Após capacitações, agentes de saúde e de controle de endemias sensibilizam população em Vicentina e Fátima do Sul sobre uso correto da rede

Postado por maria.espindola em 26/mar/2026 - Sem Comentários

Iniciativa que passa por municípios universalizados no MS agora conta também com orientações acerca do uso do fumacê

Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Combate de Endemias (ACE) de Vicentina e Fátima do Sul deram início, na última terça-feira (24), ao processo de conscientização aos moradores de seus municípios sobre o uso correto da rede.

Os agentes foram às ruas com folders e levaram informações essenciais sobre o esgotamento sanitário em MS, logo após ao último treinamento realizado pela Ambiental MS Pantanal, também no dia 24 de março.

A iniciativa, que leva capacitação sobre o uso correto da rede aos agentes em Mato Grosso do Sul, é desenvolvida pela concessionária em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais.

A Agente de Controle de Endemias, Martha Gonçalves, relata que o conhecimento compartilhado durante o treinamento foi primordial para sua atuação em campo. “Ter essa informação completa para levar à população, conscientizando do que pertence à rede e o que pertence à drenagem é indispensável”, ressalta.

Jailson Novais, também Agente de Controle de Endemias, destaca que o uso consciente da rede de esgoto pela população é de grande importância para a qualidade de vida da cidade.

“Quando temos um tratamento de esgoto de qualidade e cuidamos desse sistema, isso se reflete diretamente na saúde da população”, conclui.

A ação, realizada em cidades em que o esgoto já é considerado universalizado, agora também leva informações e esclarece dúvidas sobre o uso do fumacê para que os agentes de saúde e de combate de endemias possam orientar a população nos locais em que a técnica será aplicada nas próximas semanas.

Segundo o Gerente de Operações Ambiental MS Pantanal, Pedro Ortolano, o treinamento faz parte das ações da concessionária rumo à universalização do saneamento, à melhoria da qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente no Estado.

Pedro explica que o foco nos agentes é essencial, já que atuam como multiplicadores de informação para a população, e que a próxima etapa, após os treinamentos, é a aplicação do fumacê.

“O fumacê é uma técnica usada para identificar ligações irregulares na rede de esgoto. Ele não é toxico e é utilizado para detectar pontos em que a água da chuva está sendo lançada no esgoto”, explica.

A ferramenta é utilizada para evitar casos de extravasamento de forma rápida e segura, identificando problemas sem causar transtornos à rotina da população, evitando a necessidade de quebrar calçadas ou paredes.

Pedro ressalta que a população não precisa se preocupar com a aplicação. “A fumaça utilizada não faz mal à saúde e desaparece rapidamente. Durante a ação pode aparecer fumaça saindo de ralos, calhas ou telhados, mas isso tudo é normal e esperado”, informa.

O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?

Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.

Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Ambiental MS Pantanal apoia 17° edição do Drive-Thru da Sustentabilidade

Postado por maria.espindola em 23/mar/2026 - Sem Comentários

Concessionária levou ações de educação ambiental e orientações sobre o uso correto da rede de esgoto para crianças da rede pública em Campo Grande

A Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul e a Agems, participou da 17ª edição do Drive-Thru da Sustentabilidade – Sustentabilidade, Educação, Cultura e Negócio, realizada entre os dias 19 e 21 de março, em Campo Grande, nos Altos da Avenida Afonso Pena, no estacionamento ao lado do Bioparque Pantanal.

A iniciativa teve como objetivo sensibilizar a população sobre os serviços de saneamento, o descarte correto de resíduos recicláveis e a importância da sustentabilidade, reunindo também atividades culturais e educativas. Idealizadora do projeto, Ana Franzolozo, da Du Bem Sustentável, destacou que a proposta buscou incentivar a reciclagem de forma acessível e estimular a participação da população em ações voltadas à preservação ambiental.

O evento foi realizado na semana que antecedeu o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. Na ocasião, a supervisora de Ação Socioambiental da Sanesul, Geissianny Bessão de Assis, afirmou que a expectativa era transmitir à população a importância do uso consciente e sustentável da água.

“Também queríamos reforçar essa mensagem sobre o uso correto dos sistemas de esgotamento sanitário e sobre os benefícios que esse sistema traz para a população”, acrescentou.

A coordenadora da Câmara de Resíduos Sólidos da Agems, Danielli Vendimiati, ressaltou a importância da parceria entre Ambiental MS Pantanal, Agems, Sanesul e Secretaria Municipal de Saúde, destacando que a participação no Drive-Thru da Sustentabilidade contribuiu para ampliar o engajamento da população na preservação ambiental.

“Viemos para levar educação ambiental e reforçar a importância do saneamento”, afirmou.

Representando a Ambiental MS Pantanal, Jaciela Leguiça, analista de responsabilidade social, destacou a relevância da ação para aproximar temas como saneamento, sustentabilidade e educação ambiental do público infantil.

“Estivemos ao lado de nossos parceiros, Sanesul e Agems, em uma ação importante para aproximar temas como saneamento, sustentabilidade e educação ambiental das crianças. Em nosso estande, trabalhamos esses conteúdos de forma lúdica e informativa, com a distribuição de mudas nativas do Cerrado, materiais educativos, como os gibis da Liga do Saneamento, e orientações sobre o uso correto da rede, contribuindo para a formação de uma consciência ambiental desde a infância”, afirmou.

A coordenadora pedagógica Noeli Strada também ressaltou a importância da atividade para o aprendizado das crianças. “Esse momento foi maravilhoso porque eles já haviam visto na teoria a importância da sustentabilidade e agora puderam vivenciar isso também na prática”, disse.

O Drive-Thru da Sustentabilidade foi promovido pela Prefeitura de Campo Grande, por meio do FAC (Fundo de Apoio à Comunidade), em parceria com a startup Du Bem Sustentável, e contou ainda com a participação de diversos órgãos do Governo do Estado, como Sanesul, Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) e Agems (Agência Estadual de Regulação).

Verão exige atenção com o uso da rede de esgoto em Mato Grosso do Sul

Postado por maria.espindola em 16/mar/2026 - Sem Comentários

Ambiental MS Pantanal alerta para riscos de sobrecarga causados por descarte inadequado e ligações irregulares

O período de verão, marcado por chuvas intensas e maior consumo de água, exige atenção redobrada da população com o uso correto da rede de esgoto. Em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal alerta que práticas como descarte inadequado de resíduos, lançamento de água de piscina na rede coletora e conexões irregulares de águas pluviais podem provocar sobrecarga no sistema e gerar extravasamentos, refluxos e outros transtornos.

“O sistema de esgoto foi dimensionado para receber apenas esgoto doméstico. Quando há entrada indevida de água da chuva ou grandes descargas, a capacidade da rede pode ser comprometida”, afirma o coordenador de serviços da concessionária, Rubens Calixto.

A empresa trata atualmente cerca de 33,6 milhões de m³ de esgoto por ano e mantém rotina permanente de manutenção preventiva em todo o Estado. Apenas em janeiro e fevereiro de 2026, foram realizados 948 serviços preventivos, com foco na preservação da eficiência operacional da rede.

Além das ações técnicas, a concessionária reforça que a participação da população é decisiva para o bom funcionamento do sistema. O descarte incorreto de materiais sólidos e o uso inadequado da rede estão entre as principais causas de obstruções e ocorrências operacionais.

A orientação é simples: a rede de esgoto deve receber apenas esgoto doméstico. Águas pluviais devem ser destinadas à drenagem urbana, enquanto resíduos como gordura, areia, lenços e produtos químicos devem ter destinação apropriada.

Uso correto da rede de esgoto no verão

Para evitar sobrecargas na rede e transtornos à população, algumas atitudes simples fazem diferença no dia a dia:

•             Esvazie piscinas de forma gradual e, sempre que possível, prefira o tratamento ao esvaziamento completo;

•             Não conecte a rede pluvial diretamente à rede esgoto;

•             Evite jogar resíduos sólidos no ralo;

•             Atenção ao descarte de areia e resíduos de limpeza;

•             Prefira o uso consciente da água.

O que NÃO jogar na rede de esgoto

Alguns resíduos podem causar entupimentos, mau funcionamento da rede e até extravasamentos. Veja o que nunca deve ser descartado em ralos ou vasos sanitários:

•             Óleo e gordura de cozinha;

•             Lenços umedecidos;

•             Absorventes e fraldas;

•             Cotonetes e fios dentais;

•             Bitucas de cigarro;

•             Restos de comida;

•             Areia de filtro de piscina;

•             Terra e restos de obra;

•             Produtos químicos ou solventes.

MS atinge 75,12% de cobertura de esgoto e projeta chegar a 86% em 2026

Postado por maria.espindola em 09/fev/2026 - Sem Comentários

Cobertura de esgoto avança de 46% para 75% em MS com novas ETEs e ampliação da capacidade de tratamento

Mato Grosso do Sul alcançou 75,12% de cobertura de esgoto e tem a meta de chegar a 86% em 2026, por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal.

O índice consolida a evolução do serviço nos últimos anos — de 46% para 75% — e reforça a estratégia de antecipar a universalização antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.

Para o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a expansão da rede impacta diretamente a qualidade de vida.

“O saneamento é uma das políticas públicas com maior impacto social. Cada metro de rede implantada significa menos doenças, mais dignidade, preservação ambiental e valorização das cidades”, afirma.

Obras em 2026: 42 municípios e mais de 480 km de rede

A programação de investimentos para 2026 prevê obras de ampliação da rede de esgoto em cerca de 42 municípios, com expectativa de entrega de mais de 480 quilômetros de novas redes. As frentes já estão em andamento e devem concentrar mais da metade das entregas no primeiro semestre, com continuidade ao longo do segundo semestre.

De acordo com a concessionária, entre os municípios com entregas previstas ainda no primeiro semestre estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.

Para os demais municípios, a conclusão das obras está prevista para o segundo semestre de 2026, incluindo a implantação e ampliação de redes em Água Clara, Amambai, Anaurilândia, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria, Sete Quedas, Três Lagoas e Vicentina.

Conforme destaca Buim, a aceleração do cronograma reforça o compromisso da concessionária com a ampliação do saneamento no Estado, com impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais.

Novas ETEs e ampliação de sistemas

Além da ampliação das redes de esgoto, o pacote de investimentos para 2026 inclui obras de reforço da estrutura operacional.

Estão previstas ligações domiciliares em Aral Moreira, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria e Sete Quedas. Também haverá intervenções em Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) em Amambai, Anaurilândia, Camapuã, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaquiraí, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Sete Quedas e Taquarussu, além da ampliação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em Bataguassu e Três Lagoas. Já os emissários serão executados e/ou adequados em Três Lagoas, Taquarussu, Itaquiraí e Eldorado.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.

Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Dia da Mulher: conheça as lideranças femininas da PPP que vai universalizar o saneamento no MS

Postado por paintbox em 08/mar/2022 -

Apesar de parecer predominantemente masculino, o mundo da engenharia ambiental conta com um número cada vez maior de lideranças femininas. No Mato Grosso do Sul não é diferente. Por aqui, a Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – é um exemplo dessa mudança.

Hoje, o MS é apontado como uma referência nacional no saneamento, por ter se antecipado ao Marco Legal que, em 2020, abriu caminho para que a iniciativa privada se unisse ao governo do estado na empreitada de universalizar o saneamento básico dentro dos próximos dez anos.

O cumprimento da meta deve beneficiar aproximadamente 1,7 milhão de sul-mato-grossenses e trazer mais condições de saúde aos moradores. É sabido, por exemplo, que além de afetar a população como um todo, a falta de saneamento compromete a saúde física e mental da mulher, mina sua produtividade, dificulta o acesso à educação e, consequentemente, contribui para a desigualdade de gênero.

De acordo com pesquisa realizada pela Instituto Trata Brasil, no país, uma em cada quatro mulheres não tem acesso adequado aos serviços de saneamento básico.

No MS, o caminho até a universalização conta com a participação de mulheres que lideram grandes grupos de homens que – juntos – ajudarão a alcançar a tão sonhada meta de universalização do saneamento, contribuindo para um ambiente menos desigual.

Em entrevista, um grupo de quatro jovens mulheres que ocupam cargos de liderança na MS Pantanal contam como foram suas trajetórias até chegarem onde chegaram, falam das mudanças que observaram pelo caminho, e compartilham suas perspectivas sobre como o olhar feminino pode contribuir para um ambiente de trabalho mais humano e colaborativo.

Zaida Siufi Pereira. Natural de Uberaba (MG), Zaida, 31, é coordenadora de Meio Ambiente na AMSP. Engenheira ambiental, ela conta que tem como inspiração sua mãe, dentista, que a incentivou na escolha da profissão. Quando Zaida tinha apenas 7 anos, perdeu o pai e teve que ajudar a mãe a cuidar da casa e dos dois irmãos.

Desde que começou a trabalhar no ramo do saneamento, Zaida viu “muita coisa mudar” no que diz respeito à representatividade feminina no mercado de trabalho. Ela conta que, no começo, era a única mulher em um grupo de homens que monitoravam a rede de esgoto em Cuiabá (MT) e que, de lá pra cá, o quadro mudou substancialmente, com a contratação de várias mulheres para cargos estratégicos até então ocupados por homens.

“Confesso que me sentia privilegiada ao me ver como a única mulher no grupo… sentia meu trabalho reconhecido”, diz. “No entanto, comecei a refletir sobre o que isso realmente, significava: falta de representatividade feminina no mercado de trabalho”, pondera. “Fico feliz em ver que as coisas estão mudando”.

Zaida diz ainda que, ao longo de sua trajetória profissional, conheceu mulheres que a inspiraram e incentivavam na empresa. “Somos poucas, mas somos fortes e unidas… o caminho para um mundo mais igual é a união e o compartilhamento de experiências que sirvam de inspiração para outras mulheres”.

Para Zaida, mãe de uma menina de 3 anos, o olhar feminino tem muito a contribuir no ambiente de trabalho. “Eu, que sou mãe, quero o melhor para a minha filha”, diz. “Nós, mulheres, temos esse olhar mais cuidadoso… e quando a gente fala em saneamento, a gente fala em melhorar a qualidade de vida das pessoas; é isso que eu quero para minha filha”, completa.

Letícia Yule. Natural de Campinas (SP), a coordenadora do polo de Corumbá da MS Pantanal, Letícia Yule, 32, lidera cerca de 50 colaboradores homens, em diversos municípios da região.

Formada em Engenharia Civil, ela conta que escolheu a profissão por preferir as ciências exatas, e que não se preocupou com a percepção de que o curso era frequentado predominantemente por homens.

Assim como Zaida, Letícia tem a mãe como exemplo de inspiração. Ela conta que, com o divórcio dos pais, quando ainda era pequena, passou por momentos difíceis com a mãe que, além de estudar e trabalhar, cuidava de Letícia praticamente sozinha. “Minha mãe é minha inspiração. A vi trabalhar de manhã, de tarde e à noite, estudar e cuidar de mim, com ajuda de familiares”, conta.

Letícia diz ainda que, ao longo de sua trajetória profissional, viu-se em momentos em que precisou ser “mais firme”, principalmente quando assumiu cargos de chefia. “Às vezes, quando chego em um lugar novo, percebo que há alguma resistência por parte do colaborador que nunca teve uma chefe mulher…. mas é uma questão de tempo até que certa barreira seja rompida e eles vejam que o fato de eu ser uma mulher é apenas um detalhe”, diz.

Para Letícia, seu olhar feminino ajuda muito no relacionamento com os colaboradores. “Eu acho que o olhar feminino acrescenta no detalhe; mais sutil e humano ao abordar o colaborador”, diz. “Nós, mulheres, muitas vezes sabemos ouvir o colega, que se sente mais confortável para se abrir, caso esteja passando por uma situação difícil em casa, por exemplo”. “Somos uma empresa, mas também somos humanos… às vezes não vou poder ajudar, mas vou poder ouvir”, acrescenta.

Daniela Gutierres. Formada em Engenharia Sanitária Ambiental, Daniela é responsável pelo controle de qualidade dos serviços de tratamento e laboratório da MS Pantanal, nos 68 municípios onde a PPP atua no Mato Grosso do Sul.

Entre suas funções, ela é responsável pela performance das estações de tratamento de esgoto (ETEs) e as avaliações laboratoriais do interior do estado, além dos índices de qualidade, apoiando a operação.

Com apenas 18 anos, Daniela iniciou sua carreira no Grupo Aegea como estagiária no Centro de Controle de Operações (CCO) da concessionária Águas Guariroba, em Campo Grande. Ela conta que, à época, a representatividade feminina era pouco expressiva no setor, mas que a situação foi mudando gradualmente, com a contratação de novas líderes femininas.

Tal qual Zaida e Letícia, sua mãe é seu maior exemplo de inspiração feminina. “Minha mãe criou – praticamente sozinha – a mim e a minha irmã… Ela nunca mediu esforços no trabalho, nunca reclamava e estava sempre com um sorriso no rosto”, conta. “Por ela nunca ter desistido, ela é a minha inspiração de vida”, acrescenta.

Para Daniela, o olhar feminino nas relações com os colegas faz toda a diferença. “Temos delicadeza na comunicação, e os resultados disso são perceptíveis”, diz a engenheira.

Fernanda Jara. Supervisora do polo de Três Lagoas da MS Pantanal, Fernanda, 27, também está entre as mais jovens líderes da companhia, liderando um grupo de cerca de 24 homens, em três municípios da região.

Formada em Engenharia Civil, a campo-grandense conta que o fato de o curso ser predominantemente masculino não a intimidou, e que ela contou com todo o apoio de sua família na escolha da profissão.

Até chegar a seu posto de liderança, passou, no entanto, por situações de discriminação por ser mulher, quando trabalhava como empreiteira em uma empresa da capital. “Trabalhei em uma empresa em que eu era a única mulher, e estava começando a minha carreira. Sofri certa resistência por parte dos colegas na hora de impor minha autoridade, mas, hoje, onde estou, não vejo mais esse problema… há respeito entre os colegas”, diz.

Para Fernanda, que está há cerca de um ano na MS Pantanal, um dos melhores momentos de sua carreira foi quando ela teve a oportunidade de ser supervisora do polo de Três Lagoas. “Me senti super realizada”, diz. “Aqui existem boas perspectivas de crescimento para nós, mulheres… A gente vê acontecer”, conclui.

Em Bonito, coletivo planta mudas para recuperar vegetação que margeia o Rio Formoso

Postado por paintbox em 25/fev/2022 -

O coletivo Mil Pelo Planeta, em parceria com a Casa Vagalume e a Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – realizou o plantio de mudas de espécies nativas do Cerrado para alargamento da vegetação que margeia o Rio formoso, em Bonito (MS), na última quarta-feira (23).

Foram doadas 250 mudas de espécies como jacarandá, moringa, ipê roxo e cedro rosa pela MS Pantanal. O plantio contou com a participação de agrônomos, biólogos e voluntários engajados na causa ambiental e em ações de recuperação do bioma.

Idealizador do Mil Pelo Planeta, o publicitário Neo Ávila explicou que o modelo de plantio escolhido foi o de “muvuca da natureza”, em que as mudas são plantadas juntamente com várias sementes de espécies nativas que protegem as árvores contra pragas e intempéries. “As sementes que utilizamos no plantio dão apoio ao crescimento das mudas, uma vez que acabam virando alvo de insetos, como formigas, que em vez de consumirem as mudas, prejudicando o seu crescimento, preferem as sementes da muvuca”, disse.

“As árvores plantadas neste sistema contam com uma rede de proteção das sementes”, endossou o especialista em plantio agroflorestal Thiago Luiz, que acompanhou a ação. “Além de protegerem as mudas, as sementes que compõem a muvuca atraem insetos polinizadores como a abelha e a libélula e acabam por auxiliar também no processo natural de recuperação da vegetação local”, explica.

Sustentabilidade. Em parceria com a MS Pantanal, o Mil Pelo Planeja já plantou mais de 2 mil mudas de espécies nativas em Bonito, município considerado capital do ecoturismo no Brasil. Parte dessas mudas também foram utilizadas para a recuperação da mata ciliar do Rio Formosinho.

Em novembro de 2020, o coletivo realizou o plantio de mil mudas no sistema agroflorestal e acompanha o desenvolvimento das plantas – frutíferas, em sua maioria -, que estão sendo utilizadas na subsistência de comunidades locais.

“As mudas doadas pela MS Pantanal estão prosperando”, disse Dona Élida, proprietária do terreno em que o coletivo realizou a ação em novembro. “Estamos cuidando muito bem dessas árvores, porque é delas que tiramos nosso sustento”, acrescentou.

Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.

Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.

 

 

Referência Nacional, PPP do saneamento completa um ano de contrato no MS; veja o que foi feito

Postado por paintbox em 08/fev/2022 -

Considerada uma referência para todo o país, dado seu pioneirismo, a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal (AMSP) – completou, no último sábado (5), um ano de assinatura do contrato com o governo. 

Desde maio de 2021, com o início da chamada “operação plena” da AMSP, cerca de 12,3 mil sul-mato-grossenses já foram conectados à rede coletora de esgoto. A companhia está presente nos 68 municípios onde a Sanesul já atua e suas equipes e veículos já são vistos trabalhando em todas as regiões do Estado.

De lá pra cá, os avanços foram notáveis. Apenas nos primeiros nove primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou cerca de 3,75 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 12,6 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.  

Universalização. A PPP surgiu com a meta de acelerar os investimentos para que o estado atinja a universalização do saneamento básico dentro da próxima década. A assinatura do contrato entre a Sanesul se deu em 5 de fevereiro do ano passado, na esteira da vitória da Aegea em um leilão promovido em outubro de 2020, logo após a sanção do Marco Legal do Saneamento. 

O evento de assinatura do contrato contou a presença do governador do estado, Reinaldo Azambuja, do presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., e de outros executivos da Aegea Saneamento. À época, Azambuja disse que “o grande legado desta parceria é a possibilidade de abreviar o tempo, podendo entregar mais ao estado em um curto espaço de tempo”. “Quem olha o projeto de saneamento verá que é voltado à qualidade de vida”, afirmou. 

Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP, mais 1,7 milhão de pessoas terão acesso ao saneamento básico ao final de 2031, posicionando o MS como o primeiro estado do país a atingir a universalização. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada. 

Novos Equipamentos. Entre as melhorias trazidas pela PPP, estão os caminhões customizados da MS Pantanal, que foram distribuídos em vários municípios do estado. O modelo foi desenhado com o objetivo de minimizar possíveis transtornos em serviços como manutenção, troca de tubulação e ligação na rede de esgoto. 

Isso será possível porque esse tipo de caminhão reúne em um só veículo equipamentos como caçamba, retroescavadeira, baús para acondicionamento de ferramentas, guindaste e engate rápido para instrumentos hidráulicos. 

Com o novo caminhão, o deslocamento de vários veículos para a realização de um só veículo não se faz mais necessário, resultando na redução de poluentes e possíveis transtornos no tráfego das cidades. Desde maio, a MS Pantanal já distribuiu 14 modelos da retro saneamento em cidades como Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí, Aquidauana, Sidrolândia, Chapadão do Sul e Jardim.  

Além disso, foram distribuídos 22 mini hidro jatos, usados na desobstrução da rede de esgoto e 6 caminhões hidro vácuo, utilizados para o mesmo fim. Em Corumbá, a MS Pantanal disponibilizou uma retroescavadeira com rompedor, dadas as peculiaridades do solo da região, localizada no Maciço do Urucum. O solo da região é conhecido por seus depósitos de minérios que o tornam mais difícil de ser rompido. 

Modernização. O sistema de monitoramento da rede coletora de esgoto também foi modernizado com a chegada da PPP, com a instalação de novas centrais digitais, que vieram substituir discadoras analógicas antigas e permitirão a coleta de dados operacionais mais detalhados nas estações elevatórias e de tratamento do esgoto (ETEs) do estado.

No novo sistema, o quadro de comando de cada unidade envia dados sobre o funcionamento dos equipamentos da planta para um sistema informatizado.

A iniciativa incorpora inteligência de dados e tecnologia à gestão, permitindo a coleta e cruzamento de informações importantes e úteis para o desenvolvimento de estratégias de atuação e investimento.

Na prática, isso significa que o funcionamento de 192 estações elevatórias de esgoto (EEEs) está sendo monitorado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, em Campo Grande, em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias.

A AMSP ainda instalou geradores de energia em estações elevatórias de esgoto (EEEs) de Três Lagoas, que darão apoio ao funcionamento em caso de queda de energia. A instalação desses equipamentos deve trazer mais segurança e eficiência às operações, uma vez que quedas prolongadas de energia podem resultar no extravasamento de esgoto.

Infra Inteligente. Antes de assumir as operações de afastamento, coleta e tratamento de esgoto, a AMSP conduziu o programa Infra Inteligente, da Aegea – maior empresa privado de saneamento do país -, num período de três meses para mapear todos os ativos repassados pela Sanesul.

No período, foram percorridas cerca de 68 estações de tratamento de esgoto (ETEs) e 200 EEEs. Para isso, a empresa lançou mão de equipamentos de última geração, como drones capazes de reproduzir modelos tridimensionais das plantas.

O diretor-sênior de projetos da Aegea, Wagner Carvalho – um dos criadores do projeto – explicou que o mapeamento inteligente da estrutura de esgotamento sanitário do MS possibilita monitorar a saúde dos ativos “como se fosse um exame médico”.

De acordo com o diretor, o Infra Inteligente viabiliza a gestão intensiva dessa estrutura. “Com isso, é possível traçar estratégias mais assertivas de investimento e manutenção do patrimônio”, disse.

MS Pantanal abre vaga para técnico em Segurança do Trabalho em Três Lagoas

Postado por paintbox em 01/dez/2021 -

A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o grupo Aegea – abriu vaga para técnico em Segurança do Trabalho em Três Lagoas (MS).

Entre os requisitos para a candidatura, exige-se curso técnico em Segurança do Trabalho, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria “B” e disponibilidade para viagens no estado.

A MS Pantanal assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul atua, em todas as regiões do Mato Grosso do Sul, com a meta de garantir esgotamento sanitário à 98% da população até o final de 2031. Desde então, equipes e veículos da PPP podem ser vistos em Três Lagoas e demais cidades.

Entre as principais atividades exercidas pelo técnico estão a análise e investigação de acidentes de trabalho, princípios de incêndio e suas consequências, visitas aos respectivos locais e verificação da utilização correta dos equipamentos de segurança, com o objetivo de prever futuros acidentes.

O técnico também deve realizar levantamentos sobre o grau de iluminação, ruídos, concentração de gases e risco de explosão, de acordo com as atividades exercidas. Além disso, deve-se elaborar cursos e palestras sobre segurança e participar de comissões internas sobre a prevenção de acidentes.

A MS Pantanal oferece benefícios como assistência médica, odontológica, vale alimentação, gympass e acesso a sua plataforma educacional. Os interessados devem enviar currículo e manifestar interesse pela vaga através do e-mail [email protected].

Cata Guavira: evento gastronômico traz curso de agricultura sintrópica e plantio agroflorestal a Bonito

Postado por paintbox em 26/nov/2021 -

Em sua oitava edição, o evento gastronômico e cultural Cata Guavira reuniu – ao longo da semana – chefes de cozinha, agrônomos, lideranças indígenas e produtores agrícolas para a realização de cursos e diálogos sobre agricultura sintrópica, plantio agroflorestal, biodiversidade e reciclagem, na Chácara Boa Vida, em Bonito.

O festival, que acontece em paralelo ao 17º Festival da Guavira de Bonito, se tornou referência na capital do ecoturismo sul-mato-grossense, e terá mais dois dias de atividades. Neste sábado (27), o evento será concluído na Feira do Produtor, onde os parceiros do evento farão a exposição e comercialização de seus produtos na Praça da Liberdade, a partir das 7h.

Curadora do Cata, a chef Letícia Krause conta que o evento surgiu com o intuito de promover a economia local de maneira sustentável. “O objetivo é, além de apresentar a rica diversidade da cultura gastronômica de MS, também trazer as vozes dos povos locais que são referência de agroextrativismo sustentável”, diz. “Isso contribui para um evento com muita inovação, fortalecendo as comunidades atuando nessas diferentes pontas”, acrescenta.

Neste ano, o Cata Guavira trouxe o biólogo Juã Pereira, proprietário do Sítio Semente, que ministrou aulas sobre práticas de plantio e podas no sistema agroflorestal. Esse sistema reúne as culturas de importância agronômica em conjunto com plantas que integram a floresta, levando em consideração a recuperação vegetal e do solo afetado pela monocultura.

Apoiadora do projeto, a empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal, que surgiu da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, doou mil mudas de espécies nativas, em parceria com o coletivo Mil Pelo Planeta, para apoiar realização dos cursos. Foram entregues mudas de espécies como angico branco e preto; cumbaru; ipê amarelo, rosa, roxo e branco; jatobá; nêspera; laranjinha do cerrado; cagaita; cedro rosa; murta-cheirosa e cajá-mirim.

Na semana, também foi realizada uma palestra com a servidora da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Jovelina Marina de Oliveira, sobre a importância das abelhas nativas na conservação da biodiversidade e na produção de alimentos.

Ainda participaram do evento lideranças indígenas da Organização Caianás, do povo terena. A organização atua na comunidade Cachoeirinha e aldeias próximas, no município de Miranda, no Pantanal. Líder do Caianás, o terena Leosmar Antonio, promoveu diálogos sobre os fazeres sustentáveis e a cultura ancestral da etnia.

Nesta tarde (26), a partir das 18h, o Cata Guavira realiza uma roda de conversa que será transmitida ao vivo pelo Youtube, sobre extrativismo sustentável. O bate-papo contará com a presença de grandes nomes do extrativismo sustentável na região do Cerrado e do Pantanal: Rosana Claudina da Costa Sampaio (Presidente da CEPPEC) e Libertina (Presidente da Associação das Mulheres Extrativistas e Liderança na comunidade indígena Imbirussu, em Taunay MS).

Referência em saneamento, MS é destaque em seminário sobre contratos de concessão e PPP

Postado por paintbox em 18/nov/2021 -

O avanço do saneamento foi um dos temas discutidos nesta quarta-feira (17) no 1º seminário sobre contratos de concessão e parceria público-privada (PPP) em saneamento à luz do novo marco legal, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). O evento, contou com participação de diretores da Sanesul e da Ambiental MS Pantanal e trouxe palestras do Dr. Maurício Portugal – um dos redatores do projeto de lei de PPP que deu origem à lei federal nº 11.079/04 e do especialista em contratos administrativos e concessões Gustavo Justino de Oliveira, Professor Doutor de Direito Administrativo na Faculdade de Direito da USP.

O objetivo foi debater os principais pontos que envolvem o processo de concessão dentro de uma PPP, além de trazer o cenário atual do saneamento e a importância do Marco Legal do Saneamento. Destaque no seminário, Mato Grosso Sul foi um dos exemplos abordados por ser um dos pioneiros ao aprovar uma PPP com o Grupo AEGEA, através da Ambiental MS Pantanal, tendo como meta a universalização do esgotamento sanitário.

Para o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Júnior, o 1º seminário traz a troca de experiências com diversos profissionais dentro do saneamento destacando também Mato Grosso do Sul como um dos primeiros estados a concretizar uma parceria público privada visando a universalização de serviços.

“O Seminário traz uma discussão importante já que o país vem discutindo constantemente o saneamento com a chegada do Marco Legal as normativas e adequações para o novo momento. Mato Grosso do Sul está na vanguarda do saneamento ao desenvolver esta PPP antes mesmo do Marco, nos dando condições para elaborar um plano de negócio para todos os municípios e chegar aos índices de universalização dos serviços de esgotamento”, destaca Walter.

De acordo com o Paulo Antunes, diretor para Relações Institucionais AEGEA Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o seminário traz um debate necessário ampliando a visão técnica para as parcerias público privadas dentro das prerrogativas do novo Marco do Saneamento.

“O saneamento passa por um momento fantástico tanto no ponto de vista de regulação e legislação por conta do novo Marco do Saneamento. Isso reflete em um fomento muito grande de novas concessões, com muitos municípios estão preparando para estas tratativas. Dessa forma, faz com que as instituições envolvidas precisem se especializar e debater mais sobre os aspectos regulatórios e legais e os desafios do saneamento em nosso país”, explica Paulo.

“A importância de um debate como proposto pelo Seminário, é mostrar que o país deve ser capaz de atingir as metas da universalização do saneamento, sendo uma estrutura essencial para a melhoria da qualidade de vida da população, representando a queda de índices de doenças e mortalidade. Além disso, Mato Grosso do Sul deu um passo enorme ao conseguir assinar uma PPP que engloba todo o estado, estando a frente de outros à medida que tem um contrato direcionado para se chegar a universalização. Ao mesmo tempo, é preciso também pensar nos próximos passos para a execução, com a parceria da agencia reguladora no acompanhamento deste trabalho mantendo a na expansão de agua e esgoto”, explicou o Dr.Maurício Portugal, professor de modelos regulatórios e um dos palestrantes convidados.