MS atinge 75,12% de cobertura de esgoto e projeta chegar a 86% em 2026

Postado por maria.espindola em 09/fev/2026 - Sem Comentários

Cobertura de esgoto avança de 46% para 75% em MS com novas ETEs e ampliação da capacidade de tratamento

Mato Grosso do Sul alcançou 75,12% de cobertura de esgoto e tem a meta de chegar a 86% em 2026, por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal.

O índice consolida a evolução do serviço nos últimos anos — de 46% para 75% — e reforça a estratégia de antecipar a universalização antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.

Para o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a expansão da rede impacta diretamente a qualidade de vida.

“O saneamento é uma das políticas públicas com maior impacto social. Cada metro de rede implantada significa menos doenças, mais dignidade, preservação ambiental e valorização das cidades”, afirma.

Obras em 2026: 42 municípios e mais de 480 km de rede

A programação de investimentos para 2026 prevê obras de ampliação da rede de esgoto em cerca de 42 municípios, com expectativa de entrega de mais de 480 quilômetros de novas redes. As frentes já estão em andamento e devem concentrar mais da metade das entregas no primeiro semestre, com continuidade ao longo do segundo semestre.

De acordo com a concessionária, entre os municípios com entregas previstas ainda no primeiro semestre estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.

Para os demais municípios, a conclusão das obras está prevista para o segundo semestre de 2026, incluindo a implantação e ampliação de redes em Água Clara, Amambai, Anaurilândia, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria, Sete Quedas, Três Lagoas e Vicentina.

Conforme destaca Buim, a aceleração do cronograma reforça o compromisso da concessionária com a ampliação do saneamento no Estado, com impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais.

Novas ETEs e ampliação de sistemas

Além da ampliação das redes de esgoto, o pacote de investimentos para 2026 inclui obras de reforço da estrutura operacional.

Estão previstas ligações domiciliares em Aral Moreira, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria e Sete Quedas. Também haverá intervenções em Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) em Amambai, Anaurilândia, Camapuã, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaquiraí, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Sete Quedas e Taquarussu, além da ampliação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em Bataguassu e Três Lagoas. Já os emissários serão executados e/ou adequados em Três Lagoas, Taquarussu, Itaquiraí e Eldorado.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.

Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

No Dia Mundial das Áreas Úmidas, saneamento e educação ambiental reforçam a preservação do Pantanal

Postado por maria.espindola em 06/fev/2026 - Sem Comentários

Data celebrada em 2 de fevereiro evidencia a importância do esgotamento sanitário e de ações socioambientais para proteger a maior área úmida do mundo

O Dia Mundial das Áreas Úmidas, celebrado em 2 de fevereiro, reforça o papel de ecossistemas fundamentais para a regulação hídrica, a biodiversidade e a segurança ambiental. Patrimônio Natural da Humanidade e reconhecido como a maior área úmida do mundo, o Pantanal ocupa, no Brasil, 138.183 km², com cerca de 65% do território localizado em Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, iniciativas de saneamento e educação ambiental ganham destaque como estratégias estruturantes para reduzir pressões antrópicas sobre o bioma e preservar a qualidade das águas que o alimentam.

Para o presidente do Instituto Aegea, Édison Carlos, a singularidade do Pantanal reforça a centralidade do Estado nas estratégias de conservação. “O Pantanal é um bioma único no mundo, uma das maiores áreas úmidas do planeta e um ecossistema cuja vida depende inteiramente da dinâmica da água”, afirma.

As áreas úmidas são ambientes de transição entre ecossistemas aquáticos e terrestres e desempenham funções essenciais para a segurança e a regulação hídrica. Por isso, a proteção do Pantanal começa também fora de seus limites imediatos, nas bacias e municípios cujos cursos d’água drenam para a região.

Nesse cenário, a coleta e o tratamento de esgoto se consolidam como instrumentos decisivos para proteger rios e córregos, reduzindo riscos de contaminação e contribuindo para a manutenção de serviços ecossistêmicos associados à produção de água e alimentos. “Ao unir saneamento eficiente e recuperação ambiental, a Aegea contribui simultaneamente na melhora da qualidade e quantidade de água, assegurando o futuro desse bioma essencial”, explica Édison Carlos.

Saneamento como eixo de proteção das águas

A Ambiental MS Pantanal trata, anualmente, aproximadamente 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto, volume que evidencia a contribuição da concessionária para reduzir a carga poluidora lançada no meio ambiente.

Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a atuação no eixo de coleta e tratamento de esgoto é determinante para reduzir impactos sobre o Pantanal. “O tratamento do esgoto constitui a primeira linha de defesa da qualidade dos recursos hídricos que alimentam o bioma e, por isso, o investimento contínuo é imprescindível: não apenas para a melhoria da qualidade de vida da população, mas também para a preservação de um dos biomas mais sensíveis e estratégicos do país: o Pantanal”, afirma.

As operações de coleta e tratamento de esgoto também têm impacto direto na proteção de rios e córregos, especialmente em municípios que drenam para o bioma.

“Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, evitamos que poluentes cheguem aos rios e córregos que drenam para o Pantanal”, destaca Isadora Godoy, analista de operações da Ambiental MS Pantanal.

Segundo ela, baixa cobertura ou precariedade do esgotamento sanitário no entorno aumenta o risco de contaminação, sobretudo em períodos chuvosos, quando o escoamento intensifica o carreamento de contaminantes.

Restauração e resiliência hídrica

O gerente de Meio Ambiente da Ambiental MS Pantanal, Fernando Garayo, ressalta que o Pantanal é especialmente sensível a eventos climáticos extremos e que áreas úmidas têm relevância ecológica global por abrigarem e sustentarem o ciclo de vida de muitas espécies.

Nesse contexto, ele aponta que investimentos em restauração ambiental e proteção do solo e da água contribuem para ampliar a resiliência do bioma, inclusive ao “interferir positivamente no ciclo da água” por meio do tratamento do esgoto doméstico e sua devolução aos rios em condições adequadas.

Garayo acrescenta que a atuação é fortalecida por estudos e iniciativas com a WWF-Brasil e parceiros, envolvendo diagnósticos e levantamentos nas Cabeceiras do Pantanal, região onde nascem cerca de 80% dos rios que alimentam a Bacia do Alto Paraguai (BAP). Segundo o Instituto Aegea, as ações de restauração associadas à parceria contribuem para reduzir erosão, melhorar infiltração e diminuir assoreamento, reforçando a resiliência hídrica regional.

Educação ambiental e mobilização social

Além da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal investe em ações de capacitação e sensibilização da população sobre a importância do saneamento. Um exemplo é a exposição itinerante “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais”, que promove educação ambiental de forma interativa e didática.

A concessionária também realiza ações com Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) em municípios do interior, com orientações sobre o uso correto da rede de esgoto. A iniciativa fortalece a atuação desses profissionais, que mantêm contato direto com a população e exercem papel estratégico na disseminação de boas práticas, contribuindo para prevenir mau funcionamento da rede e reduzir impactos ao meio ambiente.

Sobre a Ambiental MS Pantanal

A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

No Dia do Gibi, HQ ‘Liga do Saneamento’ ensina sustentabilidade de forma divertida

Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários

No retorno às aulas, a Ambiental MS Pantanal renova seu compromisso com a educação ambiental e com a formação de hábitos responsáveis desde a infância

Nesta data a concessionária destaca uma iniciativa que aproxima crianças e jovens de temas essenciais para a saúde e o meio ambiente por meio de uma linguagem acessível: a HQ educativa “Liga do Saneamento”.

Lançado em 2023, o projeto transforma conteúdos técnicos em uma experiência lúdica, conectando o universo escolar a questões do cotidiano, como o uso consciente da água, o descarte correto de resíduos e a preservação ambiental.

De acordo com a analista de Responsabilidade Social da Ambiental MS Pantanal, Jaciela Leguica, a proposta é tornar o aprendizado sobre saneamento e sustentabilidade mais dinâmicos, estimulando que professores e estudantes atuem como multiplicadores dessas práticas.

“Com apoio da AGEMS, conseguimos levar o material a diversas escolas e capacitar professores para multiplicar esse conhecimento. Ao todo, cerca de 2 mil estudantes em todo o Estado receberam gibis da “Liga do Saneamento” entre 2022 e 2025”, destaca.

A HQ “Liga do Saneamento” aborda, de forma simples e divertida, assuntos como desperdício de água, reciclagem e impactos do descarte inadequado de resíduos, estimulando os alunos a refletirem sobre atitudes individuais e seus efeitos no meio ambiente. Ao mesmo tempo, o gibi evidencia a relação direta entre saneamento básico, saúde pública e qualidade de vida, reforçando o papel da educação como instrumento de transformação social.

Confira os arquivos:  compacto-1-compressed-compressed-compressed-page-00001

Agentes de saúde de Brasilândia intensificam orientações sobre uso correto da rede de esgoto após capacitação

Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários

Treinamento realizado no dia 21 reforçou a atuação de ACS e ACE na orientação aos moradores

A partir do dia 26, Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) de Brasilândia passaram a repassar à população orientações sobre o uso correto da rede de esgoto, com base na capacitação promovida pela Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizada no dia 21.

Segundo o supervisor dos Agentes de Combate às Endemias no município, Jones Moreira, após o treinamento as equipes iniciaram a distribuição de panfletos informativos fornecidos pela concessionária, tanto durante as triagens nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) quanto nas visitas domiciliares.

Para Jones, a iniciativa tem contribuído para esclarecer dúvidas e ampliar a conscientização dos moradores, especialmente porque o sistema de esgotamento sanitário é recente no município.
“Como o esgotamento sanitário é algo novo em Brasilândia, a população ainda tem pouco conhecimento sobre o uso adequado da rede de esgoto. E nós também não conhecíamos muitas das orientações que recebemos na capacitação”, afirmou.

Com o município já universalizado no tratamento de esgoto, o supervisor avalia que a repercussão da ação superou as expectativas.

“Os agentes têm conseguido responder aos questionamentos e orientar a população sobre os benefícios associados ao sistema, especialmente diante do índice de cobertura, que chega a 99% no município”, completou.

A agente comunitária de saúde e de endemias, Maria Aparecida Uchôa, relata que ela e os colegas estão atuando na distribuição de panfletos e na orientação direta aos moradores, tanto nas visitas domiciliares quanto durante atendimentos na UBS.

Segundo ela, os agentes explicam o que pode e, principalmente, o que não pode ser descartado na rede de esgoto. “A população está muito aberta a receber as orientações”, conta Maria.


O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como as do banho e da descarga, além da água das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha e das máquinas de lavar louças e roupas.
Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser lançados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

Viveiro Isaac de Oliveira amplia doações em 2025 e reforça papel ambiental e social em Mato Grosso do Sul

Postado por maria.espindola em 23/jan/2026 - Sem Comentários

Iniciativa mantida pela Aegea, destinou mais de 45 mil mudas a ações de recuperação ambiental e projetos de reflorestamento no Estado

Ativo desde 2011, o Viveiro Isaac de Oliveira tem desempenhado um papel estratégico na recuperação ambiental e em ações de responsabilidade socioambiental em Mato Grosso do Sul.

Mantido pelas concessionárias do grupo Aegea em MS — Ambiental MS Pantanal e Águas Guariroba — e com capacidade de produzir até 80 mil mudas por ano, o viveiro ampliou sua atuação em 2025 e registrou crescimento expressivo no volume de doações.

Segundo o analista ambiental da concessionária, Carlos Leal, foram destinados aproximadamente 45 mil mudas ao longo do ano, um aumento de cerca de 37% em relação a 2024, quando o total foi de 33 mil doações.

“Esse crescimento reforça o compromisso das concessionárias e do viveiro com a preservação ambiental em todo o Mato Grosso do Sul, ampliando o apoio a projetos de recuperação e reflorestamento”, destacou o analista.

Com foco prioritário no cultivo de espécies nativas do Cerrado, a produção do Viveiro Isaac de Oliveira atende tanto ações próprias das concessionárias quanto demandas de projetos voltados ao reflorestamento, à recuperação de áreas degradadas e à compensação ambiental em municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal.

O analista ambiental Carlos Leal explica que os pedidos de mudas são avaliados com base no preenchimento de um formulário digital, disponível no site da concessionária. “O solicitante informa dados sobre o projeto, a finalidade do plantio, o local e a quantidade pretendida”, detalhou.

Doações que impulsionam a sustentabilidade

Entre os beneficiários das doações do Viveiro Isaac de Oliveira estão o Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), que recebeu 4.800 mudas, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), contemplada com 460 mudas, e o projeto Mil Pelo Planeta, que recebeu 400 mudas.

Desde 2022, o viveiro fornece mudas de espécies nativas do Cerrado ao IASB, contribuindo para projetos de restauração ambiental desenvolvidos pela instituição. O responsável técnico do Instituto, Joari Vieira Ximenes destaca que, ao longo dos 23 anos de atuação do IASB, a parceria com a Ambiental MS Pantanal tem sido decisiva para fortalecer as ações ambientais realizadas no Estado.

“As doações recebidas beneficiaram diretamente iniciativas de restauração florestal em áreas degradadas, contribuindo para a recuperação de ecossistemas, a proteção dos recursos hídricos e o fortalecimento da biodiversidade local”, afirmou Joari.

Ele ainda relata, que o apoio contínuo do Viveiro Isaac de Oliveira tem impacto direto na qualidade e na efetividade dos projetos.

“Agradecemos aos diretores e colaboradores pela parceria e esperamos que ela siga gerando resultados positivos por muitos anos”, completou.

Período de chuvas exige atenção ao uso correto da rede de esgoto

Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 - Sem Comentários

Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos

O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.

Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.

As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.

É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.

Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.

Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).

Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.

Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.

“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.

Futuro do saneamento

A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.

Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.

A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .

Referência no Saneamento

A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.

No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.

Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.

MS Pantanal executa extensão de 526 metros de rede de esgoto em Ponta Porã

Postado por paintbox em 28/nov/2022 -

A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – executou, em novembro, a extensão de 526 metros de rede de esgoto no bairro Marambaia, em Ponta Porã.

As obras acontecem na altura da rua Jabaquara, e atenderão futuros moradores de casas que serão construídas através do projeto Lote Urbanizado, da Prefeitura de Ponta Porã. Os trabalhos foram iniciados no começo do mês e devem ser concluídos no próximo dia 30.

Ao todo, cerca de 50 famílias serão beneficiadas na região, com a conexão das moradias à rede de coleta de esgoto do município.

A Ambiental MS Pantanal iniciou suas operações em maio do ano passado em Ponta Porã e outros 67 municípios em que a Sanesul atua. A PPP foi criada com o intuito de impulsionar os investimentos na coleta, afastamento e tratamento de esgoto para que o Mato Grosso do Sul atinja a universalização do Saneamento Básico até 2031.

Desde o início da operação, a MS Pantanal já conectou mais de 2,3 mil ponta-poraenses à rede de esgoto.

Mudança na presidência da MS Pantanal é apresentada para governador

Postado por paintbox em 16/nov/2022 -

O governador do estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, recebeu nesta quarta-feira, 16/11, os diretores da Ambiental MS Pantanal, empresa parceira público-privada da Senesul para os serviços de esgotamento sanitário. Celso Lino Paschoal e Paulo Antunes informaram ao chefe do executivo sobre a mudança na presidência da PPP: Celso deixa a presidência da empresa sul-mato-grossense para assumir a diretoria executiva da Águas de Manaus, concessionária do grupo Aegea na capital do Amazonas. Paulo Antunes é o novo diretor presidente MS Pantanal.

Além da mudança na diretoria, o encontro foi pautado também por um breve balanço dos principais resultados da PPP, com destaque nas práticas que envolvem os pilares de sustentabilidade, governança e responsabilidade social da Ambiental MS Pantanal: como a destinação do lodo gerado nas estações de tratamento de esgoto para a produção de adubo orgânico com a doação de 20% da produção para programa de atendimento à áreas degradadas, hortas comunitárias e pequenos produtores, entre outros, ação a ser conduzida pelo Estado. Os diretores falaram ainda sobre outra ação que envolve a destinação de recursos para aplicação na recuperação das cabeceiras dos rios no Pantanal e APA Guariroba em parceria com WWF e BNDES.

Ao final do encontro, o governador recebeu um trabalho produzido pelo Instituto Trata Brasil a pedido da Ambiental MS Pantanal onde apresenta benefícios proporcionados pela Universalização do Saneamento no MS com a PPP.

Diretor Presidente

Diretor de Relações Institucionais da Aegea no MS e MT, Paulo Antunes, assume também a presidência da PPP no Mato Grosso no Sul. A empresa assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no interior do estado desde maio do ano passado.

Antunes tem formação em Administração de Empresas, Contabilidade e Pedagogia e MBA em Desenvolvimento de Recursos Humanos, Gestão de Negócios, Gestão Empresarial e Gestão de Bancos. Tem ainda MBA em Gestão Pública, Curso de Extensão em Saneamento Básico e Especialização em ESG. Ocupou cargos de liderança na Caixa Econômica Federal por 32 anos, notadamente como Superintendente Regional do Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, no período de 2004 a 2016.

Ainda na Caixa – onde conduziu cursos para formação de altos executivos -, Antunes foi diretor-executivo e vice-presidente do departamento de Habitação, entre 2017 e 2019.

O novo presidente da MS Pantanal ainda compôs o Conselho Deliberativo do Sebrae e o Conselho de Administração da Associação Comercial de Campo Grande.

Rotary Club e MS Pantanal lançam projeto de reflorestamento em Dourados

Postado por paintbox em 05/nov/2022 -

A Associação de Rotary Clubs do Distrito 4470 de Rotary Internacional e a Ambiental MS Pantanal lançaram, nesta semana, um projeto abrangente para unirem esforços no desenvolvimento de ações ambientais em diversos municípios do Mato Grosso do Sul. O evento aconteceu na Casa da Esperança de Dourados – instituição que acolhe dependentes químicos e atua na recuperação social e emocional dessas pessoas.

Na ocasião, foram plantadas 200 mudas de espécies nativas do Cerrado. A parceria prevê que mais 40 mil mudas sejam plantadas em ações do tipo em todo o estado. O evento contou com a participação da governadora do distrito 4470 do Rotary, Miriam Lacerda Philbois; e do diretor de Relações Institucionais da Aegea Centro Oeste, Paulo Antunes.

“Acredito que essa parceria proporciona grandes ganhos para as cidades do interior do Estado, sobretudo para o meio ambiente”, disse Antunes, em entrevista. “Com certeza as duas Instituições entregarão o que têm de melhor para um bem maior. É um privilégio contarmos com o Rotary, que possui competência, capilaridade e reputação em todas as regiões onde atua”, concluiu.

No evento, Antunes também lembrou que as ações de reflorestamento estão em linha com os princípios ESG (Ambiental, Social e de Governança, na sigla em inglês) da MS Pantanal, que, desde o início de sua operação plena, em maio de 2021, já doou mais de 15 mil mudas para ações de plantio em todas as regiões do MS.

Já Miriam se disse honrada em estar presente na ocasião, agradeceu à parceria e disse que as mudas serão bem-vindas para que se possa restaurar os solos, melhorar a qualidade do ar e ter um ambiente mais saudável. “[A parceria vem ao encontro com a sétima área de enfoque de Rotary Internacional, que valoriza todas as ações que levem à harmonia entre as pessoas e o meio ambiente… que todas as nossas ações sejam sustentáveis”.

Esta foi a primeira de muitas entregas de mudas que devem ocorrer em 48 municípios do MS. As mudas foram cultivadas no viveiro Isaac de Oliveira, em Campo Grande, que é administrado numa parceria entre a MS Pantanal e a concessionária Águas Guariroba. Hoje, o viveiro tem capacidade para produzir aproximadamente 50 mil mudas de espécies típicas do Cerrado e do Pantanal por ano.

Parte da Parceria Público-Privada (PPP) com a Sanesul, a MS Pantanal opera na coleta, afastamento e tratamento do esgoto em 68 municípios em que a estatal atua. A empresa faz parte do Grupo Aegea e se antecipou ao Marco Legal do Saneamento, sancionado em 2020, para impulsionar os investimentos a fim de que o MS atinja a universalização do saneamento até 2031.

Também estiveram presentes no encontro os membros do Rotary, Sérgio Philbois, Hermes de Araújo Rodrigues, Paulo César Branquinho, Alvimar de Castro, Amarildo Jonas Ricci, Ajax Leite, Edivaldo Leite, Wilson César, Francisco Claro, Edivaldo Soares da Silva, Júlio Saldivar, e Rubens Calixto Júnior, supervisor do polo de Dourados da MS Pantanal.

Três Lagoas: MS Pantanal conclui ligação de mais 60 moradias do bairro Jd. Alvorada

Postado por paintbox em 30/set/2022 -

A empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal concluiu, nesta quinta-feira (29) a ligação de mais 60 moradias do bairro Jardim Alvorada, em Três Lagoas, ao sistema de tratamento de esgoto do município.

As ligações vêm como antecipação a obras de pavimentação que devem ser conduzidas na região. Somadas às ligações conduzidas no bairro Vila Alegre, no mês passado, elas representam a inclusão de mais de 500 moradores aos sistema de esgotamento sanitário da cidade.

A MS Pantanal faz parte do Grupo Aegea e está à frente dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no Mato Grosso do Sul.

A empresa iniciou suas operações em maio do ano passado e, desde então, mais de 5 mil pessoas foram incluídas no sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas e outras 20 mil em outras regiões do Estado.