre a água, o solo e os habitats, ajudando a manter o equilíbrio que sustenta a fauna pantaneira”, finaliza Ayres.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação nacional presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal é responsável pela operação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, no âmbito de uma Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na capital, Campo Grande, a operação ocorre por meio da Águas Guariroba, que atua sob concessão plena, abrangendo os serviços de abastecimento de água, além de coleta e tratamento de esgoto.

Da produção ao plantio: mudas da Ambiental MS Pantanal reforçam a restauração ambiental na Serra da Bodoquena

Postado por maria.espindola em 05/mar/2026 - Sem Comentários

Produzidas no Viveiro Isaac de Oliveira, espécies nativas do Cerrado estão sendo destinadas a projetos de restauração ambiental em Mato Grosso do Sul.

Com cerca de 25 anos de atuação e capacidade para produzir 80 mil mudas nativas do Cerrado, o Viveiro Isaac de Oliveira vem ampliando sua contribuição para iniciativas de responsabilidade socioambiental em Mato Grosso do Sul.

Na Serra da Bodoquena, esse trabalho se materializa em ações de reflorestamento conduzidas com planejamento técnico, voltadas à recuperação de áreas degradadas, à recomposição de matas ciliares e de Áreas de Preservação Permanente (APPs) intervenções que fortalecem a proteção dos corpos hídricos e a biodiversidade regional.

Somente em 2025, a Ambiental MS Pantanal destinou cerca de 4.800 mudas ao Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), volume equivalente a aproximadamente 45% das mais de 20 mil doações realizadas no ano anterior, segundo a concessionária, reforçando o compromisso com a conservação ambiental no estado.

Há mais de duas décadas, o IASB atua em iniciativas de recuperação, conservação e proteção de rios, solos e vegetação nativa, com ações voltadas à manutenção da biodiversidade da Serra da Bodoquena. Entre as espécies utilizadas nas frentes de reflorestamento estão canafístula, aroeira-pimenteira, cedro, amburana e embaúba, consideradas estratégicas para recomposição da vegetação nativa.

Ao chegar ao instituto, as mudas passam a integrar um planejamento de uso que considera funções ecológicas específicas, como recuperação do solo, sombreamento inicial e recomposição gradual da estrutura florestal. A prioridade, segundo o IASB, é a restauração de áreas com histórico de degradação, especialmente APPs e matas ciliares, fundamentais para proteção de cursos d’água.

O responsável técnico do IASB e agente de defesa ambiental, Joari Vieira Ximenes, destaca que o apoio recebido amplia o alcance das ações em campo. “O apoio da Ambiental MS Pantanal fortalece nossas ações, que geram impacto ambiental e social na região”, afirma.

De acordo com Joari, o processo de plantio na Serra é conduzido com diagnóstico prévio e acompanhamento contínuo, sobretudo em áreas degradadas e APPs. O estudo das áreas considera características do solo, grau de degradação e proximidade de cursos d’água, critérios essenciais para definir espécies, densidade de plantio e manutenção.

“Cada espécie tem uma função específica no processo de restauração do Cerrado, seja na proteção do solo, na atração da fauna ou na estruturação da floresta ao longo do tempo”, explica.

As ações do IASB podem abranger municípios como Aquidauana, Bonito, Bodoquena, Campo Grande, Corumbá e Jardim, conforme a demanda e o planejamento dos projetos. Entre as mudas recebidas do Viveiro Isaac de Oliveira, o técnico cita espécies como angico, aroeira-pimenteira, amburana, cagaita, bocaiúva, canafístula, ipês (amarelo, roxo, branco e de jardim), bacupari, jacarandá, pau-formiga, peroba-rosa, paineira-rosa, marmelo, manduvi e tarumã.

Reflorestamento e educação ambiental: impacto socioambiental na região

Um caso emblemático é o da Fazenda América, onde, em 2024, teve início a restauração ambiental de aproximadamente três hectares. A ação integra o Projeto Águas de Bonito, iniciativa realizada em parceria com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, WWF-Brasil e outras instituições, com execução do IASB.

Mesmo sendo uma área de plantio recente, Joari afirma que já é possível observar sinais positivos. “Já é possível observar bom desenvolvimento das mudas, favorecido pelas manutenções regulares realizadas pelo proprietário”, relata.

Além da recuperação ambiental em áreas rurais e APPs, parte das mudas destinadas ao IASB também é direcionada à comunidade, estimulando arborização urbana e plantios em pequenas propriedades rurais. As doações, segundo o instituto, também apoiam ações de educação ambiental, aproximando estudantes e moradores das práticas de conservação.

Um exemplo ocorreu na Gruta do Mimoso, em Bonito (MS), durante uma atividade com alunos da rede municipal. A iniciativa integrou um projeto educativo promovido pelo atrativo turístico, envolvendo os estudantes em ações práticas de sensibilização ambiental. O IASB participou com mudas nativas, incluindo espécies doadas pelo Viveiro.

Segundo o instituto, além de contribuir para a arborização do local, o plantio proporcionou uma experiência direta de contato com a natureza, fortalecendo a conscientização ambiental desde a infância e aproximando a comunidade das ações de restauração ambiental desenvolvidas no estado.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação nacional presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal é responsável pela operação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, no âmbito de uma Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na capital, Campo Grande, a operação ocorre por meio da Águas Guariroba, que atua sob concessão plena, abrangendo os serviços de abastecimento de água, além de coleta e tratamento de esgoto.

MS atinge 75,12% de cobertura de esgoto e projeta chegar a 86% em 2026

Postado por maria.espindola em 09/fev/2026 - Sem Comentários

Cobertura de esgoto avança de 46% para 75% em MS com novas ETEs e ampliação da capacidade de tratamento

Mato Grosso do Sul alcançou 75,12% de cobertura de esgoto e tem a meta de chegar a 86% em 2026, por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal.

O índice consolida a evolução do serviço nos últimos anos — de 46% para 75% — e reforça a estratégia de antecipar a universalização antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.

Para o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a expansão da rede impacta diretamente a qualidade de vida.

“O saneamento é uma das políticas públicas com maior impacto social. Cada metro de rede implantada significa menos doenças, mais dignidade, preservação ambiental e valorização das cidades”, afirma.

Obras em 2026: 42 municípios e mais de 480 km de rede

A programação de investimentos para 2026 prevê obras de ampliação da rede de esgoto em cerca de 42 municípios, com expectativa de entrega de mais de 480 quilômetros de novas redes. As frentes já estão em andamento e devem concentrar mais da metade das entregas no primeiro semestre, com continuidade ao longo do segundo semestre.

De acordo com a concessionária, entre os municípios com entregas previstas ainda no primeiro semestre estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.

Para os demais municípios, a conclusão das obras está prevista para o segundo semestre de 2026, incluindo a implantação e ampliação de redes em Água Clara, Amambai, Anaurilândia, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria, Sete Quedas, Três Lagoas e Vicentina.

Conforme destaca Buim, a aceleração do cronograma reforça o compromisso da concessionária com a ampliação do saneamento no Estado, com impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais.

Novas ETEs e ampliação de sistemas

Além da ampliação das redes de esgoto, o pacote de investimentos para 2026 inclui obras de reforço da estrutura operacional.

Estão previstas ligações domiciliares em Aral Moreira, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria e Sete Quedas. Também haverá intervenções em Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) em Amambai, Anaurilândia, Camapuã, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaquiraí, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Sete Quedas e Taquarussu, além da ampliação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em Bataguassu e Três Lagoas. Já os emissários serão executados e/ou adequados em Três Lagoas, Taquarussu, Itaquiraí e Eldorado.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.

Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

No Dia Mundial das Áreas Úmidas, saneamento e educação ambiental reforçam a preservação do Pantanal

Postado por maria.espindola em 06/fev/2026 - Sem Comentários

Data celebrada em 2 de fevereiro evidencia a importância do esgotamento sanitário e de ações socioambientais para proteger a maior área úmida do mundo

O Dia Mundial das Áreas Úmidas, celebrado em 2 de fevereiro, reforça o papel de ecossistemas fundamentais para a regulação hídrica, a biodiversidade e a segurança ambiental. Patrimônio Natural da Humanidade e reconhecido como a maior área úmida do mundo, o Pantanal ocupa, no Brasil, 138.183 km², com cerca de 65% do território localizado em Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, iniciativas de saneamento e educação ambiental ganham destaque como estratégias estruturantes para reduzir pressões antrópicas sobre o bioma e preservar a qualidade das águas que o alimentam.

Para o presidente do Instituto Aegea, Édison Carlos, a singularidade do Pantanal reforça a centralidade do Estado nas estratégias de conservação. “O Pantanal é um bioma único no mundo, uma das maiores áreas úmidas do planeta e um ecossistema cuja vida depende inteiramente da dinâmica da água”, afirma.

As áreas úmidas são ambientes de transição entre ecossistemas aquáticos e terrestres e desempenham funções essenciais para a segurança e a regulação hídrica. Por isso, a proteção do Pantanal começa também fora de seus limites imediatos, nas bacias e municípios cujos cursos d’água drenam para a região.

Nesse cenário, a coleta e o tratamento de esgoto se consolidam como instrumentos decisivos para proteger rios e córregos, reduzindo riscos de contaminação e contribuindo para a manutenção de serviços ecossistêmicos associados à produção de água e alimentos. “Ao unir saneamento eficiente e recuperação ambiental, a Aegea contribui simultaneamente na melhora da qualidade e quantidade de água, assegurando o futuro desse bioma essencial”, explica Édison Carlos.

Saneamento como eixo de proteção das águas

A Ambiental MS Pantanal trata, anualmente, aproximadamente 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto, volume que evidencia a contribuição da concessionária para reduzir a carga poluidora lançada no meio ambiente.

Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a atuação no eixo de coleta e tratamento de esgoto é determinante para reduzir impactos sobre o Pantanal. “O tratamento do esgoto constitui a primeira linha de defesa da qualidade dos recursos hídricos que alimentam o bioma e, por isso, o investimento contínuo é imprescindível: não apenas para a melhoria da qualidade de vida da população, mas também para a preservação de um dos biomas mais sensíveis e estratégicos do país: o Pantanal”, afirma.

As operações de coleta e tratamento de esgoto também têm impacto direto na proteção de rios e córregos, especialmente em municípios que drenam para o bioma.

“Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, evitamos que poluentes cheguem aos rios e córregos que drenam para o Pantanal”, destaca Isadora Godoy, analista de operações da Ambiental MS Pantanal.

Segundo ela, baixa cobertura ou precariedade do esgotamento sanitário no entorno aumenta o risco de contaminação, sobretudo em períodos chuvosos, quando o escoamento intensifica o carreamento de contaminantes.

Restauração e resiliência hídrica

O gerente de Meio Ambiente da Ambiental MS Pantanal, Fernando Garayo, ressalta que o Pantanal é especialmente sensível a eventos climáticos extremos e que áreas úmidas têm relevância ecológica global por abrigarem e sustentarem o ciclo de vida de muitas espécies.

Nesse contexto, ele aponta que investimentos em restauração ambiental e proteção do solo e da água contribuem para ampliar a resiliência do bioma, inclusive ao “interferir positivamente no ciclo da água” por meio do tratamento do esgoto doméstico e sua devolução aos rios em condições adequadas.

Garayo acrescenta que a atuação é fortalecida por estudos e iniciativas com a WWF-Brasil e parceiros, envolvendo diagnósticos e levantamentos nas Cabeceiras do Pantanal, região onde nascem cerca de 80% dos rios que alimentam a Bacia do Alto Paraguai (BAP). Segundo o Instituto Aegea, as ações de restauração associadas à parceria contribuem para reduzir erosão, melhorar infiltração e diminuir assoreamento, reforçando a resiliência hídrica regional.

Educação ambiental e mobilização social

Além da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal investe em ações de capacitação e sensibilização da população sobre a importância do saneamento. Um exemplo é a exposição itinerante “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais”, que promove educação ambiental de forma interativa e didática.

A concessionária também realiza ações com Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) em municípios do interior, com orientações sobre o uso correto da rede de esgoto. A iniciativa fortalece a atuação desses profissionais, que mantêm contato direto com a população e exercem papel estratégico na disseminação de boas práticas, contribuindo para prevenir mau funcionamento da rede e reduzir impactos ao meio ambiente.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

No Dia do Gibi, HQ ‘Liga do Saneamento’ ensina sustentabilidade de forma divertida

Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários

No retorno às aulas, a Ambiental MS Pantanal renova seu compromisso com a educação ambiental e com a formação de hábitos responsáveis desde a infância

Nesta data a concessionária destaca uma iniciativa que aproxima crianças e jovens de temas essenciais para a saúde e o meio ambiente por meio de uma linguagem acessível: a HQ educativa “Liga do Saneamento”.

Lançado em 2023, o projeto transforma conteúdos técnicos em uma experiência lúdica, conectando o universo escolar a questões do cotidiano, como o uso consciente da água, o descarte correto de resíduos e a preservação ambiental.

De acordo com a analista de Responsabilidade Social da Ambiental MS Pantanal, Jaciela Leguica, a proposta é tornar o aprendizado sobre saneamento e sustentabilidade mais dinâmicos, estimulando que professores e estudantes atuem como multiplicadores dessas práticas.

“Com apoio da AGEMS, conseguimos levar o material a diversas escolas e capacitar professores para multiplicar esse conhecimento. Ao todo, cerca de 2 mil estudantes em todo o Estado receberam gibis da “Liga do Saneamento” entre 2022 e 2025”, destaca.

A HQ “Liga do Saneamento” aborda, de forma simples e divertida, assuntos como desperdício de água, reciclagem e impactos do descarte inadequado de resíduos, estimulando os alunos a refletirem sobre atitudes individuais e seus efeitos no meio ambiente. Ao mesmo tempo, o gibi evidencia a relação direta entre saneamento básico, saúde pública e qualidade de vida, reforçando o papel da educação como instrumento de transformação social.

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Agentes de saúde de Brasilândia intensificam orientações sobre uso correto da rede de esgoto após capacitação

Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários

Treinamento realizado no dia 21 reforçou a atuação de ACS e ACE na orientação aos moradores

A partir do dia 26, Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) de Brasilândia passaram a repassar à população orientações sobre o uso correto da rede de esgoto, com base na capacitação promovida pela Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizada no dia 21.

Segundo o supervisor dos Agentes de Combate às Endemias no município, Jones Moreira, após o treinamento as equipes iniciaram a distribuição de panfletos informativos fornecidos pela concessionária, tanto durante as triagens nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) quanto nas visitas domiciliares.

Para Jones, a iniciativa tem contribuído para esclarecer dúvidas e ampliar a conscientização dos moradores, especialmente porque o sistema de esgotamento sanitário é recente no município.
“Como o esgotamento sanitário é algo novo em Brasilândia, a população ainda tem pouco conhecimento sobre o uso adequado da rede de esgoto. E nós também não conhecíamos muitas das orientações que recebemos na capacitação”, afirmou.

Com o município já universalizado no tratamento de esgoto, o supervisor avalia que a repercussão da ação superou as expectativas.

“Os agentes têm conseguido responder aos questionamentos e orientar a população sobre os benefícios associados ao sistema, especialmente diante do índice de cobertura, que chega a 99% no município”, completou.

A agente comunitária de saúde e de endemias, Maria Aparecida Uchôa, relata que ela e os colegas estão atuando na distribuição de panfletos e na orientação direta aos moradores, tanto nas visitas domiciliares quanto durante atendimentos na UBS.

Segundo ela, os agentes explicam o que pode e, principalmente, o que não pode ser descartado na rede de esgoto. “A população está muito aberta a receber as orientações”, conta Maria.


O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como as do banho e da descarga, além da água das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha e das máquinas de lavar louças e roupas.
Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser lançados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Viveiro Isaac de Oliveira amplia doações em 2025 e reforça papel ambiental e social em Mato Grosso do Sul

Postado por maria.espindola em 23/jan/2026 - Sem Comentários

Iniciativa mantida pela Aegea, destinou mais de 45 mil mudas a ações de recuperação ambiental e projetos de reflorestamento no Estado

Ativo desde 2011, o Viveiro Isaac de Oliveira tem desempenhado um papel estratégico na recuperação ambiental e em ações de responsabilidade socioambiental em Mato Grosso do Sul.

Mantido pelas concessionárias do grupo Aegea em MS — Ambiental MS Pantanal e Águas Guariroba — e com capacidade de produzir até 80 mil mudas por ano, o viveiro ampliou sua atuação em 2025 e registrou crescimento expressivo no volume de doações.

Segundo o analista ambiental da concessionária, Carlos Leal, foram destinados aproximadamente 45 mil mudas ao longo do ano, um aumento de cerca de 37% em relação a 2024, quando o total foi de 33 mil doações.

“Esse crescimento reforça o compromisso das concessionárias e do viveiro com a preservação ambiental em todo o Mato Grosso do Sul, ampliando o apoio a projetos de recuperação e reflorestamento”, destacou o analista.

Com foco prioritário no cultivo de espécies nativas do Cerrado, a produção do Viveiro Isaac de Oliveira atende tanto ações próprias das concessionárias quanto demandas de projetos voltados ao reflorestamento, à recuperação de áreas degradadas e à compensação ambiental em municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal.

O analista ambiental Carlos Leal explica que os pedidos de mudas são avaliados com base no preenchimento de um formulário digital, disponível no site da concessionária. “O solicitante informa dados sobre o projeto, a finalidade do plantio, o local e a quantidade pretendida”, detalhou.

Doações que impulsionam a sustentabilidade

Entre os beneficiários das doações do Viveiro Isaac de Oliveira estão o Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), que recebeu 4.800 mudas, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), contemplada com 460 mudas, e o projeto Mil Pelo Planeta, que recebeu 400 mudas.

Desde 2022, o viveiro fornece mudas de espécies nativas do Cerrado ao IASB, contribuindo para projetos de restauração ambiental desenvolvidos pela instituição. O responsável técnico do Instituto, Joari Vieira Ximenes destaca que, ao longo dos 23 anos de atuação do IASB, a parceria com a Ambiental MS Pantanal tem sido decisiva para fortalecer as ações ambientais realizadas no Estado.

“As doações recebidas beneficiaram diretamente iniciativas de restauração florestal em áreas degradadas, contribuindo para a recuperação de ecossistemas, a proteção dos recursos hídricos e o fortalecimento da biodiversidade local”, afirmou Joari.

Ele ainda relata, que o apoio contínuo do Viveiro Isaac de Oliveira tem impacto direto na qualidade e na efetividade dos projetos.

“Agradecemos aos diretores e colaboradores pela parceria e esperamos que ela siga gerando resultados positivos por muitos anos”, completou.

Treinamento capacita agentes comunitários de saúde sobre uso correto da rede de esgoto em Santa Rita do Pardo e Brasilândia

Postado por maria.espindola em 22/jan/2026 - Sem Comentários

A ação dá continuidade ao trabalho iniciado em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã

Na última quarta-feira (21), a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizou uma capacitação voltada a Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e agentes de endemias em Mato Grosso do Sul.

O treinamento ocorreu pela manhã em Santa Rita do Pardo e, no período da tarde, em Brasilândia, reunindo momentos de interação e palestras com foco na sensibilização e na orientação sobre o uso adequado da rede coletora de esgoto.

Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, capacitar os agentes, especialmente em municípios que já alcançaram a universalização do serviço, é uma estratégia para ampliar a orientação direta à população, reforçando boas práticas e prevenindo usos incorretos da rede.

“Como visitam os moradores diariamente, esses profissionais conseguem orientar sobre a conexão e o uso adequado do sistema, assegurando que a infraestrutura implantada gere benefícios permanentes para a saúde e o meio ambiente”, destacou.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo de Brasilândia, Carlos Alberto dos Santos Dutra, ressaltou que o encontro contribuiu para ampliar a compreensão dos participantes sobre a relação entre o esgotamento sanitário, o meio ambiente, a saúde pública e os hábitos da comunidade.

“O encontro proporcionou um olhar mais amplo, com uma perspectiva ecológica e ambiental, reforçando a importância da preservação do meio ambiente e a proteção da saúde das pessoas”, completou o secretário.

Para o gerente regional da Sanesul em Três Lagoas, Adilson Silva Bahia, a capacitação traz resultados positivos tanto para o funcionamento do sistema quanto para a prevenção de doenças relacionadas ao saneamento inadequado.

“Investir em esgoto é economizar na saúde: a cada R$ 1 aplicado, a economia pode chegar a quase R$ 5. Com gente capacitada orientando a comunidade, todo o sistema ganha e a população sente os resultados”, afirmou.

A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer municípios do interior. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.

O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?

Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.

Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Período de chuvas exige atenção ao uso correto da rede de esgoto

Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 - Sem Comentários

Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos

O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.

Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.

As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.

É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.

Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.

Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).

Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.

Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.

“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.

Futuro do saneamento

A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.

Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.

A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .

Referência no Saneamento

A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.

Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.