Postado por maria.espindola em 26/mar/2026 - Sem Comentários
Iniciativa que passa por municípios universalizados no MS agora conta também com orientações acerca do uso do fumacê
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Combate de Endemias (ACE) de Vicentina e Fátima do Sul deram início, na última terça-feira (24), ao processo de conscientização aos moradores de seus municípios sobre o uso correto da rede.
Os agentes foram às ruas com folders e levaram informações essenciais sobre o esgotamento sanitário em MS, logo após ao último treinamento realizado pela Ambiental MS Pantanal, também no dia 24 de março.
A iniciativa, que leva capacitação sobre o uso correto da rede aos agentes em Mato Grosso do Sul, é desenvolvida pela concessionária em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais.

A Agente de Controle de Endemias, Martha Gonçalves, relata que o conhecimento compartilhado durante o treinamento foi primordial para sua atuação em campo. “Ter essa informação completa para levar à população, conscientizando do que pertence à rede e o que pertence à drenagem é indispensável”, ressalta.
Jailson Novais, também Agente de Controle de Endemias, destaca que o uso consciente da rede de esgoto pela população é de grande importância para a qualidade de vida da cidade.
“Quando temos um tratamento de esgoto de qualidade e cuidamos desse sistema, isso se reflete diretamente na saúde da população”, conclui.
A ação, realizada em cidades em que o esgoto já é considerado universalizado, agora também leva informações e esclarece dúvidas sobre o uso do fumacê para que os agentes de saúde e de combate de endemias possam orientar a população nos locais em que a técnica será aplicada nas próximas semanas.
Segundo o Gerente de Operações Ambiental MS Pantanal, Pedro Ortolano, o treinamento faz parte das ações da concessionária rumo à universalização do saneamento, à melhoria da qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente no Estado.
Pedro explica que o foco nos agentes é essencial, já que atuam como multiplicadores de informação para a população, e que a próxima etapa, após os treinamentos, é a aplicação do fumacê.

“O fumacê é uma técnica usada para identificar ligações irregulares na rede de esgoto. Ele não é toxico e é utilizado para detectar pontos em que a água da chuva está sendo lançada no esgoto”, explica.
A ferramenta é utilizada para evitar casos de extravasamento de forma rápida e segura, identificando problemas sem causar transtornos à rotina da população, evitando a necessidade de quebrar calçadas ou paredes.
Pedro ressalta que a população não precisa se preocupar com a aplicação. “A fumaça utilizada não faz mal à saúde e desaparece rapidamente. Durante a ação pode aparecer fumaça saindo de ralos, calhas ou telhados, mas isso tudo é normal e esperado”, informa.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 25/mar/2026 - Sem Comentários
Tratamento da água e esgoto, proteção hídrica e ações ambientais contribuem de forma concreta para a conservação de ecossistemas
O debate internacional sobre biodiversidade e conservação de espécies migratórias ganha centralidade em Mato Grosso do Sul com a realização, em Campo Grande, da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS COP15).
O encontro reúne governos, cientistas e organizações internacionais para discutir medidas de proteção da fauna migratória, da conectividade ecológica e dos habitats essenciais à manutenção da vida silvestre. Neste contexto, o saneamento básico se mostra um importante aliado da agenda ambiental.
Em Mato Grosso do Sul, a Aegea está a frente dos serviços de saneamento, por meio da Águas Guariroba e da Ambiental MS Pantanal. Na Capital sul-mato-grossense, a Águas Guariroba atua em concessão plena, sendo responsável pelos serviços de água e esgoto. Já no interior o Estado, a Ambiental MS Pantanal é responsável pela coleta e tratamento de esgoto em 68 municípios, a partir da Parceria Público-Privada com Sanesul e o Governo do Estado.

Fernando Garayo, gerente de Meio Ambiente da Águas Guariroba e da Ambiental MS, reforça que o tratamento da água, a ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, associada à redução da poluição hídrica e à proteção de rios, córregos e áreas úmidas, contribui diretamente para diminuir as pressões sobre ecossistemas estratégicos de MS, especialmente aqueles conectados à Bacia do Alto Paraguai e ao Pantanal, território essencial para a biodiversidade e para a manutenção de habitats de espécies emblemáticas, como a onça-pintada, o tuiuiú, a ariranha e o jacaré-do-pantanal, além de beneficiar ambientes usados por aves migratórias e peixes migratórios, como o pintado e o dourado.
“O Pantanal não é um espaço isolado do cotidiano urbano; ele depende da qualidade da água, da integridade dos rios e da funcionalidade ecológica das bacias hidrográficas que atravessam áreas urbanas e rurais. Por isso, tratar o esgoto ainda na origem significa interromper um ciclo de contaminação que, se não controlado, pode comprometer cursos d’água, áreas úmidas e habitats importantes para a fauna aquática e para espécies que dependem de ambientes conectados ao longo de seus deslocamentos”, pontua.
Saneamento reduz a pressão sobre ecossistemas conectados
O tratamento adequado do esgoto é uma medida fundamental para preservar a água e reduzir a pressão sobre rios, córregos e áreas úmidas. Em Campo Grande, a Águas Guariroba opera duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e está finalizando a terceira, garantindo uma média de 92,6 milhões de litros de esgoto tratados por dia, volume equivalente a 16,5 mil piscinas olímpicas por ano. Esse processo contribui diretamente para a preservação dos cursos d’água e para a manutenção do equilíbrio do ciclo hidrológico.
Como parte dessa atuação, a concessionária também desenvolve o programa Córrego Limpo, que monitora a qualidade da água em dezenas de pontos da cidade e promove ações de fiscalização e conscientização para prevenir ligações irregulares de esgoto.

Na esfera estadual, a Ambiental MS Pantanal trata atualmente cerca de 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto por ano. Com a expansão projetada, a capacidade anual de tratamento deve crescer 8,7%. Entre os avanços previstos para 2026 estão a implantação de sete novas ETEs e o acréscimo de 93 litros por segundo à capacidade instalada, o que representa cerca de 8 milhões de litros de esgoto tratados por dia. Somente nos dois primeiros meses de 2026, a empresa também realizou 948 serviços de limpeza preventiva de rede, voltados a evitar obstruções, extravasamentos e danos ao sistema.
“Mais do que indicadores operacionais, esses dados expressam uma contribuição concreta para a proteção da qualidade da água e para a redução da carga poluidora lançada em sistemas hídricos conectados a áreas ambientalmente sensíveis. Em um estado onde rios, áreas úmidas e planícies alagáveis têm papel decisivo para a manutenção da biodiversidade, ampliar o saneamento também significa conservar habitats relevantes para espécies migratórias e para a fauna emblemática do Pantanal”, afirma Garayo.
Ações ambientais ampliam a contribuição para a biodiversidade
As ações ambientais da Ambiental MS Pantanal e da Águas Guariroba ampliam os efeitos positivos do saneamento sobre a proteção dos recursos hídricos e da biodiversidade em Mato Grosso do Sul. Entre os destaques está o Viveiro Isaac de Oliveira, que integra as iniciativas socioambientais das concessionárias da Aegea no Estado.
Somadas, as ações de produção e doação já ultrapassam 650 mil mudas nativas, com capacidade de produção de até 80 mil unidades por ano, contribuindo para a recomposição da vegetação, a proteção do solo e a preservação das nascentes.

Em Campo Grande, a Águas Guariroba atua na preservação dos mananciais que abastecem a capital, com destaque para o plantio na Área de Proteção Ambiental APA Guariroba e para o Programa Bacia Monitorada, voltado ao acompanhamento contínuo das bacias hidrográficas da cidade.
No interior do Estado, a Ambiental MS Pantanal desenvolve ações de recuperação de áreas degradadas e reflorestamento. Na Serra da Bodoquena, esse trabalho se traduz na recomposição de matas ciliares e de Áreas de Preservação Permanente (APPs), ajudando a proteger os corpos hídricos e a biodiversidade regional. Um exemplo concreto desse compromisso é que, somente em 2025, a concessionária destinou cerca de 4.800 mudas ao Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), fortalecendo a conservação ambiental em áreas que servem de habitat para importantes espécies da fauna brasileira.
“Com o saneamento, podemos dizer que aqui no MS está acontecendo um dos maiores programas do Brasil de conservação de bacias hidrográficas, e isso tem tudo a ver com a biodiversidade”, conclui Fernando Garayo.
Liderança em Saneamento
As empresas de saneamento que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, Águas Guariroba e a Ambiental MS Pantanal, fazem parte do grupo Aegea Saneamento, que é líder no setor privado de saneamento básico no Brasil e atende mais de 39 milhões de pessoas. A companhia está presente em quase 900 cidades de 15 estados brasileiros, com atuação de norte a sul do país.
Opera nos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo, trabalhando que mais brasileiros tenham acesso a água e esgoto tratados, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da saúde pública nessas regiões.
Mais informações em: www.ambientalmspantanal.com.br
Postado por maria.espindola em 23/mar/2026 - Sem Comentários
Concessionária levou ações de educação ambiental e orientações sobre o uso correto da rede de esgoto para crianças da rede pública em Campo Grande
A Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul e a Agems, participou da 17ª edição do Drive-Thru da Sustentabilidade – Sustentabilidade, Educação, Cultura e Negócio, realizada entre os dias 19 e 21 de março, em Campo Grande, nos Altos da Avenida Afonso Pena, no estacionamento ao lado do Bioparque Pantanal.
A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população sobre os serviços de saneamento, o descarte correto de resíduos recicláveis e a importância da sustentabilidade, reunindo também atividades culturais e educativas. Idealizadora do projeto, Ana Franzolozo, da Du Bem Sustentável, destacou que a proposta buscou incentivar a reciclagem de forma acessível e estimular a participação da população em ações voltadas à preservação ambiental.

O evento foi realizado na semana que antecedeu o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. Na ocasião, a supervisora de Ação Socioambiental da Sanesul, Geissianny Bessão de Assis, afirmou que a expectativa era transmitir à população a importância do uso consciente e sustentável da água.
“Também queríamos reforçar essa mensagem sobre o uso correto dos sistemas de esgotamento sanitário e sobre os benefícios que esse sistema traz para a população”, acrescentou.
A coordenadora da Câmara de Resíduos Sólidos da Agems, Danielli Vendimiati, ressaltou a importância da parceria entre Ambiental MS Pantanal, Agems, Sanesul e Secretaria Municipal de Saúde, destacando que a participação no Drive-Thru da Sustentabilidade contribuiu para ampliar o engajamento da população na preservação ambiental.
“Viemos para levar educação ambiental e reforçar a importância do saneamento”, afirmou.

Representando a Ambiental MS Pantanal, Jaciela Leguiça, analista de responsabilidade social, destacou a relevância da ação para aproximar temas como saneamento, sustentabilidade e educação ambiental do público infantil.

“Estivemos ao lado de nossos parceiros, Sanesul e Agems, em uma ação importante para aproximar temas como saneamento, sustentabilidade e educação ambiental das crianças. Em nosso estande, trabalhamos esses conteúdos de forma lúdica e informativa, com a distribuição de mudas nativas do Cerrado, materiais educativos, como os gibis da Liga do Saneamento, e orientações sobre o uso correto da rede, contribuindo para a formação de uma consciência ambiental desde a infância”, afirmou.
A coordenadora pedagógica Noeli Strada também ressaltou a importância da atividade para o aprendizado das crianças. “Esse momento foi maravilhoso porque eles já haviam visto na teoria a importância da sustentabilidade e agora puderam vivenciar isso também na prática”, disse.
O Drive-Thru da Sustentabilidade foi promovido pela Prefeitura de Campo Grande, por meio do FAC (Fundo de Apoio à Comunidade), em parceria com a startup Du Bem Sustentável, e contou ainda com a participação de diversos órgãos do Governo do Estado, como Sanesul, Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e Agems (Agência Estadual de Regulação).
Postado por maria.espindola em 18/mar/2026 - Sem Comentários
Após treinamentos em Santa Rita do Pardo e Brasilândia, iniciativa chega a mais um município universalizado em MS
Na última terça-feira (17), a Ambiental MS Pantanal realizou, em Batayporã, mais uma etapa do ciclo de treinamentos voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Sanesul e a Prefeitura Municipal e tem como público os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Mato Grosso do Sul.
A capacitação contou com palestras de sensibilização sobre a utilização adequada da rede de esgoto, distribuição de materiais informativos e orientações sobre a futura ação de fumacê no município.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, Batayporã já conta com a universalização dos serviços de água e esgoto, e o foco, neste momento, é ampliar o acesso da população à informação de qualidade.

“Começamos com atividades de conscientização junto a esses agentes, que são multiplicadores de conhecimento, e, em seguida, avançaremos com o trabalho do fumacê”, destacou.
De acordo com o diretor, a ação será a próxima etapa no município e já foi apresentada durante a capacitação. “O fumacê consiste na aplicação de fumaça na rede coletora, o que permite identificar ligações irregulares ou clandestinas que comprometem o funcionamento do sistema”, explicou.
O secretário municipal de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (Sodeta), Renan Bom Ribeiro, ressaltou a importância da iniciativa integrada.
“A capacitação foi fundamental para esclarecer como será realizada a ação do fumacê, que acontecerá em parceria com a Ambiental MS Pantanal e as Secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e de Obras de Batayporã”, pontuou.
A secretária municipal de Saúde, Letícia Sanches, também destacou o papel dos agentes na disseminação das informações.
“Ao sensibilizarmos esses profissionais, ampliamos o acesso à informação de qualidade e, consequentemente, promovemos mais saúde e qualidade de vida para a população”, afirmou.
Para a agente comunitária de saúde, Angélica dos Santos Silva, a capacitação contribuiu para esclarecer dúvidas e fortalecer a atuação dos profissionais. Segundo ela, o conteúdo apresentado reforça a importância do trabalho dos agentes na prevenção de doenças e na orientação correta aos moradores.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer mais municípios do Estado até o final de 2026. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 16/mar/2026 - Sem Comentários
Ambiental MS Pantanal alerta para riscos de sobrecarga causados por descarte inadequado e ligações irregulares
O período de verão, marcado por chuvas intensas e maior consumo de água, exige atenção redobrada da população com o uso correto da rede de esgoto. Em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal alerta que práticas como descarte inadequado de resíduos, lançamento de água de piscina na rede coletora e conexões irregulares de águas pluviais podem provocar sobrecarga no sistema e gerar extravasamentos, refluxos e outros transtornos.
“O sistema de esgoto foi dimensionado para receber apenas esgoto doméstico. Quando há entrada indevida de água da chuva ou grandes descargas, a capacidade da rede pode ser comprometida”, afirma o coordenador de serviços da concessionária, Rubens Calixto.

A empresa trata atualmente cerca de 33,6 milhões de m³ de esgoto por ano e mantém rotina permanente de manutenção preventiva em todo o Estado. Apenas em janeiro e fevereiro de 2026, foram realizados 948 serviços preventivos, com foco na preservação da eficiência operacional da rede.
Além das ações técnicas, a concessionária reforça que a participação da população é decisiva para o bom funcionamento do sistema. O descarte incorreto de materiais sólidos e o uso inadequado da rede estão entre as principais causas de obstruções e ocorrências operacionais.
A orientação é simples: a rede de esgoto deve receber apenas esgoto doméstico. Águas pluviais devem ser destinadas à drenagem urbana, enquanto resíduos como gordura, areia, lenços e produtos químicos devem ter destinação apropriada.
Uso correto da rede de esgoto no verão
Para evitar sobrecargas na rede e transtornos à população, algumas atitudes simples fazem diferença no dia a dia:
• Esvazie piscinas de forma gradual e, sempre que possível, prefira o tratamento ao esvaziamento completo;
• Não conecte a rede pluvial diretamente à rede esgoto;
• Evite jogar resíduos sólidos no ralo;
• Atenção ao descarte de areia e resíduos de limpeza;
• Prefira o uso consciente da água.
O que NÃO jogar na rede de esgoto
Alguns resíduos podem causar entupimentos, mau funcionamento da rede e até extravasamentos. Veja o que nunca deve ser descartado em ralos ou vasos sanitários:
• Óleo e gordura de cozinha;
• Lenços umedecidos;
• Absorventes e fraldas;
• Cotonetes e fios dentais;
• Bitucas de cigarro;
• Restos de comida;
• Areia de filtro de piscina;
• Terra e restos de obra;
• Produtos químicos ou solventes.
Postado por maria.espindola em 09/mar/2026 - Sem Comentários
O Pantanal não é um “lugar distante” desconectado do cotidiano urbano. Ele é o destino ecológico de uma rede de rios e córregos que começam nas cidades.
Já parou para pensar quantos litros de esgoto deixam de chegar ao Pantanal todos os dias quando uma cidade coleta e trata corretamente seus efluentes? A resposta não é apenas um número, é uma medida concreta de proteção direta à maior planície alagável do mundo e às espécies que a tornam um símbolo global de biodiversidade, como a onça-pintada, o jacaré-do-pantanal e a ariranha.
A fauna do Pantanal depende dos pulsos de inundação, o equilíbrio entre cheias e secas nas vazantes, e da boa qualidade da água, explica o professor Fabio Martins Ayres, especialista em gestão integrada do saneamento e coordenador do Mestrado Profissional em Rede Nacional de Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) da UEMS.
“Quando o esgoto é lançado sem tratamento, aumenta a carga orgânica e a contaminação microbiológica nos cursos d’água e desencadeia processos de degradação ambiental que comprometem a integridade ecológica dos sistemas aquáticos, isto é, a capacidade de rios, corixos, vazantes e áreas úmidas manterem seus ciclos naturais, sua biodiversidade e seus serviços ecossistêmicos”, afirma o professor.
Esses efeitos não se restringem às áreas urbanas: eles seguem rio abaixo e podem afetar habitats e espécies em diferentes trechos da bacia. Por isso, o tratamento de esgoto é uma ação urbana decisiva para a proteção da biodiversidade pantaneira.
“Tratar o esgoto significa interromper esse caminho de contaminação ainda na origem, reduzindo pressões sobre o Pantanal e sobre a Bacia do Alto Paraguai (BAP), além de áreas a jusante conectadas a outros sistemas hidrográficos, como a bacia do Rio Paraná. Em outras palavras, o saneamento é uma infraestrutura urbana que ‘segura’ o problema antes que ele se converta em impacto difuso na paisagem pantaneira”, conclui.
Controle rigoroso para devolver água com segurança à natureza
Com milhares de análises realizadas todos os anos e o acompanhamento contínuo de indicadores, a Ambiental MS Pantanal assegura que o esgoto tratado em suas unidades seja devolvido ao meio ambiente de forma segura e dentro dos padrões exigidos pela legislação. Esse controle não é detalhe burocrático: é a diferença entre devolver ao rio um efluente que mantém a vida aquática e devolver um passivo ambiental.

É aqui que os números técnicos fazem diferença na vida real. Não basta ter uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE): o que importa é o quanto ela consegue reduzir a poluição antes de devolver a água ao rio. É isso que indicadores como DBO e DQO medem, em resumo, a “força” da carga orgânica do esgoto. Quando esses índices caem, o resultado é direto: menos sujeira nos rios, mais oxigênio na água e mais condições para a vida aquática se manter saudável.
A analista de tratamento da Ambiental MS Pantanal, Isadora Brandão, destaca que a renovação da acreditação do INMETRO ao Laboratório de Controle de Qualidade reforça esse compromisso com um saneamento de qualidade, garantindo análises precisas e seguras voltadas à proteção dos recursos hídricos e à saúde da população.
“O volume de esgoto tratado chega a 33,6 milhões de m³ por ano, o equivalente a cerca de 13,4 mil piscinas olímpicas. Na prática, é esse volume que deixa de ir para os rios sem tratamento, ajudando a proteger a água e o Pantanal.”
Além de cumprir exigências legais, a Ambiental MS Pantanal investe continuamente em tecnologia e inovação para ampliar a eficiência das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Esse aprimoramento é essencial para reduzir riscos de contaminação, proteger a qualidade da água e, por consequência, sustentar a biodiversidade.
“Ao tratarmos o esgoto corretamente, evitamos a poluição dos rios, reduzimos a presença de microrganismos que causam doenças e garantimos que a água devolvida à natureza esteja em condições seguras. Nosso trabalho é limpar e devolver ao meio ambiente a água que foi utilizada pela população e passou a receber o nome de esgoto, protegendo a saúde das pessoas e preservando o meio ambiente”, resume Isadora.
Um avanço que também é ambiental
Hoje, 75% do Mato Grosso do Sul já conta com rede coletora de esgoto por meio da Parceria-Público-Privada entre a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal (grupo Aegea Saneamento). O avanço se consolidou nos últimos quatro anos: no levantamento de julho de 2025, a cobertura chegou a 75%, com previsão de alcançar 90% até 2028.
Entre 2021 e 2026, foram implantados 680 km de rede coletora de esgoto. Para 2026, a previsão é adicionar mais 480 km, ampliando o alcance do serviço nos municípios atendidos. Para sustentar esse crescimento, a infraestrutura também avançou: hoje, Mato Grosso do Sul conta, 71 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 229 Estações Elevatórias (EEEs).
A capacidade instalada é de 7.951 m³ por hora, o equivalente a 190 mil m³ por dia, cerca de 76 piscinas olímpicas de esgoto tratado diariamente. A expansão continua: estão previstas a construção de 7 novas ETEs e 49 novas EEEs, o que deve acrescentar 93 L/s à capacidade de tratamento do estado.
“Além de proteger a saúde pública, o saneamento tem um efeito ambiental imediato: quanto maior a cobertura e a eficiência do tratamento, menor a carga de poluentes que chega aos rios que conectam as cidades às áreas úmidas. No fim, tratar o esgoto é aliviar a pressão sobre a água, o solo e os habitats, ajudando a manter o equilíbrio que sustenta a fauna pantaneira”, finaliza Ayres.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação nacional presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal é responsável pela operação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, no âmbito de uma Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na capital, Campo Grande, a operação ocorre por meio da Águas Guariroba, que atua sob concessão plena, abrangendo os serviços de abastecimento de água, além de coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 05/mar/2026 - Sem Comentários
Produzidas no Viveiro Isaac de Oliveira, espécies nativas do Cerrado estão sendo destinadas a projetos de restauração ambiental em Mato Grosso do Sul.
Com cerca de 25 anos de atuação e capacidade para produzir 80 mil mudas nativas do Cerrado, o Viveiro Isaac de Oliveira vem ampliando sua contribuição para iniciativas de responsabilidade socioambiental em Mato Grosso do Sul.
Na Serra da Bodoquena, esse trabalho se materializa em ações de reflorestamento conduzidas com planejamento técnico, voltadas à recuperação de áreas degradadas, à recomposição de matas ciliares e de Áreas de Preservação Permanente (APPs) intervenções que fortalecem a proteção dos corpos hídricos e a biodiversidade regional.
Somente em 2025, a Ambiental MS Pantanal destinou cerca de 4.800 mudas ao Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), volume equivalente a aproximadamente 45% das mais de 20 mil doações realizadas no ano anterior, segundo a concessionária, reforçando o compromisso com a conservação ambiental no estado.
Há mais de duas décadas, o IASB atua em iniciativas de recuperação, conservação e proteção de rios, solos e vegetação nativa, com ações voltadas à manutenção da biodiversidade da Serra da Bodoquena. Entre as espécies utilizadas nas frentes de reflorestamento estão canafístula, aroeira-pimenteira, cedro, amburana e embaúba, consideradas estratégicas para recomposição da vegetação nativa.
Ao chegar ao instituto, as mudas passam a integrar um planejamento de uso que considera funções ecológicas específicas, como recuperação do solo, sombreamento inicial e recomposição gradual da estrutura florestal. A prioridade, segundo o IASB, é a restauração de áreas com histórico de degradação, especialmente APPs e matas ciliares, fundamentais para proteção de cursos d’água.

O responsável técnico do IASB e agente de defesa ambiental, Joari Vieira Ximenes, destaca que o apoio recebido amplia o alcance das ações em campo. “O apoio da Ambiental MS Pantanal fortalece nossas ações, que geram impacto ambiental e social na região”, afirma.
De acordo com Joari, o processo de plantio na Serra é conduzido com diagnóstico prévio e acompanhamento contínuo, sobretudo em áreas degradadas e APPs. O estudo das áreas considera características do solo, grau de degradação e proximidade de cursos d’água, critérios essenciais para definir espécies, densidade de plantio e manutenção.
“Cada espécie tem uma função específica no processo de restauração do Cerrado, seja na proteção do solo, na atração da fauna ou na estruturação da floresta ao longo do tempo”, explica.
As ações do IASB podem abranger municípios como Aquidauana, Bonito, Bodoquena, Campo Grande, Corumbá e Jardim, conforme a demanda e o planejamento dos projetos. Entre as mudas recebidas do Viveiro Isaac de Oliveira, o técnico cita espécies como angico, aroeira-pimenteira, amburana, cagaita, bocaiúva, canafístula, ipês (amarelo, roxo, branco e de jardim), bacupari, jacarandá, pau-formiga, peroba-rosa, paineira-rosa, marmelo, manduvi e tarumã.
Reflorestamento e educação ambiental: impacto socioambiental na região
Um caso emblemático é o da Fazenda América, onde, em 2024, teve início a restauração ambiental de aproximadamente três hectares. A ação integra o Projeto Águas de Bonito, iniciativa realizada em parceria com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul, WWF-Brasil e outras instituições, com execução do IASB.
Mesmo sendo uma área de plantio recente, Joari afirma que já é possível observar sinais positivos. “Já é possível observar bom desenvolvimento das mudas, favorecido pelas manutenções regulares realizadas pelo proprietário”, relata.
Além da recuperação ambiental em áreas rurais e APPs, parte das mudas destinadas ao IASB também é direcionada à comunidade, estimulando arborização urbana e plantios em pequenas propriedades rurais. As doações, segundo o instituto, também apoiam ações de educação ambiental, aproximando estudantes e moradores das práticas de conservação.
Um exemplo ocorreu na Gruta do Mimoso, em Bonito (MS), durante uma atividade com alunos da rede municipal. A iniciativa integrou um projeto educativo promovido pelo atrativo turístico, envolvendo os estudantes em ações práticas de sensibilização ambiental. O IASB participou com mudas nativas, incluindo espécies doadas pelo Viveiro.
Segundo o instituto, além de contribuir para a arborização do local, o plantio proporcionou uma experiência direta de contato com a natureza, fortalecendo a conscientização ambiental desde a infância e aproximando a comunidade das ações de restauração ambiental desenvolvidas no estado.

Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo com atuação nacional presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal é responsável pela operação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, no âmbito de uma Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na capital, Campo Grande, a operação ocorre por meio da Águas Guariroba, que atua sob concessão plena, abrangendo os serviços de abastecimento de água, além de coleta e tratamento de esgoto.