Postado por maria.espindola em 09/fev/2026 - Sem Comentários
Cobertura de esgoto avança de 46% para 75% em MS com novas ETEs e ampliação da capacidade de tratamento
Mato Grosso do Sul alcançou 75,12% de cobertura de esgoto e tem a meta de chegar a 86% em 2026, por meio da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e Ambiental MS Pantanal.
O índice consolida a evolução do serviço nos últimos anos — de 46% para 75% — e reforça a estratégia de antecipar a universalização antes de 2033, prazo previsto no Marco Legal do Saneamento.
Para o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a expansão da rede impacta diretamente a qualidade de vida.
“O saneamento é uma das políticas públicas com maior impacto social. Cada metro de rede implantada significa menos doenças, mais dignidade, preservação ambiental e valorização das cidades”, afirma.
Obras em 2026: 42 municípios e mais de 480 km de rede
A programação de investimentos para 2026 prevê obras de ampliação da rede de esgoto em cerca de 42 municípios, com expectativa de entrega de mais de 480 quilômetros de novas redes. As frentes já estão em andamento e devem concentrar mais da metade das entregas no primeiro semestre, com continuidade ao longo do segundo semestre.
De acordo com a concessionária, entre os municípios com entregas previstas ainda no primeiro semestre estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.
Para os demais municípios, a conclusão das obras está prevista para o segundo semestre de 2026, incluindo a implantação e ampliação de redes em Água Clara, Amambai, Anaurilândia, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria, Sete Quedas, Três Lagoas e Vicentina.
Conforme destaca Buim, a aceleração do cronograma reforça o compromisso da concessionária com a ampliação do saneamento no Estado, com impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais.
Novas ETEs e ampliação de sistemas
Além da ampliação das redes de esgoto, o pacote de investimentos para 2026 inclui obras de reforço da estrutura operacional.
Estão previstas ligações domiciliares em Aral Moreira, Bodoquena, Camapuã, Chapadão do Sul, Coxim, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Ivinhema, Ladário, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Selvíria e Sete Quedas. Também haverá intervenções em Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) em Amambai, Anaurilândia, Camapuã, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Itaquiraí, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Sete Quedas e Taquarussu, além da ampliação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em Bataguassu e Três Lagoas. Já os emissários serão executados e/ou adequados em Três Lagoas, Taquarussu, Itaquiraí e Eldorado.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 06/fev/2026 - Sem Comentários
Data celebrada em 2 de fevereiro evidencia a importância do esgotamento sanitário e de ações socioambientais para proteger a maior área úmida do mundo
O Dia Mundial das Áreas Úmidas, celebrado em 2 de fevereiro, reforça o papel de ecossistemas fundamentais para a regulação hídrica, a biodiversidade e a segurança ambiental. Patrimônio Natural da Humanidade e reconhecido como a maior área úmida do mundo, o Pantanal ocupa, no Brasil, 138.183 km², com cerca de 65% do território localizado em Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, iniciativas de saneamento e educação ambiental ganham destaque como estratégias estruturantes para reduzir pressões antrópicas sobre o bioma e preservar a qualidade das águas que o alimentam.
Para o presidente do Instituto Aegea, Édison Carlos, a singularidade do Pantanal reforça a centralidade do Estado nas estratégias de conservação. “O Pantanal é um bioma único no mundo, uma das maiores áreas úmidas do planeta e um ecossistema cuja vida depende inteiramente da dinâmica da água”, afirma.
As áreas úmidas são ambientes de transição entre ecossistemas aquáticos e terrestres e desempenham funções essenciais para a segurança e a regulação hídrica. Por isso, a proteção do Pantanal começa também fora de seus limites imediatos, nas bacias e municípios cujos cursos d’água drenam para a região.
Nesse cenário, a coleta e o tratamento de esgoto se consolidam como instrumentos decisivos para proteger rios e córregos, reduzindo riscos de contaminação e contribuindo para a manutenção de serviços ecossistêmicos associados à produção de água e alimentos. “Ao unir saneamento eficiente e recuperação ambiental, a Aegea contribui simultaneamente na melhora da qualidade e quantidade de água, assegurando o futuro desse bioma essencial”, explica Édison Carlos.
Saneamento como eixo de proteção das águas
A Ambiental MS Pantanal trata, anualmente, aproximadamente 33,6 milhões de metros cúbicos de esgoto, volume que evidencia a contribuição da concessionária para reduzir a carga poluidora lançada no meio ambiente.
Para o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a atuação no eixo de coleta e tratamento de esgoto é determinante para reduzir impactos sobre o Pantanal. “O tratamento do esgoto constitui a primeira linha de defesa da qualidade dos recursos hídricos que alimentam o bioma e, por isso, o investimento contínuo é imprescindível: não apenas para a melhoria da qualidade de vida da população, mas também para a preservação de um dos biomas mais sensíveis e estratégicos do país: o Pantanal”, afirma.
As operações de coleta e tratamento de esgoto também têm impacto direto na proteção de rios e córregos, especialmente em municípios que drenam para o bioma.
“Quando o esgoto é coletado e tratado corretamente, evitamos que poluentes cheguem aos rios e córregos que drenam para o Pantanal”, destaca Isadora Godoy, analista de operações da Ambiental MS Pantanal.
Segundo ela, baixa cobertura ou precariedade do esgotamento sanitário no entorno aumenta o risco de contaminação, sobretudo em períodos chuvosos, quando o escoamento intensifica o carreamento de contaminantes.
Restauração e resiliência hídrica
O gerente de Meio Ambiente da Ambiental MS Pantanal, Fernando Garayo, ressalta que o Pantanal é especialmente sensível a eventos climáticos extremos e que áreas úmidas têm relevância ecológica global por abrigarem e sustentarem o ciclo de vida de muitas espécies.
Nesse contexto, ele aponta que investimentos em restauração ambiental e proteção do solo e da água contribuem para ampliar a resiliência do bioma, inclusive ao “interferir positivamente no ciclo da água” por meio do tratamento do esgoto doméstico e sua devolução aos rios em condições adequadas.
Garayo acrescenta que a atuação é fortalecida por estudos e iniciativas com a WWF-Brasil e parceiros, envolvendo diagnósticos e levantamentos nas Cabeceiras do Pantanal, região onde nascem cerca de 80% dos rios que alimentam a Bacia do Alto Paraguai (BAP). Segundo o Instituto Aegea, as ações de restauração associadas à parceria contribuem para reduzir erosão, melhorar infiltração e diminuir assoreamento, reforçando a resiliência hídrica regional.
Educação ambiental e mobilização social
Além da infraestrutura, a Ambiental MS Pantanal investe em ações de capacitação e sensibilização da população sobre a importância do saneamento. Um exemplo é a exposição itinerante “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais”, que promove educação ambiental de forma interativa e didática.
A concessionária também realiza ações com Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) em municípios do interior, com orientações sobre o uso correto da rede de esgoto. A iniciativa fortalece a atuação desses profissionais, que mantêm contato direto com a população e exercem papel estratégico na disseminação de boas práticas, contribuindo para prevenir mau funcionamento da rede e reduzir impactos ao meio ambiente.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul. Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 02/fev/2026 - Sem Comentários
Com 38,35% de cobertura, o município recebe 55 km de redes, 3,5 mil novas ligações e melhorias operacionais para ampliar o tratamento.
Após um ano de avanços no saneamento básico em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, inicia em 2026 um novo ciclo de obras para ampliar o esgotamento sanitário em 42 municípios do interior.
A previsão é entregar mais de 480 quilômetros de redes de esgoto, fortalecendo a infraestrutura e ampliando o acesso ao serviço, com impacto direto na qualidade de vida da população e na proteção ambiental.
Entre as prioridades do planejamento para 2026, Rio Verde de Mato Grosso contará com investimentos e melhorias na infraestrutura sanitária ao longo do ano, com cronograma de execução previsto entre janeiro e dezembro.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, a cidade tem atualmente 38,5% de cobertura, mas deve registrar um salto importante com a implantação de 55 quilômetros de novas redes coletoras e 3,5 mil novas ligações.
“Rio Verde de Mato Grosso está entre os municípios que recebem investimentos relevantes neste ciclo. Com essas obras, a ampliação do sistema vai beneficiar diretamente cerca de 10,6 mil pessoas”, destaca o diretor.
Além da expansão da rede, o município também terá reforço na estrutura operacional, com a implantação de seis Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e melhorias na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) local. A medida vai elevar a eficiência do sistema e garantir mais estabilidade e segurança na operação.
Com as intervenções, a capacidade de tratamento será ampliada em 10 litros por segundo, consolidando Rio Verde como uma etapa estratégica dentro do conjunto de obras previstas para 2026.
Clayton Bezerra ressalta que o avanço do cronograma e a antecipação de entregas reforçam o compromisso da concessionária com a expansão do saneamento no estado.
“Os investimentos são estruturantes e geram impactos diretos na saúde pública, na qualificação urbana e na proteção dos recursos naturais, com destaque para municípios como Rio Verde, que se consolida como um dos eixos estratégicos deste novo ciclo de expansão.”
Entregas ao longo do ano
Com obras já em execução e novas frentes previstas para os próximos meses, Clayton destaca que mais da metade dos municípios contemplados pelas intervenções em esgotamento sanitário deverá receber entregas ainda no primeiro semestre de 2026. Entre as cidades com avanços programados para esse período estão Caarapó, Corumbá, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Rio Brilhante, Rio Negro, Sidrolândia e Sonora.
Já os demais municípios, com conclusão prevista para o segundo semestre, terão mais frentes de obra, serviços complementares e maior extensão de rede, exigindo um cronograma mais intensivo para assegurar qualidade e segurança nas entregas.
Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários
No retorno às aulas, a Ambiental MS Pantanal renova seu compromisso com a educação ambiental e com a formação de hábitos responsáveis desde a infância
Nesta data a concessionária destaca uma iniciativa que aproxima crianças e jovens de temas essenciais para a saúde e o meio ambiente por meio de uma linguagem acessível: a HQ educativa “Liga do Saneamento”.
Lançado em 2023, o projeto transforma conteúdos técnicos em uma experiência lúdica, conectando o universo escolar a questões do cotidiano, como o uso consciente da água, o descarte correto de resíduos e a preservação ambiental.
De acordo com a analista de Responsabilidade Social da Ambiental MS Pantanal, Jaciela Leguica, a proposta é tornar o aprendizado sobre saneamento e sustentabilidade mais dinâmicos, estimulando que professores e estudantes atuem como multiplicadores dessas práticas.
“Com apoio da AGEMS, conseguimos levar o material a diversas escolas e capacitar professores para multiplicar esse conhecimento. Ao todo, cerca de 2 mil estudantes em todo o Estado receberam gibis da “Liga do Saneamento” entre 2022 e 2025”, destaca.

A HQ “Liga do Saneamento” aborda, de forma simples e divertida, assuntos como desperdício de água, reciclagem e impactos do descarte inadequado de resíduos, estimulando os alunos a refletirem sobre atitudes individuais e seus efeitos no meio ambiente. Ao mesmo tempo, o gibi evidencia a relação direta entre saneamento básico, saúde pública e qualidade de vida, reforçando o papel da educação como instrumento de transformação social.
Confira os arquivos: compacto-1-compressed-compressed-compressed-page-00001
Postado por maria.espindola em 30/jan/2026 - Sem Comentários
Treinamento realizado no dia 21 reforçou a atuação de ACS e ACE na orientação aos moradores
A partir do dia 26, Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) de Brasilândia passaram a repassar à população orientações sobre o uso correto da rede de esgoto, com base na capacitação promovida pela Ambiental MS Pantanal, em parceria com a Sanesul, realizada no dia 21.
Segundo o supervisor dos Agentes de Combate às Endemias no município, Jones Moreira, após o treinamento as equipes iniciaram a distribuição de panfletos informativos fornecidos pela concessionária, tanto durante as triagens nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) quanto nas visitas domiciliares.

Para Jones, a iniciativa tem contribuído para esclarecer dúvidas e ampliar a conscientização dos moradores, especialmente porque o sistema de esgotamento sanitário é recente no município.
“Como o esgotamento sanitário é algo novo em Brasilândia, a população ainda tem pouco conhecimento sobre o uso adequado da rede de esgoto. E nós também não conhecíamos muitas das orientações que recebemos na capacitação”, afirmou.

Com o município já universalizado no tratamento de esgoto, o supervisor avalia que a repercussão da ação superou as expectativas.
“Os agentes têm conseguido responder aos questionamentos e orientar a população sobre os benefícios associados ao sistema, especialmente diante do índice de cobertura, que chega a 99% no município”, completou.
A agente comunitária de saúde e de endemias, Maria Aparecida Uchôa, relata que ela e os colegas estão atuando na distribuição de panfletos e na orientação direta aos moradores, tanto nas visitas domiciliares quanto durante atendimentos na UBS.
Segundo ela, os agentes explicam o que pode e, principalmente, o que não pode ser descartado na rede de esgoto. “A população está muito aberta a receber as orientações”, conta Maria.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como as do banho e da descarga, além da água das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha e das máquinas de lavar louças e roupas.
Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser lançados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por [email protected] em 29/jan/2026 - Sem Comentários
Ações conjuntas fortalecem a rede de esgoto no interior do Estado e aceleram a evolução da cobertura em diferentes regiões.
A Ambiental MS Pantanal e a Sanesul seguem fortalecendo a infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, com obras em execução e melhorias operacionais que ampliam a cobertura do serviço em 68 municípios do interior.
Somados aos índices de cobertura de esgoto já existentes e operados pela Sanesul, em 2021, as obras realizadas pela Ambiental MS Pantanal impulsionaram avanços expressivos em diversos municípios. Bataguassu, por exemplo, passou de 36,65% para 97,21%, enquanto Figueirão evoluiu de 11,59% para 96,48%. Antônio João avançou de 49,01% para 91,40%, e Ponta Porã subiu de 83,33% para 99,00%. Angélica registrou crescimento de 58,95% para 94,78%, e Jateí passou de 90,39% para 99,00%. Já Novo Horizonte do Sul saltou de 0,00% para 94,16%, e Inocência evoluiu de 13,69% para 99,00%, assim o Estado de Mato Grosso do Sul fechou o ano de 2025 com 26 municípios com universalizados com o serviço de esgotamento sanitário de acordo com o ‘Marco Legal do Saneamento’.
As intervenções incluem implantação de novas redes coletoras, construção de Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), adequações hidráulicas e melhorias na operação e no tratamento, beneficiando diretamente milhares de famílias e reforçando a proteção dos cursos d’água.

De acordo com o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, o avanço é resultado de uma estratégia de investimentos consistentes e execução planejada.
“O saneamento básico é um dos pilares mais importantes para a saúde pública e para o desenvolvimento urbano sustentável. A ampliação da infraestrutura de esgoto no interior mostra que estamos acelerando entregas com responsabilidade técnica, garantindo ganhos reais para a população e para o meio ambiente, em alinhamento às metas de universalização previstas no marco regulatório”, destaca.
Para Renato Marcílio, o avanço do saneamento no estado é resultado direto do modelo da gestão municipalista implementado pelo governador Eduardo Riedel.
“Estamos falando de dignidade, prevenção, saúde pública e cuidado com o meio ambiente. O saneamento deixa de ser promessa e passa a ser realidade concreta na vida das pessoas”, avalia o diretor-presidente da Sanesul.
Outro indicador relevante é a consolidação de municípios com altos índices de cobertura de esgotamento sanitário no Estado. Entre os destaques estão Dourados (90,01%), Brasilândia (99%), Ribas do Rio Pardo (99,00%), Santa Rita do Pardo (99%), Três Lagoas (99%), Alcinópolis (99%), Bonito (98,97), Caracol (99%) e Porto Murtinho (92,09%). Também se sobressaem Japorã (99%), Tacuru (95,78%), Laguna Carapã (99%), Paranhos (99%), Batayporã (98,32%), Jateí (99%), Chapadão do Sul (93,93%), Paranaíba (99%), Bodoquena (92,51%) e Dois Irmãos do Buriti (97,17%).*
Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 23/jan/2026 - Sem Comentários
Iniciativa mantida pela Aegea, destinou mais de 45 mil mudas a ações de recuperação ambiental e projetos de reflorestamento no Estado
Ativo desde 2011, o Viveiro Isaac de Oliveira tem desempenhado um papel estratégico na recuperação ambiental e em ações de responsabilidade socioambiental em Mato Grosso do Sul.

Mantido pelas concessionárias do grupo Aegea em MS — Ambiental MS Pantanal e Águas Guariroba — e com capacidade de produzir até 80 mil mudas por ano, o viveiro ampliou sua atuação em 2025 e registrou crescimento expressivo no volume de doações.
Segundo o analista ambiental da concessionária, Carlos Leal, foram destinados aproximadamente 45 mil mudas ao longo do ano, um aumento de cerca de 37% em relação a 2024, quando o total foi de 33 mil doações.
“Esse crescimento reforça o compromisso das concessionárias e do viveiro com a preservação ambiental em todo o Mato Grosso do Sul, ampliando o apoio a projetos de recuperação e reflorestamento”, destacou o analista.
Com foco prioritário no cultivo de espécies nativas do Cerrado, a produção do Viveiro Isaac de Oliveira atende tanto ações próprias das concessionárias quanto demandas de projetos voltados ao reflorestamento, à recuperação de áreas degradadas e à compensação ambiental em municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal.
O analista ambiental Carlos Leal explica que os pedidos de mudas são avaliados com base no preenchimento de um formulário digital, disponível no site da concessionária. “O solicitante informa dados sobre o projeto, a finalidade do plantio, o local e a quantidade pretendida”, detalhou.

Doações que impulsionam a sustentabilidade
Entre os beneficiários das doações do Viveiro Isaac de Oliveira estão o Instituto das Águas da Serra da Bodoquena (IASB), que recebeu 4.800 mudas, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), contemplada com 460 mudas, e o projeto Mil Pelo Planeta, que recebeu 400 mudas.
Desde 2022, o viveiro fornece mudas de espécies nativas do Cerrado ao IASB, contribuindo para projetos de restauração ambiental desenvolvidos pela instituição. O responsável técnico do Instituto, Joari Vieira Ximenes destaca que, ao longo dos 23 anos de atuação do IASB, a parceria com a Ambiental MS Pantanal tem sido decisiva para fortalecer as ações ambientais realizadas no Estado.
“As doações recebidas beneficiaram diretamente iniciativas de restauração florestal em áreas degradadas, contribuindo para a recuperação de ecossistemas, a proteção dos recursos hídricos e o fortalecimento da biodiversidade local”, afirmou Joari.
Ele ainda relata, que o apoio contínuo do Viveiro Isaac de Oliveira tem impacto direto na qualidade e na efetividade dos projetos.
“Agradecemos aos diretores e colaboradores pela parceria e esperamos que ela siga gerando resultados positivos por muitos anos”, completou.
Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 - Sem Comentários
Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos
O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.
Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.
As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.
É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.
Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.
Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).
Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.
Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.
“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.
Futuro do saneamento
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.
Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.
A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por paintbox em 29/dez/2025 - Sem Comentários
Investimentos, inovação e resultados concretos fortalecem a expansão do saneamento básico no Estado.
Ao final deste ano, Mato Grosso do Sul alcança 74% de cobertura de esgotamento sanitário, resultado direto da atuação integrada da Ambiental MS Pantanal e da Sanesul na execução de obras estruturantes, na ampliação das redes e na modernização dos sistemas de coleta e tratamento em todo o estado.
O avanço consolida um novo patamar de infraestrutura de saneamento e reforça o compromisso das instituições com a universalização do serviço e a melhoria da qualidade de vida da população sul-mato-grossense.
Segundo o diretor-presidente da Ambiental MS Pantanal, Gabriel Buim, a parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul.
“Até 2025, foram implantados mais de 687,9 quilômetros de rede coletora e realizadas cerca de 52 mil novas ligações domiciliares, investimentos que fortalecem a infraestrutura urbana, ampliam os ganhos em saúde pública e contribuem diretamente para a preservação ambiental nos municípios atendidos”, afirma.
Buim ressalta ainda que a ampliação da rede coletora é etapa decisiva para a universalização do saneamento.
“A construção e a expansão dessas redes garantem que o esgoto gerado em residências e estabelecimentos comerciais seja conduzido de forma adequada até as estações de tratamento, evitando a contaminação do solo, de rios e de córregos e reduzindo riscos à saúde da população”, destaca.
O avanço do esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul está diretamente alinhado às diretrizes do Novo Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026/2020), que estabelece a universalização dos serviços até 2033 e orienta a atuação do setor pela eficiência técnica, pela responsabilidade socioambiental e pela gestão integrada dos recursos hídricos, pilares essenciais para a promoção do desenvolvimento sustentável.

Prevenção garante segurança e qualidade do sistema de esgoto
Ao longo de 2025, a concessionária intensificou as ações preventivas nas redes de esgotamento sanitário, assegurando o pleno funcionamento do sistema e reduzindo riscos de extravasamentos.
No período, foram realizadas 8.959 ações de desobstrução nas redes coletoras e 4.966 limpezas preventivas programadas, intervenções essenciais para manter a eficiência operacional e a continuidade dos serviços.
Para o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto, os resultados refletem uma atuação técnica, contínua e planejada.
“Os números evidenciam o trabalho permanente das equipes nas frentes de operação, manutenção e prevenção de ocorrências, com foco na segurança do sistema de esgotamento sanitário, na proteção ambiental e na qualidade dos serviços prestados à população”, destaca.

Avanço no saneamento reforça a proteção ao Pantanal
Desde o início da operação, em 2021, a Ambiental MS Pantanal vem registrando avanços consistentes na coleta e no tratamento de esgoto em MS, com reflexos diretos na saúde pública e na proteção dos recursos hídricos. O volume anual de esgoto tratado no estado mais que dobrou no período, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros em setembro de 2025.
Para a analista de operações da MS Pantanal, Isadora Brandão, os números evidenciam a dimensão estrutural dos investimentos realizados.
“Esse crescimento expressivo no volume tratado demonstra o impacto direto do saneamento na qualidade de vida da população e no equilíbrio ambiental do estado, ao impedir que cargas poluidoras cheguem aos corpos d’água”, destaca.
No acumulado desde o início da concessão, a concessionária evitou que mais de 131,4 bilhões de litros de esgoto fossem lançados em rios, córregos e mananciais que integram a bacia hidrográfica responsável por sustentar a dinâmica hídrica e a biodiversidade singular do Pantanal.
O resultado representa uma barreira efetiva contra a degradação dos recursos hídricos e a contaminação de ecossistemas altamente sensíveis, reforçando o papel estratégico do saneamento na preservação ambiental e no desenvolvimento sustentável do estado.
Futuro do saneamento
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.
Para 2026, está prevista a ampliação das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes coletoras de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla, ainda, a construção de 54 estações elevatórias de esgoto, bem como a modernização e ampliação das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), com incremento de 93 litros por segundo na capacidade instalada. Esse conjunto de intervenções consolida um avanço relevante na infraestrutura de coleta e tratamento no estado, fortalecendo a segurança operacional e a efetividade do saneamento.
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por paintbox em 23/dez/2025 - Sem Comentários
Recuperação ambiental e ação climática orientam a atuação sustentável da Ambiental MS Pantanal em MS.
Com capacidade para produzir até 80 mil mudas por ano, o Viveiro Isaac de Oliveira é um dos principais símbolos do compromisso da Ambiental MS Pantanal desde 2011. Iniciativa se tornou uma das mais relevantes da Aegea em Mato Grosso do Sul.
Com foco prioritário espécies nativas do bioma Cerrado, considerado um dos mais ameaçados do país, o viveiro tem a produção é destinada tanto a ações próprias da concessionária quanto ao apoio a projetos de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e compensação ambiental em municípios atendidos pela Ambiental MS Pantanal.
Segundo o analista ambiental da concessionária, Carlos Leal, somente em 2025, cerca de 20 mil mudas foram doadas a municípios do interior de Mato Grosso do Sul.
“Essas doações fortalecem iniciativas locais de recuperação ambiental e contribuem diretamente para a ampliação da cobertura vegetal em áreas urbanas e rurais, com impactos positivos na regulação climática, na conservação do solo e na proteção dos recursos hídricos”, destaca.
Além dos ganhos ecológicos diretos, a iniciativa tem papel estratégico na neutralização de emissões de carbono, na educação ambiental e no engajamento das comunidades locais, estimulando a participação da população em ações de plantio e cuidado com os recursos naturais.
De forma integrada, a Ambiental MS Pantanal atua na recuperação de matas ciliares, na preservação de Áreas de Proteção Ambiental e na arborização urbana, apoiando municípios do interior do estado e promovendo benefícios ambientais duradouros, como o aumento da resiliência dos ecossistemas e a melhoria da qualidade de vida da população.
Nesse contexto, as ações desenvolvidas pelo viveiro já contribuíram para evitar a emissão de cerca de 128 mil toneladas de CO₂, reforçando o reflorestamento como uma solução baseada na natureza fundamental para o enfrentamento das mudanças climáticas.

Transição energética amplia uso de fontes renováveis na MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal, avançou de forma consistente na transição da matriz energética de suas operações no estado, ampliando o uso de fontes renováveis e reduzindo progressivamente a dependência do mercado cativo de energia elétrica.
Desde 2024, todas as unidades operacionais da concessionária no estado passaram a ser abastecidas por energia proveniente de parques eólicos localizados na Bahia e por uma fazenda solar instalada em Cassilândia (MS), consolidando um modelo mais sustentável de suprimento energético.
Atualmente, 68,7% da energia consumida pela Ambiental MS Pantanal já é oriunda de fontes renováveis. Desse total, 34,3% correspondem à energia eólica adquirida por meio do mercado livre e de autoprodução, enquanto 34,4% são provenientes da geração distribuída fotovoltaica, resultado de investimentos em soluções energéticas descentralizadas e de menor impacto ambiental.
Segundo Lucas de Matos Souza, analista de eficiência energética da Ambiental MS Pantanal, a tendência é de ampliação desse percentual nos próximos meses.
“A previsão é que, a partir de novembro de 2025, 77,5% de toda a energia utilizada nas operações seja proveniente de fontes renováveis, restando apenas 22,5% do consumo vinculado ao mercado cativo. Essa mudança representa uma redução significativa das emissões associadas ao consumo de energia elétrica, um dos principais vetores de impacto ambiental no setor de saneamento”, explica.
A transição energética integra a estratégia de sustentabilidade da MS Pantanal e da Aegea, reforçando o compromisso com a descarbonização, a eficiência energética e o uso de uma matriz elétrica mais limpa e resiliente em Mato Grosso do Sul.

Ambiental MS Pantanal avança na gestão sustentável do lodo em MS
A Ambiental MS Pantanal tem ampliado os investimentos em soluções sustentáveis para a gestão do lodo gerado nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) dos 68 municípios atendidos pela Parceria Público-Privada (PPP) firmada com a Sanesul. A iniciativa reforça o papel do saneamento básico na mitigação das mudanças climáticas, ao reduzir emissões de carbono e transformar resíduos operacionais em insumos de valor ambiental e econômico.
A estratégia está alinhada ao compromisso da concessionária com a neutralização de carbono até 2030, às diretrizes da economia circular e às boas práticas ESG.
Segundo Fernando Garayo, gerente de Meio Ambiente da MS Pantanal, o setor de saneamento contribui para a descarbonização a partir da redução direta das emissões, do uso de energia renovável e da valorização do lodo como recurso.
“A transformação do lodo em biofertilizante evita o descarte em aterros e reduz a dependência de fertilizantes minerais, insumos com alto impacto ambiental”, explica.
A aplicação dessa estratégia já ocorre em diversas unidades operacionais. De acordo com Isadora Godoy Brandão, analista de operações da MS Pantanal, o lodo gerado nas ETEs passou a ser reaproveitado de forma ambientalmente adequada e tecnicamente segura.
“Cerca de 93% do lodo produzido na ETE de Bonito é destinado ao reaproveitamento pela Organics, parceira da concessionária. Além de Bonito, as ETEs de Ponta Porã e de outros 12 municípios também contribuem com a produção de lodo para a fabricação de biofertilizantes”, destaca.
O projeto, denominado FertBio-MS, foi oficialmente lançado em junho de 2024, na unidade da Organics Biofertilizantes, em Terenos (MS), após dois anos de estudos e testes técnicos. O processo consiste na compostagem do lodo desidratado, associado a esterco bovino e outros resíduos orgânicos, resultando na produção de adubo orgânico classe B, aprovado pelo Imasul. Desde o início da iniciativa, mais de 700 toneladas de lodo já foram destinadas ao reaproveitamento agrícola.
Os benefícios da iniciativa se estendem ao campo. Em parceria com a SEAF/SEMADESC e a Organics, a MS Pantanal já distribuiu gratuitamente mais de 260 toneladas de biofertilizante a assentamentos, comunidades quilombolas e instituições de Mato Grosso do Sul, fortalecendo a agricultura familiar, a inclusão produtiva e a economia circular.
A ação é formalizada por meio de Termo de Doação assinado em junho de 2024, com validade de dois anos, consolidando o saneamento como vetor de sustentabilidade, inovação e desenvolvimento socioambiental no estado.

Ações sociais consolidam o compromisso com sustentabilidade e comunidades no estado
Ao longo de 2025, a Ambiental MS Pantanal ampliou sua atuação social em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul, promovendo ações voltadas à educação ambiental, à saúde pública e ao fortalecimento do vínculo com as comunidades atendidas pela concessão. As iniciativas alcançaram municípios estratégicos e públicos diversos, consolidando o saneamento como um importante vetor de transformação social e ambiental.
Entre os meses de março e outubro, a concessionária esteve presente em cidades como Campo Grande, Corumbá, Ponta Porã, Bonito e Chapadão do Sul, com atividades realizadas em escolas, centros de convenções e grandes eventos públicos. As ações envolveram desde atividades educativas e de sensibilização ambiental até capacitações técnicas e apoio a campanhas de sustentabilidade, alcançando centenas de pessoas diretamente e milhares de forma indireta.
De acordo com Jaciela Leguiça, analista de Responsabilidade Social da Ambiental MS Pantanal, iniciativas como o Drive Thru da Reciclagem, realizado em Campo Grande e Rochedinho, as ações educativas em escolas municipais e estaduais e a participação em eventos de grande porte ampliaram significativamente o alcance das mensagens de sustentabilidade.
“Em Chapadão do Sul, por exemplo, um dos eventos contou com cerca de 2 mil visitantes, enquanto, em Bonito, a distribuição de 5 mil copos reutilizáveis reforçou a importância da redução de resíduos e do consumo consciente em um dos principais destinos turísticos do estado”, destaca.
As ações também contemplaram a capacitação de agentes comunitários de saúde, em Ponta Porã, fortalecendo a interface entre saneamento, saúde pública e qualidade de vida. Já em Corumbá, a atuação junto à população em geral integrou eventos culturais e ambientais, ampliando o alcance das mensagens de preservação dos recursos naturais.
Para Jaciela, a integração entre educação ambiental, engajamento social e parcerias institucionais é central para a estratégia da concessionária.
“Ao integrar educação ambiental, engajamento social e parcerias institucionais, a Ambiental MS Pantanal reafirma, em 2025, seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e a construção de uma relação permanente de diálogo com as comunidades dos 68 municípios atendidos pela Parceria Público-Privada com a Sanesul”, conclui.
Exposição itinerante “Olho D’Água” percorre MS e atende 13 mil pessoas
A exposição itinerante “Olho D’Água – Artes Líquidas e Águas Visuais” encerra 2025 com resultados expressivos em Mato Grosso do Sul, alcançando mais de 13 mil pessoas em 16 municípios do estado. Do total de público atendido, 9.445 estudantes da rede de ensino e 3.770 pessoas do público em geral participaram das atividades, que combinam arte, tecnologia e educação ambiental.
A iniciativa passou por cidades como Jardim, Nioaque, Porto Murtinho, Bonito, Caracol, Maracaju, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, Dourados, Amambai, Caarapó, Naviraí, Fátima do Sul, Deodápolis, Ivinhema e Laguna Carapã, ampliando o acesso a conteúdo educativos sobre o ciclo da água em diferentes regiões do estado.
Criada em 2022, a exposição propõe uma experiência imersiva e interativa, que convida o público a compreender o ciclo da água por meio de instalações artísticas, óculos de realidade virtual e uma mostra de cinema ambiental. Desde o lançamento, o projeto já circulou por 12 estados brasileiros, consolidando-se como uma referência nacional em educação ambiental itinerante.
Em agosto de 2025, o projeto iniciou sua primeira edição em Mato Grosso do Sul, marcando também a estreia do novo tech truck, ampliando para dois os veículos que percorrem simultaneamente o país. A passagem pelo estado foi avaliada de forma positiva por secretarias municipais, educadores, estudantes e famílias, que destacaram a abordagem lúdica e acessível dos conteúdos apresentados.
A equipe responsável pela circulação é formada por profissionais sul-mato-grossenses com experiência na temática ambiental, sob coordenação de uma produtora e monitora que atua no projeto desde sua criação. Com linguagem didática e interativa, o grupo conduz as atividades de forma acolhedora, promovendo o aprendizado sobre a água e sua importância para a vida e para o equilíbrio ambiental.
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.