Postado por maria.espindola em 10/abr/2026 - Sem Comentários
Concessionária adota método menos invasivo em Três Lagoas, entrega novos equipamentos em Dourados e reforça meta de expansão do saneamento
A adoção de novas tecnologias pela Ambiental MS Pantanal tem ampliado a eficiência das obras de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com ganhos operacionais e redução de impactos no pavimento, no trânsito e na rotina da população.
Os avanços recentes envolvem tanto a utilização de métodos construtivos menos invasivos quanto a entrega de novos equipamentos e o treinamento das equipes responsáveis pelos serviços em campo.
Um dos exemplos é a obra concluída em Três Lagoas, entre 18 de fevereiro e 27 de março, para a substituição de 300 metros da rede de esgoto na Rua Duque de Caxias, no trecho entre as ruas Bruno Garcia e Rosário Congro. Na intervenção, a concessionária utilizou o Método Não Destrutivo (MND) em toda a extensão da operação, com apoio de novos maquinários.

“Mais do que uma substituição de rede, essa intervenção representa um avanço na modernização do sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas, ao aliar inovação, eficiência operacional e responsabilidade urbana”, afirma Nivaldo Luiz, gerente de serviços da Ambiental MS Pantanal.
A tubulação substituída está localizada a cerca de quatro metros de profundidade e integra uma estrutura estratégica para o transporte dos efluentes da região central do município. A estimativa é de que a melhoria beneficie aproximadamente 24 mil pessoas.
Diferentemente do modelo convencional, o método adotado utiliza acessos pontuais para a troca da tubulação, o que reduz significativamente a necessidade de escavações contínuas ao longo do trecho. Com isso, a intervenção provoca menos interferências na mobilidade urbana, preserva melhor o pavimento e reduz os transtornos para moradores, comerciantes e motoristas.
“Essa obra demonstra que é possível executar intervenções estratégicas na rede de esgoto com mais eficiência e menor impacto para a cidade. Ao adotar um método menos invasivo, conseguimos reduzir o tempo de execução em até 30%, além de preservar melhor o pavimento e diminuir os transtornos para a população”, reforça Nivaldo.
Segundo o gerente, o Método Não Destrutivo é mais indicado para melhorias em redes antigas, com longo tempo de operação, especialmente em trechos com profundidade superior a 4,5 metros e grandes extensões lineares.
Além da aplicação de novas técnicas em obras, a concessionária também investe na modernização de sua estrutura operacional. No dia 31 de março, operadores do setor de obras do polo de Dourados receberam oito novos equipamentos para atividades de implantação e manutenção de redes e ramais de esgoto no município.
Com estrutura mais leve e sistema de segurança operacional mais eficiente, os equipamentos foram entregues junto a um treinamento técnico voltado ao uso correto dos maquinários e aos cuidados preventivos necessários para ampliar a segurança operacional e a durabilidade dos recursos.
A capacitação foi ministrada por John Meison, mecânico do setor de oficina da Ambiental MS Pantanal, e integra a estratégia da concessionária de associar inovação tecnológica à qualificação das equipes.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, os avanços recentes reforçam dois pilares centrais para a expansão do saneamento no Estado: tecnologia e segurança operacional.
“Mato Grosso do Sul conta atualmente com 75,12% de cobertura de esgoto, e nossa meta é chegar a 86% ainda em 2026”, destaca.
Por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal, a meta é antecipar a universalização do esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.
Postado por maria.espindola em 08/abr/2026 - Sem Comentários
No Dia Mundial da Saúde, ações desenvolvidas no Estado evidenciam a relação entre coleta, tratamento de esgoto e qualidade de vida
No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o saneamento básico se destaca como uma das estratégias mais eficazes para a prevenção de doenças e a promoção da qualidade de vida. Em Mato Grosso do Sul, investimentos em infraestrutura e educação sanitária têm ampliado os impactos positivos sobre a saúde pública, ao reduzir riscos de contaminação e fortalecer a prevenção.
Para a médica infectologista, Mariana Croda, mestre e doutora em saúde pública e professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a falta de saneamento aumenta o risco de doenças infecciosas, especialmente as de veiculação hídrica, como diarreia, hepatite A leptospirose, parasitoses e arboviroses. Segundo ela, os efeitos são ainda mais relevantes em um estado como Mato Grosso do Sul, onde a melhoria das condições sanitárias contribui para proteger populações mais vulneráveis e reduzir enfermidades em áreas urbanas e rurais.

Atualmente, a Ambiental MS Pantanal, concessionária responsável pela coleta e tratamento de esgoto no Estado, trata cerca de 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto por ano. Além da ampliação da infraestrutura, a empresa também investe na capacitação de Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, em uma estratégia que busca aproximar a informação técnica do cotidiano das famílias e fortalecer o uso correto da rede.
A iniciativa já capacitou cerca de 300 profissionais. Em Ponta Porã, onde o projeto começou em julho de 2024, a concessionária aponta melhora de indicadores locais, com redução nas hospitalizações por dengue e chikungunya, queda nos casos de diarreia aguda e diminuição na incidência de extravasamentos por quilômetro de rede.
“Universalizar não é só construir; é manter o sistema funcionando bem”, afirma o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim. Segundo ele, a capacitação em municípios já universalizados é essencial para preservar os investimentos e ampliar os benefícios do saneamento ao longo do tempo.
Na prática, os agentes reforçam orientações durante visitas domiciliares e atendimentos nas unidades de saúde, com foco no descarte correto de resíduos e na prevenção de problemas como entupimentos e extravasamentos. Em cidades com rede recente, como Brasilândia, a ação também tem ajudado a esclarecer dúvidas da população sobre o uso adequado do sistema.
“Em Brasilândia, a capacitação trouxe mais segurança para que as equipes orientem a população. Após o treinamento, intensificamos a distribuição de panfletos informativos fornecidos pela concessionária”, afirma Jones Moreira, supervisor dos Agentes de Combate às Endemias no município. “Como a rede de esgoto é nova aqui, ainda existem muitas dúvidas sobre o uso correto”, completa.
A agente Maria Aparecida Uchôa destaca que o material facilita o diálogo com os moradores. “O panfleto abre a conversa e ajuda a esclarecer dúvidas na hora. Reforçamos, principalmente, o que não pode ser descartado na rede de esgoto”, diz.
As capacitações orientam que apenas efluentes domésticos devem ser direcionados à rede, evitando o descarte de água da chuva, óleo, fraldas e resíduos sólidos, que podem provocar entupimentos, sobrecargas e extravasamentos.
Postado por [email protected] em 02/abr/2026 - Sem Comentários
Pela primeira vez, município avança na implantação de uma estrutura completa de esgotamento sanitário
Itaquiraí vive, em 2026, um momento histórico para o saneamento básico. Desde janeiro, o município recebe um conjunto de obras que vai implantar uma nova estrutura de coleta, transporte e tratamento de esgoto, abrindo caminho para mais saúde, qualidade de vida e preservação ambiental.
Entre as principais frentes em execução estão a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para tratar 20 litros por segundo, a implantação de cerca de 2,4 quilômetros de rede coletora, 351 novas ligações domiciliares, com potencial para beneficiar 1.053 pessoas, além de duas Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e cerca de 7,7 quilômetros de emissário, estrutura essencial para transportar o esgoto dentro do sistema até as etapas de tratamento e destinação adequada.

Segundo Gabriel Buim, diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, as obras em Itaquiraí representam um avanço necessário e aguardado há muitos anos. A implantação de um sistema completo de esgotamento sanitário em um município que até então não contava com essa infraestrutura marca o início de uma mudança profunda, com efeitos duradouros para a população e para o meio ambiente.
“Itaquiraí está começando uma nova fase. Com início em janeiro e previsão de conclusão em agosto, essas intervenções representam os primeiros passos de uma transformação concreta na rotina da cidade. Sair de 0% de cobertura de esgoto e receber uma estrutura como essa significa levar mais dignidade, saúde e cuidado ambiental para a população. É uma transformação que começa agora, mas que vai gerar impactos positivos por muitos anos”, afirma.
Para o prefeito do município, Thalles Tomazelli, “a implantação da Estação de Tratamento de Esgoto representa um avanço significativo para Itaquiraí, ao fortalecer a infraestrutura urbana, a proteção ambiental e a saúde pública. Trata-se de uma melhoria que será percebida no cotidiano da população e que reafirma o compromisso com o desenvolvimento da cidade”.
Relevância ambiental e territorial
Com cerca de 19,4 mil habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE, Itaquiraí vive uma transformação que vai além da implantação de obras de engenharia. A chegada da estrutura de esgotamento sanitário representa um avanço concreto para a qualidade de vida da população, com impactos diretos no cotidiano, na saúde pública, nas condições urbanas e na preservação ambiental.
Quando o esgoto passa a ser coletado e tratado de forma adequada, o município reduz riscos de contaminação, melhora a infraestrutura urbana, contribui para a valorização dos bairros e fortalece a proteção dos recursos naturais. Em Itaquiraí, esse investimento ganha ainda mais importância por causa do contexto territorial e ambiental em que a cidade está inserida.
O município integra a bacia do rio Paraná e mantém relação direta com o rio Maracaí, afluente da margem direita do Paraná que banha a região. Além disso, Itaquiraí está situada em área associada ao domínio da Mata Atlântica, inclusive no contexto da APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, unidade de conservação federal de grande relevância ecológica.
Nesse cenário, as obras de saneamento assumem papel estratégico. A implantação da nova infraestrutura ajuda a evitar o lançamento inadequado de esgoto no solo e nos cursos d’água, reforça a proteção dos recursos hídricos e contribui para um modelo de desenvolvimento mais responsável, equilibrado e sustentável.
Liderança em Saneamento
As empresas de saneamento que atuam no Estado do Mato Grosso do Sul, Águas Guariroba e a PPP- Ambiental MS Pantanal, fazem parte do grupo Aegea Saneamento, que é líder no setor privado de saneamento básico no Brasil e atende mais de 39 milhões de pessoas. A companhia está presente em quase 900 cidades de 15 estados brasileiros, com atuação de norte a sul do país.
Opera nos estados do Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo, trabalhando para que mais brasileiros tenham acesso a água e esgoto tratados, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da saúde pública nessas regiões.
Postado por maria.espindola em 26/mar/2026 - Sem Comentários
Iniciativa que passa por municípios universalizados no MS agora conta também com orientações acerca do uso do fumacê
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Combate de Endemias (ACE) de Vicentina e Fátima do Sul deram início, na última terça-feira (24), ao processo de conscientização aos moradores de seus municípios sobre o uso correto da rede.
Os agentes foram às ruas com folders e levaram informações essenciais sobre o esgotamento sanitário em MS, logo após ao último treinamento realizado pela Ambiental MS Pantanal, também no dia 24 de março.
A iniciativa, que leva capacitação sobre o uso correto da rede aos agentes em Mato Grosso do Sul, é desenvolvida pela concessionária em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais.

A Agente de Controle de Endemias, Martha Gonçalves, relata que o conhecimento compartilhado durante o treinamento foi primordial para sua atuação em campo. “Ter essa informação completa para levar à população, conscientizando do que pertence à rede e o que pertence à drenagem é indispensável”, ressalta.
Jailson Novais, também Agente de Controle de Endemias, destaca que o uso consciente da rede de esgoto pela população é de grande importância para a qualidade de vida da cidade.
“Quando temos um tratamento de esgoto de qualidade e cuidamos desse sistema, isso se reflete diretamente na saúde da população”, conclui.
A ação, realizada em cidades em que o esgoto já é considerado universalizado, agora também leva informações e esclarece dúvidas sobre o uso do fumacê para que os agentes de saúde e de combate de endemias possam orientar a população nos locais em que a técnica será aplicada nas próximas semanas.
Segundo o Gerente de Operações Ambiental MS Pantanal, Pedro Ortolano, o treinamento faz parte das ações da concessionária rumo à universalização do saneamento, à melhoria da qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente no Estado.
Pedro explica que o foco nos agentes é essencial, já que atuam como multiplicadores de informação para a população, e que a próxima etapa, após os treinamentos, é a aplicação do fumacê.

“O fumacê é uma técnica usada para identificar ligações irregulares na rede de esgoto. Ele não é toxico e é utilizado para detectar pontos em que a água da chuva está sendo lançada no esgoto”, explica.
A ferramenta é utilizada para evitar casos de extravasamento de forma rápida e segura, identificando problemas sem causar transtornos à rotina da população, evitando a necessidade de quebrar calçadas ou paredes.
Pedro ressalta que a população não precisa se preocupar com a aplicação. “A fumaça utilizada não faz mal à saúde e desaparece rapidamente. Durante a ação pode aparecer fumaça saindo de ralos, calhas ou telhados, mas isso tudo é normal e esperado”, informa.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 18/mar/2026 - Sem Comentários
Após treinamentos em Santa Rita do Pardo e Brasilândia, iniciativa chega a mais um município universalizado em MS
Na última terça-feira (17), a Ambiental MS Pantanal realizou, em Batayporã, mais uma etapa do ciclo de treinamentos voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Sanesul e a Prefeitura Municipal e tem como público os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Mato Grosso do Sul.
A capacitação contou com palestras de sensibilização sobre a utilização adequada da rede de esgoto, distribuição de materiais informativos e orientações sobre a futura ação de fumacê no município.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, Batayporã já conta com a universalização dos serviços de água e esgoto, e o foco, neste momento, é ampliar o acesso da população à informação de qualidade.

“Começamos com atividades de conscientização junto a esses agentes, que são multiplicadores de conhecimento, e, em seguida, avançaremos com o trabalho do fumacê”, destacou.
De acordo com o diretor, a ação será a próxima etapa no município e já foi apresentada durante a capacitação. “O fumacê consiste na aplicação de fumaça na rede coletora, o que permite identificar ligações irregulares ou clandestinas que comprometem o funcionamento do sistema”, explicou.
O secretário municipal de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (Sodeta), Renan Bom Ribeiro, ressaltou a importância da iniciativa integrada.
“A capacitação foi fundamental para esclarecer como será realizada a ação do fumacê, que acontecerá em parceria com a Ambiental MS Pantanal e as Secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e de Obras de Batayporã”, pontuou.
A secretária municipal de Saúde, Letícia Sanches, também destacou o papel dos agentes na disseminação das informações.
“Ao sensibilizarmos esses profissionais, ampliamos o acesso à informação de qualidade e, consequentemente, promovemos mais saúde e qualidade de vida para a população”, afirmou.
Para a agente comunitária de saúde, Angélica dos Santos Silva, a capacitação contribuiu para esclarecer dúvidas e fortalecer a atuação dos profissionais. Segundo ela, o conteúdo apresentado reforça a importância do trabalho dos agentes na prevenção de doenças e na orientação correta aos moradores.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer mais municípios do Estado até o final de 2026. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 16/mar/2026 - Sem Comentários
Ambiental MS Pantanal alerta para riscos de sobrecarga causados por descarte inadequado e ligações irregulares
O período de verão, marcado por chuvas intensas e maior consumo de água, exige atenção redobrada da população com o uso correto da rede de esgoto. Em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal alerta que práticas como descarte inadequado de resíduos, lançamento de água de piscina na rede coletora e conexões irregulares de águas pluviais podem provocar sobrecarga no sistema e gerar extravasamentos, refluxos e outros transtornos.
“O sistema de esgoto foi dimensionado para receber apenas esgoto doméstico. Quando há entrada indevida de água da chuva ou grandes descargas, a capacidade da rede pode ser comprometida”, afirma o coordenador de serviços da concessionária, Rubens Calixto.

A empresa trata atualmente cerca de 33,6 milhões de m³ de esgoto por ano e mantém rotina permanente de manutenção preventiva em todo o Estado. Apenas em janeiro e fevereiro de 2026, foram realizados 948 serviços preventivos, com foco na preservação da eficiência operacional da rede.
Além das ações técnicas, a concessionária reforça que a participação da população é decisiva para o bom funcionamento do sistema. O descarte incorreto de materiais sólidos e o uso inadequado da rede estão entre as principais causas de obstruções e ocorrências operacionais.
A orientação é simples: a rede de esgoto deve receber apenas esgoto doméstico. Águas pluviais devem ser destinadas à drenagem urbana, enquanto resíduos como gordura, areia, lenços e produtos químicos devem ter destinação apropriada.
Uso correto da rede de esgoto no verão
Para evitar sobrecargas na rede e transtornos à população, algumas atitudes simples fazem diferença no dia a dia:
• Esvazie piscinas de forma gradual e, sempre que possível, prefira o tratamento ao esvaziamento completo;
• Não conecte a rede pluvial diretamente à rede esgoto;
• Evite jogar resíduos sólidos no ralo;
• Atenção ao descarte de areia e resíduos de limpeza;
• Prefira o uso consciente da água.
O que NÃO jogar na rede de esgoto
Alguns resíduos podem causar entupimentos, mau funcionamento da rede e até extravasamentos. Veja o que nunca deve ser descartado em ralos ou vasos sanitários:
• Óleo e gordura de cozinha;
• Lenços umedecidos;
• Absorventes e fraldas;
• Cotonetes e fios dentais;
• Bitucas de cigarro;
• Restos de comida;
• Areia de filtro de piscina;
• Terra e restos de obra;
• Produtos químicos ou solventes.
Postado por [email protected] em 02/fev/2026 - Sem Comentários
Com 38,35% de cobertura, o município recebe 55 km de redes, 3,5 mil novas ligações e melhorias operacionais para ampliar o tratamento.
Após um ano de avanços no saneamento básico em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, inicia em 2026 um novo ciclo de obras para ampliar o esgotamento sanitário em 42 municípios do interior.
A previsão é entregar mais de 480 quilômetros de redes de esgoto, fortalecendo a infraestrutura e ampliando o acesso ao serviço, com impacto direto na qualidade de vida da população e na proteção ambiental.
Entre as prioridades do planejamento para 2026, Rio Verde de Mato Grosso contará com investimentos e melhorias na infraestrutura sanitária ao longo do ano, com cronograma de execução previsto entre janeiro e dezembro.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a cidade tem atualmente 38,5% de cobertura, mas deve registrar um salto importante com a implantação de 55 quilômetros de novas redes coletoras e 3,5 mil novas ligações.
“Rio Verde de Mato Grosso está entre os municípios que recebem investimentos relevantes neste ciclo. Com essas obras, a ampliação do sistema vai beneficiar diretamente cerca de 10,6 mil pessoas”, destaca o diretor.
Além da expansão da rede, o município também terá reforço na estrutura operacional, com a implantação de seis Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e melhorias na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) local. A medida vai elevar a eficiência do sistema e garantir mais estabilidade e segurança na operação.
Com as intervenções, a capacidade de tratamento será ampliada em 10 litros por segundo, consolidando Rio Verde como uma etapa estratégica dentro do conjunto de obras previstas para 2026.
Clayton Bezerra ressalta que o avanço do cronograma e a antecipação de entregas reforçam o compromisso da concessionária com a expansão do saneamento no estado.
“Os investimentos são estruturantes e geram impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais, com destaque para municípios como Rio Verde, que se consolida como um dos eixos estratégicos deste novo ciclo de expansão.”
Entregas ao longo do ano
Com obras já em execução e novas frentes previstas para os próximos meses, Clayton destaca que mais da metade dos municípios contemplados pelas intervenções em esgotamento sanitário deverá receber entregas ainda no primeiro semestre de 2026. Entre as cidades com avanços programados para esse período estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.
Já os demais municípios, com conclusão prevista para o segundo semestre, terão mais frentes de obra, serviços complementares e maior extensão de rede, exigindo um cronograma mais intensivo para assegurar qualidade e segurança nas entregas.
Postado por [email protected] em 29/jan/2026 - Sem Comentários
Ações conjuntas fortalecem a rede de esgoto no interior do Estado e aceleram a evolução da cobertura em diferentes regiões.
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul seguem fortalecendo a infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com obras em execução e melhorias operacionais que ampliam a cobertura do serviço em 68 municípios do interior.
Somados aos índices de cobertura de esgoto já existentes e operados pela Sanesul, em 2021, as obras realizadas pela Ambiental MS Pantanal impulsionaram avanços expressivos em diversos municípios. Bataguassu, por exemplo, passou de 36,65% para 97,21%, enquanto Figueirão evoluiu de 11,59% para 96,48%. Antônio João avançou de 49,01% para 91,40%, e Ponta Porã subiu de 83,33% para 99,00%. Angélica registrou crescimento de 58,95% para 94,78%, e Jateí passou de 90,39% para 99,00%. Já Novo Horizonte do Sul saltou de 0,00% para 94,16%, e Inocência evoluiu de 13,69% para 99,00%, assim o Estado de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com 26 municípios com universalizados com o serviço de esgotamento sanitário de acordo com o ‘Marco Legal do Saneamento’.
As intervenções incluem implantação de novas redes coletoras, construção de Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), adequações hidráulicas e melhorias na operação e no tratamento, beneficiando diretamente milhares de famílias e reforçando a proteção dos cursos d’água.

De acordo com o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, o avanço é resultado de uma estratégia de investimentos consistentes e execução planejada.
“O saneamento básico é um dos pilares mais importantes para a saúde pública e para o desenvolvimento urbano sustentável. A ampliação da infraestrutura de esgoto no interior mostra que estamos acelerando entregas com responsabilidade técnica, garantindo ganhos reais para a população e para o meio ambiente, em alinhamento às metas de universalização previstas no marco regulatório”, destaca.
Para Renato Marcílio, o avanço do saneamento no estado é resultado direto do modelo da gestão municipalista implementado pelo governador Eduardo Riedel.
“Estamos falando de dignidade, prevenção, saúde pública e cuidado com o meio ambiente. O saneamento deixa de ser promessa e passa a ser realidade concreta na vida das pessoas”, avalia o diretor-presidente da Sanesul.
Outro indicador relevante é a consolidação de municípios com altos índices de cobertura de esgotamento sanitário no Estado. Entre os destaques estão Dourados (90,01%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (99,00%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (98,97), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,09%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Batayporã (98,32%), Jateí (99%), Chapadão do Sul (93,93%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,51%) e Dois Irmãos do Buriti (97,17%).*
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 22/jan/2026 - Sem Comentários
A ação dá continuidade ao trabalho iniciado em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã
Na última quarta-feira (21), a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizou uma capacitação voltada a Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e agentes de endemias em Mato Grosso do Sul.
O treinamento ocorreu pela manhã em Santa Rita do Pardo e, no período da tarde, em Brasilândia, reunindo momentos de interação e palestras com foco na sensibilização e na orientação sobre o uso adequado da rede coletora de esgoto.

Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, capacitar os agentes, especialmente em municípios que já alcançaram a universalização do serviço, é uma estratégia para ampliar a orientação direta à população, reforçando boas práticas e prevenindo usos incorretos da rede.
“Como visitam os moradores diariamente, esses profissionais conseguem orientar sobre a conexão e o uso adequado do sistema, assegurando que a infraestrutura implantada gere benefícios permanentes para a saúde e o meio ambiente”, destacou.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo de Brasilândia, Carlos Alberto dos Santos Dutra, ressaltou que o encontro contribuiu para ampliar a compreensão dos participantes sobre a relação entre o esgotamento sanitário, o meio ambiente, a saúde pública e os hábitos da comunidade.
“O encontro proporcionou um olhar mais amplo, com uma perspectiva ecológica e ambiental, reforçando a importância da preservação do meio ambiente e a proteção da saúde das pessoas”, completou o secretário.
Para o gerente regional da Sanesul em Três Lagoas, Adilson Silva Bahia, a capacitação traz resultados positivos tanto para o funcionamento do sistema quanto para a prevenção de doenças relacionadas ao saneamento inadequado.
“Investir em esgoto é economizar na saúde: a cada R$ 1 aplicado, a economia pode chegar a quase R$ 5. Com gente capacitada orientando a comunidade, todo o sistema ganha e a população sente os resultados”, afirmou.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer municípios do interior. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 - Sem Comentários
Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos
O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.
Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.
As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.
É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.
Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.
Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).
Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.
Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.
“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.
Futuro do saneamento
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.
Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.
A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.