Postado por maria.espindola em 28/maio/2026 - Sem Comentários
Obra prevista para 2026 inclui Estação Elevatória de Esgoto Tratado com capacidade de 80 L/s e emissário de aproximadamente 22 km até o córrego Mutum
Referência nacional em ecoturismo e reconhecida pelas águas cristalinas, grutas, cachoeiras, cavernas e paisagens naturais, Bonito/MS terá uma nova obra estruturante no sistema de esgotamento sanitário. A Ambiental MS Pantanal iniciou em maio, a implantação de uma Estação Elevatória de Esgoto Tratado, com capacidade de 80 litros por segundo, e de um emissário de efluente tratado com aproximadamente 22 quilômetros de extensão.
A nova estrutura substituirá o emissário atual e permitirá redirecionar o efluente tratado para um ponto de lançamento mais distante da área turística e da zona urbana, no córrego Mutum. A intervenção reforça a proteção ambiental de uma das regiões mais visitadas de Mato Grosso do Sul, onde o saneamento tem papel direto na preservação dos rios, nascentes, aquíferos e da biodiversidade.
A obra faz parte dos investimentos da Ambiental MS Pantanal no município, que já atingiu 99% de cobertura de esgotamento sanitário e integra a lista de cidades universalizadas pela Parceria Público-Privada firmada entre a concessionária e a Sanesul.
A empresa, integrante do Grupo Aegea, opera os serviços de esgoto em 68 municípios do interior de Mato Grosso do Sul, por meio de Parceria Público-Privada firmada entre o Governo do Estado e a Sanesul.

Infraestrutura para proteger uma região ambientalmente sensível
Localizado na região turística da Serra da Bodoquena, uma das áreas ambientais mais importantes de Mato Grosso do Sul, Bonito tem cerca de 23 mil habitantes e área territorial superior a 4,9 mil km². No município, a Ambiental MS Pantanal atende a área urbana com serviços de esgotamento sanitário.
Atualmente, Bonito conta com uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) considerada referência para as demais operações da concessionária. A estrutura é responsável pelo tratamento dos efluentes gerados no município e opera de forma contínua, com foco na regularidade do sistema e na proteção ambiental.
Além da ETE, cinco Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), responsáveis pelo bombeamento e transporte dos efluentes, operam continuamente no município para garantir a eficiência do sistema de esgotamento sanitário.
De acordo com Oliver Luan de Leon Trindade, supervisor de Operações da Ambiental MS Pantanal em Bonito, a rotina operacional exige acompanhamento permanente.
“Nossa Estação de Tratamento de Esgoto opera 24 horas por dia, realizando um tratamento de efluentes desenvolvido com foco na preservação ambiental e na proteção dos corpos hídricos da região”, afirma Oliver.
Segundo ele, além da operação ininterrupta da ETE, as equipes executam ações preventivas em diferentes pontos da cidade para reduzir riscos de extravasamentos e assegurar o pleno funcionamento do sistema.
“O trabalho de manutenção preventiva é essencial para manter a regularidade da operação, especialmente em um município com grande fluxo turístico e alta sensibilidade ambiental. Nosso objetivo é garantir que o sistema funcione com segurança e eficiência todos os dias”, destaca.

Saneamento, turismo e conservação ambiental
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, investir em infraestrutura de saneamento em um município como Bonito significa atuar diretamente na preservação ambiental, na saúde da população e na sustentabilidade do turismo local.
“O tratamento adequado do esgoto contribui diretamente para a proteção dos rios, nascentes e aquíferos, preservando a transparência das águas e a biodiversidade aquática, características que tornam a cidade referência em ecoturismo”, destaca.
Clayton reforça que, em áreas ambientalmente sensíveis, o saneamento básico tem papel decisivo na prevenção de impactos. O descarte irregular de efluentes pode comprometer o equilíbrio dos ecossistemas, afetar a fauna e a flora e colocar em risco recursos hídricos essenciais para a população e para o turismo.
“Em Bonito, saneamento é sinônimo de proteção ambiental. A coleta, o tratamento e a destinação correta do esgoto fortalecem a saúde pública e ajudam a preservar os ativos naturais que fazem parte da identidade e da economia do município”, afirma.
Ações socioambientais ampliam o cuidado com o território
Além da operação e dos investimentos no sistema de esgotamento sanitário, a Ambiental MS Pantanal desenvolve ações socioambientais no município. Em 2025, por meio do Viveiro Isaac de Oliveira, foram doadas 5.660 mudas para projetos de reflorestamento, recuperação de áreas de preservação permanente, proteção de matas ciliares e conservação de nascentes, incluindo áreas associadas ao Rio Formoso.
As doações foram destinadas a projetos desenvolvidos por instituições como Fundação Neotrópica do Brasil, Mil Pelo Planeta, Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB) e Chácara Bosque das Cachoeiras, voltados à recuperação ambiental e à conservação de áreas estratégicas para a biodiversidade regional.
A concessionária também participa de iniciativas como a Corrida Bonito 21K e a Feira Socioambiental de Bonito, além de apoiar projetos ambientais como Olho D’Água, Rios Cristalinos e De Olho no Óleo. As ações ampliam o diálogo com a comunidade sobre preservação ambiental, uso correto da rede de esgoto e cuidado com os recursos naturais.
Para Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, a combinação entre operação, manutenção, investimentos em infraestrutura e educação ambiental reforça a relação entre desenvolvimento urbano, saúde pública e conservação ambiental.
“O trabalho contínuo de operação, manutenção e conscientização ambiental mostra que desenvolvimento e preservação podem caminhar juntos. Em Bonito, o saneamento contribui para proteger a saúde da população, os rios e a biodiversidade que fazem da cidade uma referência para o Brasil”, afirma.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Postado por maria.espindola em 28/maio/2026 - Sem Comentários
Com apoio da Ambiental MS Pantanal e da Sanesul, exposição itinerante percorreu 22 municípios com atividades sobre o uso consciente dos recursos hídricos
Mato Grosso do Sul recebeu durante 2025 e 2026 a quarta edição da exposição itinerante “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais”. Ao longo do ciclo no Estado, o projeto percorreu 22 municípios sul-mato-grossenses, alcançando mais de 12,5 mil crianças das redes públicas de ensino e quase 5 mil pessoas na programação aberta ao público.
Realizada pela 3 Apitos, pelo Ministério da Cultura e pelo Governo do Brasil, o projeto é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocinada pelo Instituto Aegea, a exposição conta com o apoio da Ambiental MS Pantanal e da Sanesul, que se somaram ao projeto para ampliar o alcance de uma ação que articula arte, educação ambiental e conscientização sobre a preservação da água.
Com o tema “Ciclo da água e sua importância para a vida humana e para todos os seres vivos”, a mostra ofereceu ao público uma experiência imersiva que combinava cinema 3D, instalações interativas e recursos de realidade virtual. A proposta foi estimular, especialmente entre crianças e estudantes, a compreensão sobre o valor da água, seu uso consciente e sua relação direta com a vida, o meio ambiente e o saneamento básico.

Leandro Silva, produtor do projeto, ressaltou a passagem por MS. “Pudemos interagir com diversas realidades, desde crianças que vivem em fazendas, zonas rurais e comunidades indígenas, até crianças de áreas urbanas em cidades um pouco maiores”, destacou.
Segundo ele, apesar das diferenças entre os municípios visitados, a equipe identificou em todos os locais uma oportunidade importante de mediação de conhecimentos sobre a preservação ambiental. “Somente quando as crianças se veem como parte do todo e entendem seu papel na relação com a natureza que conseguimos gerar uma mudança significativa e real em prol de um planeta mais saudável para nós e para as próximas gerações”.
A iniciativa propõe uma vivência sensorial capaz de estimular a reflexão sobre o papel da água no equilíbrio ambiental e na vida cotidiana. Por meio de estímulos visuais, sonoros e sensoriais, a exposição abordou questões como a escassez de água doce, a relação histórica da humanidade com esse recurso essencial e os desafios contemporâneos ligados à sua preservação.
Para o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a realização do projeto no Estado reforça a conexão entre infraestrutura, educação ambiental e conscientização social nos municípios atendidos pela concessionária. “Com essa iniciativa, conseguimos levar conhecimento e promover vivências capazes de transformar a percepção dessas crianças sobre um recurso tão essencial à vida, unindo o saneamento ao cuidado com o meio ambiente. Nosso compromisso é ampliar a cobertura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul até 2031, gerando impactos positivos para as comunidades e fortalecendo a relação da população com os temas essenciais abordados pela exposição”, afirmou.
A exposição “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais” já percorreu mais de 100 cidades em 14 estados brasileiros, levando ao público experiências que integram arte, ciência e educação ambiental. Os caminhões do projeto percorrem diferentes regiões do país, ampliando o acesso à mostra e aos conteúdos educativos associados à temática.
Durante os dois anos em Mato Grosso do Sul, a programação permaneceu de três a cinco dias, com atendimento a estudantes da rede pública e abertura ao público em geral nas seguintes cidades: Jardim, Nioaque, Porto Murtinho, Bonito, Caracol, Maracaju, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, Dourados, Amambaí, Caarapó, Naviraí, Fátima do Sul, Deodápolis, Ivinhema, Laguna Carapã, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Dois irmãos do Buriti, Miranda, Terenos e Três Lagoas.
Serviço
Mais informações podem ser obtidas pelo site oficial do projeto: https://www.olhodagua.art.br/
O Instagram é @expo_olhodagua e o Facebook é https://www.facebook.com/expoolhodagua
Postado por maria.espindola em 22/maio/2026 - Sem Comentários
Atuação integrada na capital e em 68 municípios acelera cobertura e posiciona o estado entre os que mais avançam no setor
Os investimentos em saneamento na capital e no interior de Mato Grosso do Sul vêm ampliando a cobertura dos serviços, fortalecendo a infraestrutura urbana e gerando impactos diretos na qualidade de vida da população. Em Campo Grande e em 68 municípios do estado, os avanços combinam obras estruturantes, expansão das redes e melhoria da capacidade operacional.
Essa transformação já é notada pela população. Moradora do Jardim Seminário, em Campo Grande, Neuza dos Santos relembra uma realidade que hoje faz parte do passado, mas que marcou sua história. “Era um poço só para toda a família. A gente chegava cansada e ainda precisava puxar água no balde, era muito sacrificante”, conta.
“Com a água tratada virou outra vida. A água sai boa direto da torneira, não precisa mais ficar com medo de doença, minha vida mudou”, celebra.
No interior do estado, os impactos do saneamento também são celebrados. O prefeito de Itaquiraí, Thalles Tomazelli, destacou os benefícios. “As obras representam um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de melhorias que serão percebidas no cotidiano da população e que reafirmam o compromisso com o desenvolvimento da cidade”, afirma.
Os relatos refletem uma transformação que já faz parte da rotina de milhares de famílias em Mato Grosso do Sul. Com a ampliação do saneamento, moradores passam a ter mais saúde, bem-estar e dignidade, enquanto os municípios ganham em desenvolvimento, infraestrutura e qualidade de vida. Um avanço que impacta diretamente o presente e ajuda a construir cidades mais preparadas para o futuro.

Capital consolidada
Em Campo Grande, os avanços são resultado de mais de duas décadas de investimentos contínuos. Desde o início da concessão, a Águas Guariroba já investiu mais de R$ 2 bilhões na capital, sendo aproximadamente R$ 1,16 bilhão em abastecimento de água, R$ 1,01 bilhão em esgotamento sanitário e outros R$ 160 milhões em frentes operacionais.
Esse volume de investimentos sustenta a universalização do abastecimento e a expansão da rede de esgoto ao longo dos anos.
A capital conta com duas Estações de Tratamento de Água (ETAs), Guariroba e Lageado, além de um sistema composto por mais de 150 poços e 107 reservatórios. No esgotamento sanitário, são duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) em operação. Atualmente, o sistema trata 92,6 milhões de litros de esgoto por dia.
Em um cenário de constante desenvolvimento da cidade, uma das principais obras estruturantes em andamento vai ampliar de forma significativa essa capacidade.
A nova ETE Botas, em fase de operacionalização, está localizada na região norte da Capital e terá capacidade para tratar mais de 600 milhões de litros de esgoto por ano, beneficiando diretamente milhares de moradores e consolidando a universalização do serviço, além de contribuir para a melhoria da qualidade ambiental e da saúde pública.
A infraestrutura também se destaca pela larga escala, com mais de 3,2 mil quilômetros de rede de esgoto e mais de 4 mil quilômetros de rede de água.
Dados mais recentes do Instituto Trata Brasil reforçam o cenário de desenvolvimento: Campo Grande foi a segunda capital que mais investiu em saneamento no Brasil, com o valor de R$ 217,39 por habitante ao ano, índice acima da média nacional e que evidencia o ritmo consistente de expansão da infraestrutura na cidade.
“O valor investido chegou a R$ 287,78 por habitante em 2024, representando um aumento de quase 84% nos investimentos por habitante desde 2020, o que evidencia o reforço nos investimentos destinados à ampliação e modernização da infraestrutura de saneamento”, destaca Francis Faustino, diretora-executiva da concessionária.
Interior ganha escala com chegada da PPP
No interior, a expansão do saneamento ganhou escala com a Parceria Público-Privada (PPP) firmada entre a Ambiental MS Pantanal e a Sanesul.
Os resultados da expansão não se limitam à infraestrutura. Eles também alcançam a saúde pública, o mercado imobiliário e a capacidade de desenvolvimento das cidades.
Entre 2021 e 2025, foram investidos R$ 525 milhões na implantação de redes coletoras de esgoto. Para o período de 2026 a 2028, estão previstos mais R$ 593 milhões em obras de ampliação e infraestrutura do sistema, incluindo estações de tratamento, elevatórias e ampliação das redes.
O impacto já é visível: a cobertura de esgoto no estado saltou de cerca de 46% para mais de 75% nos últimos anos, por meio da implantação de mais de 553 quilômetros de redes coletoras.
A operação atende 68 municípios e conta com uma estrutura composta por 71 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 229 Estações Elevatórias de Esgoto (EEEs), além de uma capacidade de tratamento de aproximadamente 190 mil metros cúbicos por dia.
Além da expansão da rede, o avanço inclui obras estruturantes em diversos municípios, entre elas a implantação de novas Estações Elevatórias e tubulações que transportam o esgoto por bombeamento. Para 2026, além de novas EEEs, novas Estações de Tratamento integram o cronograma de infraestrutura da concessionária, que prevê a ampliação da cobertura de esgoto para 94% em todo o estado antes de 2028.
Impactos que vão além da infraestrutura
O avanço do saneamento tem impacto direto no desenvolvimento regional.
Mais do que ampliar redes e estações, o avanço do saneamento produz efeitos concretos sobre saúde pública, valorização imobiliária e dinâmica econômica local.
Um estudo aprofundado do Instituto Trata Brasil, que analisou a incidência de doenças relacionadas ao saneamento no país entre 2008 e 2024, apontou que a universalização do acesso pode reduzir em mais de 86 mil o número de internações anuais, gerando economia significativa em gastos públicos com saúde.
Outro estudo da mesma instituição, baseado em dados do último censo do IBGE, indicou que imóveis com acesso ao saneamento básico têm aluguéis quase 30% mais altos no país, evidenciando o impacto direto da infraestrutura no valor dos imóveis e na renda gerada pelo setor imobiliário.
Nesse contexto de crescimento econômico, a ampliação da infraestrutura de saneamento reforça as condições estruturais para o desenvolvimento urbano e regional.
Investimento que leva saúde para Mato Grosso do Sul
O avanço do saneamento ganha impulso no estado por meio da atuação da Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil que está presente em mais de 890 municípios do país, com operações na capital, por meio da Águas Guariroba, e no interior, com a Ambiental MS Pantanal.
Esse modelo integrado tem sido fundamental para acelerar a universalização do saneamento no estado, ampliando o acesso aos serviços e fortalecendo a infraestrutura urbana nas diferentes regiões.
“Cada investimento em saneamento se traduz em qualidade de vida, desenvolvimento e oportunidades para a população. É uma transformação que começa na infraestrutura e chega diretamente às pessoas”, afirma o presidente da Águas Guariroba e Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim.
A companhia atua para ampliar o acesso ao saneamento básico e promover saúde pública, qualidade de vida e o desenvolvimento das regiões e dos cidadãos brasileiros, levando dignidade por meio do abastecimento de água e da coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 12/maio/2026 - Sem Comentários
Ação preventiva identifica possíveis ligações irregulares de água da chuva na rede de esgoto e orienta moradores sobre o uso correto do sistema
A Ambiental MS Pantanal realizou, nos dias 4 e 5 de maio, uma operação preventiva com uso do termonebulizador, técnica conhecida como ‘fumacê’, em Iguatemi/MS. A ação contemplou 250 imóveis e teve como objetivo identificar possíveis ligações irregulares de água da chuva na rede coletora de esgoto.

O procedimento faz parte das ações da concessionária para apoiar os cuidados com o sistema de esgotamento sanitário, prevenir sobrecargas, obstruções, extravasamentos e reduzir transtornos à população.
Durante a vistoria, uma fumaça não tóxica é aplicada na rede de esgoto. Em condições regulares, ela permanece retida no sistema. Quando há pontos de escape, pode haver ligação indevida de drenagem pluvial à rede coletora, situação que passa a ser verificada pelas equipes técnicas. Caso a irregularidade seja confirmada, os responsáveis pelos imóveis são orientados a fazer as adequações necessárias.
Além do caráter operacional, a ação reforça uma orientação importante: a rede de esgoto deve receber apenas efluentes sanitários; já a água da chuva deve seguir para a drenagem urbana. Ligações irregulares de calhas, ralos de quintais e tubulações pluviais podem comprometer o funcionamento do sistema, principalmente em períodos de chuva intensa.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a medida é preventiva e contribui para a melhoria contínua dos serviços.
“As redes coletoras de esgoto foram criadas e dimensionadas para o recebimento de efluente sanitário. Quando existe alguma interligação de água de chuva, podem ocorrer danos na rede, obstruções, extravasamentos e prejuízos à população e à qualidade dos serviços prestados”, destaca.
A operação em Iguatemi foi realizada pela Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, e contou com apoio da Prefeitura Municipal.
Técnica já foi aplicada em outros municípios
A tecnologia do fumacê é utilizada pela Ambiental MS Pantanal desde maio de 2021, quando a concessionária iniciou a operação do Sistema de Esgotamento Sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio da Parceria Público-Privada firmada com a Sanesul. Desde então, as equipes responsáveis pelo serviço já atuaram em municípios como Bonito, Naviraí, Dourados, Ponta Porã, Iguatemi, entre outros.
A primeira grande operação com a técnica ocorreu em maio de 2023, durante o Projeto Rios Cristalinos, em Bonito. O trabalho foi realizado ao longo de seis meses e contemplou toda a cidade. Em Naviraí, a ação durou 30 dias e foi concentrada em um bairro específico. Em Dourados, a operação ocorreu por cerca de 12 meses, alcançou aproximadamente 50% do município e resultou em mais de 64 notificações.
Além das vistorias em campo, o fumacê também tem sido utilizado como ferramenta de orientação à comunidade. Informações sobre o funcionamento da técnica e a importância do uso correto da rede coletora de esgoto já foram compartilhadas em capacitações com Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias em municípios como Vicentina, Santa Rita do Pardo e Batayporã.

Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, reforça que a eficiência do sistema também depende da colaboração dos moradores.
“A rede de esgoto é uma infraestrutura coletiva e precisa ser utilizada corretamente. Quando a água da chuva é direcionada para a drenagem urbana, e não para o esgoto, ajudamos a evitar sobrecargas, extravasamentos e transtornos para a população. Esse cuidado compartilhado contribui para uma cidade mais saudável, segura e ambientalmente equilibrada”, afirma.
Postado por maria.espindola em 11/maio/2026 - Sem Comentários
Projeto de reflorestamento em região do Pantanal Sul-mato-grossense recupera áreas atingidas por incêndios e fortalece habitats para espécies nativas
Um projeto piloto de reflorestamento coordenado pelo Instituto Arara Azul (ITA) começou a ser implementado no Pantanal Sul-mato-grossense com o objetivo de recuperar áreas degradadas e fortalecer a conservação da fauna. A iniciativa conta com a parceria da Ambiental MS Pantanal, que realizou, no dia 27 de abril, a doação de 250 mudas nativas produzidas pelo Viveiro Isaac de Oliveira.
As mudas serão destinadas ao plantio na região da Fazenda Caiman, no Pantanal de Miranda, em uma área impactada por incêndios ocorridos nos últimos anos, que afetaram diretamente a biodiversidade local. O projeto busca restaurar o local e fortalecer a conservação da fauna pantaneira, especialmente da arara-azul-grande, uma das mais emblemáticas do bioma.

Entre as espécies doadas estão tarumã, angico-preto, manduvi, macaúba, louro-preto, ipê-branco e ipê-roxo, mudas estratégicas para a recuperação do ecossistema. Além de contribuírem para a recomposição da vegetação, essas espécies desempenham papel fundamental na alimentação e na reprodução das espécies pantaneiras.
Segundo a diretora-executiva do Instituto Arara Azul, Eliza Mense, o plantio tem impacto direto na sobrevivência da arara-azul. “A espécie se alimenta basicamente de cocos como o Acuri e a Bocaiuva. Já para a reprodução, depende de árvores como o Manduvi para a formação de ninhos. Mesmo quando utilizamos ninhos artificiais, é essencial que existam árvores altas e bem-posicionadas”, explica.
O Instituto Arara Azul e a Ambiental MS Pantanal são parceiros oficiais em prol da preservação ambiental de espécies do Pantanal desde 2025, por meio da doação de espécies nativas. Para o analista ambiental da concessionária, Carlos Leal, a união entre as instituições potencializa resultados. “A parceria permite somar esforços e conhecimentos, ampliando os impactos positivos no ecossistema, na biodiversidade e na saúde do Pantanal”, afirma.
Eliza Mense também reforça a importância da atuação conjunta. “A conservação ambiental exige colaboração. Quando unimos os potenciais de cada parceiro em torno de um propósito comum, conseguimos resultados mais efetivos na preservação da biodiversidade”, destaca.
O projeto ocorre em um contexto de desafios crescentes para o bioma. Assim como em outras regiões do Pantanal, a área enfrenta impactos das mudanças climáticas, com altas temperaturas, escassez de chuvas e aumento da ocorrência de incêndios, fatores que tornam ações de recuperação ambiental ainda mais necessárias.
O Instituto Arara Azul (ITA) é uma organização não-governamental, de direito privado e sem fins econômicos. O Instituto tem como principal finalidade a promoção da conservação ambiental, desenvolvendo programas e projetos com este objetivo. O ITA por meio do Projeto Arara-Azul, desenvolve desde 1990 no Pantanal, estratégias para manutenção das populações viáveis de araras-azuis (Anodorhynchus hyacinthinus).

Saneamento como aliado da preservação
Criado em 2010, o Viveiro Isaac de Oliveira é uma iniciativa mantida pela Ambiental MS Pantanal e pela Águas Guariroba, concessionárias da Aegea em Mato Grosso do Sul. Referência nacional no setor de saneamento, a Aegea atua na ampliação do acesso ao saneamento de qualidade, promovendo impactos diretos na conservação dos recursos hídricos e na recuperação ambiental em diferentes regiões do país.
Com capacidade de produção de até 80 mil mudas por ano, o viveiro direciona suas doações principalmente para projetos de recuperação de áreas degradadas, reflorestamento e conservação da biodiversidade.
Até dezembro de 2026, Miranda ainda deve receber um pacote de obras que inclui a implantação de 23.760 metros de rede de esgoto, 1.584 novas ligações domiciliares e cinco estações elevatórias (EEE), com potencial de beneficiar cerca de 4,5 mil pessoas e ampliar a cobertura de esgotamento sanitário na região.
Postado por maria.espindola em 05/maio/2026 - Sem Comentários
Estado saiu de 46% para 75% de cobertura em cinco anos e acelera obras em 42 municípios em 2026
Ao completar cinco anos de operação, a Ambiental MS Pantanal celebra um marco histórico para o saneamento em Mato Grosso do Sul. Nos 68 municípios atendidos pela concessionária, a cobertura de esgoto avançou de 46% para 75%, um crescimento de 30 pontos percentuais desde o início da Parceria Público-Privada firmada com a Sanesul e o Governo do Estado, em 2021.
O avanço também se reflete no número de cidades universalizadas. Em março de 2026, a Ambiental MS Pantanal alcançou a universalização do esgotamento sanitário em 29 municípios, considerando aqueles com índices acima de 90% de cobertura.
Para o diretor-presidente da concessionária, Gabriel Buim, o resultado confirma que planejamento, investimento contínuo e execução estruturada são fundamentais para transformar a realidade do saneamento no Estado.
“MS deu um salto na cobertura de esgoto nos últimos cinco anos. Esse avanço significa mais saúde, proteção ambiental e desenvolvimento para os municípios atendidos. Seguimos avançando com novas redes nas ruas, ligações de esgoto nas casas, estações de tratamento e investimentos contínuos em ações voltadas ao cuidado com o meio ambiente e com as pessoas, para que os benefícios do saneamento cheguem a cada vez mais famílias”, destaca Gabriel Buim.
Neste ano passaram a integrar a lista de municípios universalizados, Ivinhema, Anaurilândia e Selvíria ampliando para cerca de 270 mil moradores o número de pessoas beneficiadas com os serviços de esgotamento sanitário nas cidades que já alcançaram esse patamar.
A relação de municípios universalizados já contava com Brasilândia, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Três Lagoas, Alcinópolis, Bonito, Caracol, Japorã, Laguna Carapã, Paranhos, Ponta Porã, Jateí, Inocência, Paranaíba, Batayporã, Bataguassu, Dois Irmãos do Buriti, Figueirão, Tacuru, Angélica, Chapadão do Sul, Horizonte do Sul, Bodoquena, Porto Murtinho, Antônio João e Dourados.
Obras em 2026: 42 municípios e mais de 480 km de rede

Em 2026, a Ambiental MS Pantanal prevê obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário em 42 municípios, com a entrega de mais de 480 quilômetros de novas redes coletoras.
As frentes de trabalho começaram em janeiro e seguem ao longo do ano. A maior parte das entregas está concentrada no primeiro semestre, com continuidade das obras no segundo semestre.
Entre os municípios com entregas previstas ainda no primeiro semestre estão Caarapó, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia, Sonora e itaquiraí.
No segundo semestre, estão previstas obras nos seguintes municípios: Água Clara, Amambai, Anaurilândia, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Eldorado, Fátima do Sul, Itaporã, Ivinhema, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria, Sete Quedas e Vicentina.
As obras incluem redes coletoras, ligações domiciliares, estações elevatórias, emissários, linhas de recalque e ampliação da capacidade de tratamento, conforme a necessidade de cada município. Essa estrutura garante que o esgoto gerado em casas, comércios e prédios públicos seja coletado, transportado e tratado de forma adequada.
Para Clayton Bezerra, diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, o cronograma de 2026 consolida uma etapa estratégica para ampliar o saneamento no Estado.
“Estamos acelerando a implantação de redes, ligações domiciliares e estruturas operacionais para que mais famílias tenham acesso ao esgotamento sanitário. Cada nova rede entregue representa infraestrutura permanente, mais saúde, proteção ambiental e qualidade de vida para a população”, destaca.

Com a coleta e o tratamento adequado do esgoto, os municípios reduzem riscos de contaminação do solo e dos corpos d’água, melhoram as condições sanitárias dos bairros e fortalecem sua infraestrutura urbana para crescer com mais planejamento.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da Parceria Público-Privada firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.