Postado por paintbox em 22/mar/2022 -
Em celebração à Semana da Água, alunos do do 8º ano do Centro de Educação Pequeno Príncipe (CEPP), de Itaporã, realizaram uma visita guiada à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do município, operada pela MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre Sanesul e o Grupo Aegea.
A visita faz parte de um projeto da escola em que os alunos desenvolverão textos e maquetes sobre o que aprenderam no passeio.
Onze alunos e três professores foram recebidos pelo supervisor do polo de Dourados da MS Pantanal, Rubens Calixto, e pelos colaboradores Marivaldo Farias (Segurança do Trabalho) e Antônio Cavalheiro. Eles puderam conhecer, passo-a-passo, todas as etapas do tratamento de esgoto e receberam panfletos educativos sobre o uso correto da rede e o descarte irregular de resíduos sólidos.
“A visita foi perfeita e superou nossas expectativas”, disse Gabrielly Gomes Leite, coordenadora do centro de educação. “Foi a primeira vez que nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura de tratamento de esgoto da cidade”, acrescentou.
Já a pedagoga da escola, Maria Heloísa, ressaltou a importância de os alunos terem sido acompanhados pelo técnico de segurança. “Estavam prontos para nos receber”, disse.
Para Rubens Calixto, que guiou os alunos e professores no passeio, a visita foi importante para que os estudantes fossem conscientizados sobre o funcionamento da coleta e tratamento do esgoto, bem como sobre o bom uso rede.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Postado por paintbox em 08/mar/2022 -
Apesar de parecer predominantemente masculino, o mundo da engenharia ambiental conta com um número cada vez maior de lideranças femininas. No Mato Grosso do Sul não é diferente. Por aqui, a Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – é um exemplo dessa mudança.
Hoje, o MS é apontado como uma referência nacional no saneamento, por ter se antecipado ao Marco Legal que, em 2020, abriu caminho para que a iniciativa privada se unisse ao governo do estado na empreitada de universalizar o saneamento básico dentro dos próximos dez anos.
O cumprimento da meta deve beneficiar aproximadamente 1,7 milhão de sul-mato-grossenses e trazer mais condições de saúde aos moradores. É sabido, por exemplo, que além de afetar a população como um todo, a falta de saneamento compromete a saúde física e mental da mulher, mina sua produtividade, dificulta o acesso à educação e, consequentemente, contribui para a desigualdade de gênero.
De acordo com pesquisa realizada pela Instituto Trata Brasil, no país, uma em cada quatro mulheres não tem acesso adequado aos serviços de saneamento básico.
No MS, o caminho até a universalização conta com a participação de mulheres que lideram grandes grupos de homens que – juntos – ajudarão a alcançar a tão sonhada meta de universalização do saneamento, contribuindo para um ambiente menos desigual.
Em entrevista, um grupo de quatro jovens mulheres que ocupam cargos de liderança na MS Pantanal contam como foram suas trajetórias até chegarem onde chegaram, falam das mudanças que observaram pelo caminho, e compartilham suas perspectivas sobre como o olhar feminino pode contribuir para um ambiente de trabalho mais humano e colaborativo.

Zaida Siufi Pereira. Natural de Uberaba (MG), Zaida, 31, é coordenadora de Meio Ambiente na AMSP. Engenheira ambiental, ela conta que tem como inspiração sua mãe, dentista, que a incentivou na escolha da profissão. Quando Zaida tinha apenas 7 anos, perdeu o pai e teve que ajudar a mãe a cuidar da casa e dos dois irmãos.
Desde que começou a trabalhar no ramo do saneamento, Zaida viu “muita coisa mudar” no que diz respeito à representatividade feminina no mercado de trabalho. Ela conta que, no começo, era a única mulher em um grupo de homens que monitoravam a rede de esgoto em Cuiabá (MT) e que, de lá pra cá, o quadro mudou substancialmente, com a contratação de várias mulheres para cargos estratégicos até então ocupados por homens.
“Confesso que me sentia privilegiada ao me ver como a única mulher no grupo… sentia meu trabalho reconhecido”, diz. “No entanto, comecei a refletir sobre o que isso realmente, significava: falta de representatividade feminina no mercado de trabalho”, pondera. “Fico feliz em ver que as coisas estão mudando”.
Zaida diz ainda que, ao longo de sua trajetória profissional, conheceu mulheres que a inspiraram e incentivavam na empresa. “Somos poucas, mas somos fortes e unidas… o caminho para um mundo mais igual é a união e o compartilhamento de experiências que sirvam de inspiração para outras mulheres”.
Para Zaida, mãe de uma menina de 3 anos, o olhar feminino tem muito a contribuir no ambiente de trabalho. “Eu, que sou mãe, quero o melhor para a minha filha”, diz. “Nós, mulheres, temos esse olhar mais cuidadoso… e quando a gente fala em saneamento, a gente fala em melhorar a qualidade de vida das pessoas; é isso que eu quero para minha filha”, completa.

Letícia Yule. Natural de Campinas (SP), a coordenadora do polo de Corumbá da MS Pantanal, Letícia Yule, 32, lidera cerca de 50 colaboradores homens, em diversos municípios da região.
Formada em Engenharia Civil, ela conta que escolheu a profissão por preferir as ciências exatas, e que não se preocupou com a percepção de que o curso era frequentado predominantemente por homens.
Assim como Zaida, Letícia tem a mãe como exemplo de inspiração. Ela conta que, com o divórcio dos pais, quando ainda era pequena, passou por momentos difíceis com a mãe que, além de estudar e trabalhar, cuidava de Letícia praticamente sozinha. “Minha mãe é minha inspiração. A vi trabalhar de manhã, de tarde e à noite, estudar e cuidar de mim, com ajuda de familiares”, conta.
Letícia diz ainda que, ao longo de sua trajetória profissional, viu-se em momentos em que precisou ser “mais firme”, principalmente quando assumiu cargos de chefia. “Às vezes, quando chego em um lugar novo, percebo que há alguma resistência por parte do colaborador que nunca teve uma chefe mulher…. mas é uma questão de tempo até que certa barreira seja rompida e eles vejam que o fato de eu ser uma mulher é apenas um detalhe”, diz.
Para Letícia, seu olhar feminino ajuda muito no relacionamento com os colaboradores. “Eu acho que o olhar feminino acrescenta no detalhe; mais sutil e humano ao abordar o colaborador”, diz. “Nós, mulheres, muitas vezes sabemos ouvir o colega, que se sente mais confortável para se abrir, caso esteja passando por uma situação difícil em casa, por exemplo”. “Somos uma empresa, mas também somos humanos… às vezes não vou poder ajudar, mas vou poder ouvir”, acrescenta.

Daniela Gutierres. Formada em Engenharia Sanitária Ambiental, Daniela é responsável pelo controle de qualidade dos serviços de tratamento e laboratório da MS Pantanal, nos 68 municípios onde a PPP atua no Mato Grosso do Sul.
Entre suas funções, ela é responsável pela performance das estações de tratamento de esgoto (ETEs) e as avaliações laboratoriais do interior do estado, além dos índices de qualidade, apoiando a operação.
Com apenas 18 anos, Daniela iniciou sua carreira no Grupo Aegea como estagiária no Centro de Controle de Operações (CCO) da concessionária Águas Guariroba, em Campo Grande. Ela conta que, à época, a representatividade feminina era pouco expressiva no setor, mas que a situação foi mudando gradualmente, com a contratação de novas líderes femininas.
Tal qual Zaida e Letícia, sua mãe é seu maior exemplo de inspiração feminina. “Minha mãe criou – praticamente sozinha – a mim e a minha irmã… Ela nunca mediu esforços no trabalho, nunca reclamava e estava sempre com um sorriso no rosto”, conta. “Por ela nunca ter desistido, ela é a minha inspiração de vida”, acrescenta.
Para Daniela, o olhar feminino nas relações com os colegas faz toda a diferença. “Temos delicadeza na comunicação, e os resultados disso são perceptíveis”, diz a engenheira.

Fernanda Jara. Supervisora do polo de Três Lagoas da MS Pantanal, Fernanda, 27, também está entre as mais jovens líderes da companhia, liderando um grupo de cerca de 24 homens, em três municípios da região.
Formada em Engenharia Civil, a campo-grandense conta que o fato de o curso ser predominantemente masculino não a intimidou, e que ela contou com todo o apoio de sua família na escolha da profissão.
Até chegar a seu posto de liderança, passou, no entanto, por situações de discriminação por ser mulher, quando trabalhava como empreiteira em uma empresa da capital. “Trabalhei em uma empresa em que eu era a única mulher, e estava começando a minha carreira. Sofri certa resistência por parte dos colegas na hora de impor minha autoridade, mas, hoje, onde estou, não vejo mais esse problema… há respeito entre os colegas”, diz.
Para Fernanda, que está há cerca de um ano na MS Pantanal, um dos melhores momentos de sua carreira foi quando ela teve a oportunidade de ser supervisora do polo de Três Lagoas. “Me senti super realizada”, diz. “Aqui existem boas perspectivas de crescimento para nós, mulheres… A gente vê acontecer”, conclui.
Postado por paintbox em 25/fev/2022 -
O coletivo Mil Pelo Planeta, em parceria com a Casa Vagalume e a Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – realizou o plantio de mudas de espécies nativas do Cerrado para alargamento da vegetação que margeia o Rio formoso, em Bonito (MS), na última quarta-feira (23).
Foram doadas 250 mudas de espécies como jacarandá, moringa, ipê roxo e cedro rosa pela MS Pantanal. O plantio contou com a participação de agrônomos, biólogos e voluntários engajados na causa ambiental e em ações de recuperação do bioma.
Idealizador do Mil Pelo Planeta, o publicitário Neo Ávila explicou que o modelo de plantio escolhido foi o de “muvuca da natureza”, em que as mudas são plantadas juntamente com várias sementes de espécies nativas que protegem as árvores contra pragas e intempéries. “As sementes que utilizamos no plantio dão apoio ao crescimento das mudas, uma vez que acabam virando alvo de insetos, como formigas, que em vez de consumirem as mudas, prejudicando o seu crescimento, preferem as sementes da muvuca”, disse.
“As árvores plantadas neste sistema contam com uma rede de proteção das sementes”, endossou o especialista em plantio agroflorestal Thiago Luiz, que acompanhou a ação. “Além de protegerem as mudas, as sementes que compõem a muvuca atraem insetos polinizadores como a abelha e a libélula e acabam por auxiliar também no processo natural de recuperação da vegetação local”, explica.
Sustentabilidade. Em parceria com a MS Pantanal, o Mil Pelo Planeja já plantou mais de 2 mil mudas de espécies nativas em Bonito, município considerado capital do ecoturismo no Brasil. Parte dessas mudas também foram utilizadas para a recuperação da mata ciliar do Rio Formosinho.
Em novembro de 2020, o coletivo realizou o plantio de mil mudas no sistema agroflorestal e acompanha o desenvolvimento das plantas – frutíferas, em sua maioria -, que estão sendo utilizadas na subsistência de comunidades locais.
“As mudas doadas pela MS Pantanal estão prosperando”, disse Dona Élida, proprietária do terreno em que o coletivo realizou a ação em novembro. “Estamos cuidando muito bem dessas árvores, porque é delas que tiramos nosso sustento”, acrescentou.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Postado por paintbox em 08/fev/2022 -
Considerada uma referência para todo o país, dado seu pioneirismo, a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal (AMSP) – completou, no último sábado (5), um ano de assinatura do contrato com o governo.
Desde maio de 2021, com o início da chamada “operação plena” da AMSP, cerca de 12,3 mil sul-mato-grossenses já foram conectados à rede coletora de esgoto. A companhia está presente nos 68 municípios onde a Sanesul já atua e suas equipes e veículos já são vistos trabalhando em todas as regiões do Estado.
De lá pra cá, os avanços foram notáveis. Apenas nos primeiros nove primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou cerca de 3,75 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 12,6 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.
Universalização. A PPP surgiu com a meta de acelerar os investimentos para que o estado atinja a universalização do saneamento básico dentro da próxima década. A assinatura do contrato entre a Sanesul se deu em 5 de fevereiro do ano passado, na esteira da vitória da Aegea em um leilão promovido em outubro de 2020, logo após a sanção do Marco Legal do Saneamento.
O evento de assinatura do contrato contou a presença do governador do estado, Reinaldo Azambuja, do presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., e de outros executivos da Aegea Saneamento. À época, Azambuja disse que “o grande legado desta parceria é a possibilidade de abreviar o tempo, podendo entregar mais ao estado em um curto espaço de tempo”. “Quem olha o projeto de saneamento verá que é voltado à qualidade de vida”, afirmou.
Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP, mais 1,7 milhão de pessoas terão acesso ao saneamento básico ao final de 2031, posicionando o MS como o primeiro estado do país a atingir a universalização. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Novos Equipamentos. Entre as melhorias trazidas pela PPP, estão os caminhões customizados da MS Pantanal, que foram distribuídos em vários municípios do estado. O modelo foi desenhado com o objetivo de minimizar possíveis transtornos em serviços como manutenção, troca de tubulação e ligação na rede de esgoto.
Isso será possível porque esse tipo de caminhão reúne em um só veículo equipamentos como caçamba, retroescavadeira, baús para acondicionamento de ferramentas, guindaste e engate rápido para instrumentos hidráulicos.
Com o novo caminhão, o deslocamento de vários veículos para a realização de um só veículo não se faz mais necessário, resultando na redução de poluentes e possíveis transtornos no tráfego das cidades. Desde maio, a MS Pantanal já distribuiu 14 modelos da retro saneamento em cidades como Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí, Aquidauana, Sidrolândia, Chapadão do Sul e Jardim.
Além disso, foram distribuídos 22 mini hidro jatos, usados na desobstrução da rede de esgoto e 6 caminhões hidro vácuo, utilizados para o mesmo fim. Em Corumbá, a MS Pantanal disponibilizou uma retroescavadeira com rompedor, dadas as peculiaridades do solo da região, localizada no Maciço do Urucum. O solo da região é conhecido por seus depósitos de minérios que o tornam mais difícil de ser rompido.
Modernização. O sistema de monitoramento da rede coletora de esgoto também foi modernizado com a chegada da PPP, com a instalação de novas centrais digitais, que vieram substituir discadoras analógicas antigas e permitirão a coleta de dados operacionais mais detalhados nas estações elevatórias e de tratamento do esgoto (ETEs) do estado.
No novo sistema, o quadro de comando de cada unidade envia dados sobre o funcionamento dos equipamentos da planta para um sistema informatizado.
A iniciativa incorpora inteligência de dados e tecnologia à gestão, permitindo a coleta e cruzamento de informações importantes e úteis para o desenvolvimento de estratégias de atuação e investimento.
Na prática, isso significa que o funcionamento de 192 estações elevatórias de esgoto (EEEs) está sendo monitorado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, em Campo Grande, em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias.
A AMSP ainda instalou geradores de energia em estações elevatórias de esgoto (EEEs) de Três Lagoas, que darão apoio ao funcionamento em caso de queda de energia. A instalação desses equipamentos deve trazer mais segurança e eficiência às operações, uma vez que quedas prolongadas de energia podem resultar no extravasamento de esgoto.
Infra Inteligente. Antes de assumir as operações de afastamento, coleta e tratamento de esgoto, a AMSP conduziu o programa Infra Inteligente, da Aegea – maior empresa privado de saneamento do país -, num período de três meses para mapear todos os ativos repassados pela Sanesul.
No período, foram percorridas cerca de 68 estações de tratamento de esgoto (ETEs) e 200 EEEs. Para isso, a empresa lançou mão de equipamentos de última geração, como drones capazes de reproduzir modelos tridimensionais das plantas.
O diretor-sênior de projetos da Aegea, Wagner Carvalho – um dos criadores do projeto – explicou que o mapeamento inteligente da estrutura de esgotamento sanitário do MS possibilita monitorar a saúde dos ativos “como se fosse um exame médico”.
De acordo com o diretor, o Infra Inteligente viabiliza a gestão intensiva dessa estrutura. “Com isso, é possível traçar estratégias mais assertivas de investimento e manutenção do patrimônio”, disse.
Postado por paintbox em 10/jan/2022 -
A Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – concluiu, na última semana, obras de implantação da rede de esgoto do bloco 8 do Loteamento Social Cidadania, em Dourados – um projeto da Agência de Habitação Popular (Agehab), do governo do estado.
O trecho concluído nesta semana conecta mais 45 moradias no sistema de esgotamento sanitário do município, e deve beneficiar aproximadamente 70 pessoas.
Nos últimos meses, a empresa implantou, ao todo, 1.600 metros de rede coletora na região, para garantir acesso a cerca de 600 moradores ao sistema. Os lotes estão dispostos entre os bairros Dioclésio Artuzi, Ibirapuera e Harrisom de Figueiredo.
A MS Pantanal assumiu a operação plena dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em maio, nos 68 municípios onde a Sanesul está presente. Desde então, equipes e veículos da PPP são vistos em todas regiões de MS.
Ao lado da Sanesul, a MS Pantanal tem a meta de universalizar o saneamento básico no estado até o final de 2031, o que significa que mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso à rede de esgoto, totalizando uma cobertura de 98% da população.
Ao atingir a meta, o estado se posicionará como o primeiro do país a universalizar o saneamento básico. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 20/dez/2021 -
O diretor-presidente da Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul), Walter Carneiro Jr., esteve em Anaurilândia, na última quinta-feira (16), para entregar R$ 3,4 milhões em obras de esgotamento sanitário ao município, localizado a cerca de 372 quilômetros de Campo Grande.
A cerimônia de entrega contou com a presenta do prefeito Edson Takazono, que destacou a importância dos investimentos na estrutura de saneamento não apenas em Anaurilândia, mas também nos demais municípios em que a estatal está presente.
“A Sanesul é uma das empresas pioneiras que está levando a todos os municípios a questão do tratamento de esgoto”, disse Takazono. “Quando se fala em saneamento básico, se fala em saúde… Antes, a gente ouvia em noticiários a mortalidade de crianças porque as pessoas não consumiam, de forma alguma, água tratada”, afirmou. “Falo por Anaurilândia, hoje temos aqui 100% de água tratada”, acrescentou.
Durante o ato, foram inauguradas a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) com capacidade para 20 litros por segundo, uma elevatória de esgoto tratado, 1.287 metros de emissário, 3.246 metros de rede coletora de esgoto, 424 ligações domiciliares, reabilitação de 141 ligações domiciliares de esgoto, além de um laboratório e obras complementares. No total, foram investidos R$ 3.481.442,17 em obras.
PPP do Saneamento. A estrutura entregue pela Sanesul está sendo operada pela Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP), entre a estatal e o Grupo Aegea.
Desde maio, a companhia assumiu os serviços de coleta, afastamento e tratamento do esgoto em todas os 68 municípios em que a Sanesul está presente.
Com a PPP, possibilitada pelo Marco Legal do Saneamento, o MS deve se tornar o primeiro estado do país a atingir a universalização do saneamento básico dentro dos próximos dez anos, garantindo acesso a mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses aos serviços. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 16/dez/2021 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – abriu vaga para mecânico em Campo Grande.
Entre os requisitos para a candidatura, exige-se experiência em manutenção de máquinas e instalação de equipamentos de bombeamento, ajuste, recuperação, regulagem, montagem e desmontagem de peças, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria “B” e disponibilidade para viagens no Estado.
A MS Pantanal é uma concessionária do Grupo Aegea – a maior empresa de saneamento do Brasil – e assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul atua, em todas as regiões do MS. A empresa tem a meta de universalizar o saneamento básico no estado até o final de 2031.
A MS Pantanal oferece benefícios como assistência médica e odontológica, vale alimentação, gympass e acesso a sua plataforma educacional. Os interessados devem enviar currículo e manifestar seu interesse pela vaga através do e-mail [email protected].
Postado por paintbox em 14/dez/2021 -
Durante três dias, a meia maratona Bonito 21K movimentou R$ 3 milhões e atraiu mais de seis mil pessoas, entre atletas e familiares, ao maior destino de ecoturismo do Brasil. O evento apoiado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte), chega a sua sétima edição com amplas chances de entrar no circuito nacional em atletismo e ciclismo e fomenta o turismo local em um período de baixa temporada.
O alto nível das provas, realizadas no sábado e neste domingo, credencia Bonito 21K a integrar o ranking nacional. No atletismo, a meiamaratona de 21 quilômetros já é homologada pela federação estadual e a Confederação Brasileira de Ciclismo avalia ranquear a prova de 121 quilômetros. Para o turismo, segundo a organizadora da prova, Kassilene Cardadeiro, a realização do evento na primeira semana de dezembro beneficia todos os segmentos do setor.
Este ano o número de inscritos – 2.050 atletas, sendo 1.738 na corrida – foi recorde e para 2022 a organização pretende ampliar os valores da premiação para atrair equipes de ponta de outros estados. Kassilene Cardadeiro destacou o apoio do Governo do Estado, que garante toda a parte de estrutura, e informou que a prova teve um crescimento de 70% somente no atletismo. Com duas edições, o ciclismo também desponta positivamente.
Calor intenso
Na avaliação de Denildo José Gomes, diretor da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Bonito 21K tem todas as condições técnicas para entrar no ranking nacional futuramente. Ele e outros membros da entidade arbitraram as provas, realizadas hoje (05) de manhã, e elogiou a organização e a estrutura, bem como as condições da pista da rodovia MS-178, onde 312 atletas competiram em 50 e 121 quilômetros.
“É uma prova muito dura, devido ao calor, com potencial para ser ranqueada e entrar no nosso calendário nacional”, disse Gomes. “Os atletas sentiram muito a alta temperatura, mas a organização atuou de forma rápida e colocou três pontos de hidratação ao longo do percurso e isso amenizou um pouco o impacto”, completou o dirigente, que também destacou o nível técnico dos competidores. “As equipes são muito organizadas”.
A alta temporada foi determinante no rendimento dos atletas, interferindo logicamente nos resultados. A largada do ciclismo ocorreu às 7h, com os competidores percorrendo o trecho entre a Praça da Liberdade e o trevo que demanda a Bodoquena (MS-178), onde foi dada a largada. Depois do esforço, o sorriso e a alegria dos atletas após conhecerem sua classificação criaram um clima de muita animação ao final do evento, com a entrega da premiação.
Classificação geral
Na categoria MTB nos 121 quilômetros, em disputa acirrada, os dois primeiros colocados na classificação geral foram: Ailton Stropa Garcia Junior (Dourados), com o tempo de 4h25m13s, e Wanderlei Recaldi da Silva (Bonito), em 4h25m14s. No feminino, a campeã dos 50 quilômetros foi Otavia Gonçalves da Cunha (Campo Grande), com o tempo de 1h42m36s, e no masculino, Esmael Ramos Lopes (Navirai), em 1h30m04s.
Na categoria Speed, Ingrid Pereira da Silva (Campo Grande) venceu os 121 quilômetros no feminino, em 3h22m12s, enquanto no masculino o campeão geral foi Leonardo Tavares Pereira (Campo Grande), em 3h14m41s. Nos 50 quilômetros, esta foi a classificação: Talita Martins (Campo Grande), com o tempo de 1h3206s, foi a campeã no feminino; no masculino, venceu Lucas Francisco Garcia (Rio Brilhante), em 1h21s
A PPP do saneamento, Ambiental MS Pantanal, patrocina o evento. O Governo do Estado, Fundesporte, Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio (Sectur), prefeitura de Bonito, e Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) são os apoiadores.
Postado por paintbox em 01/dez/2021 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o grupo Aegea – abriu vaga para técnico em Segurança do Trabalho em Três Lagoas (MS).
Entre os requisitos para a candidatura, exige-se curso técnico em Segurança do Trabalho, além de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria “B” e disponibilidade para viagens no estado.
A MS Pantanal assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul atua, em todas as regiões do Mato Grosso do Sul, com a meta de garantir esgotamento sanitário à 98% da população até o final de 2031. Desde então, equipes e veículos da PPP podem ser vistos em Três Lagoas e demais cidades.
Entre as principais atividades exercidas pelo técnico estão a análise e investigação de acidentes de trabalho, princípios de incêndio e suas consequências, visitas aos respectivos locais e verificação da utilização correta dos equipamentos de segurança, com o objetivo de prever futuros acidentes.
O técnico também deve realizar levantamentos sobre o grau de iluminação, ruídos, concentração de gases e risco de explosão, de acordo com as atividades exercidas. Além disso, deve-se elaborar cursos e palestras sobre segurança e participar de comissões internas sobre a prevenção de acidentes.
A MS Pantanal oferece benefícios como assistência médica, odontológica, vale alimentação, gympass e acesso a sua plataforma educacional. Os interessados devem enviar currículo e manifestar interesse pela vaga através do e-mail [email protected].
Postado por paintbox em 15/out/2021 -
A Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – iniciou, nesta semana, obras de extensão da rede de esgoto de Dourados, e vai ligar mais 190 moradias no sistema de esgotamento sanitário da cidade.
A rede será estendida em cerca de 1.600 metros e deve beneficiar aproximadamente 570 futuros moradores do Loteamento Social Cidadania – um projeto da Agência de Habitação Popular (Agehab), do governo do estado. Os lotes estão dispostos entre os bairros Dioclésio Artuzi, Ibirapuera e Harrisom de Figueiredo.
A PPP assumiu a operação plena dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em maio, nos 68 municípios onde a Sanesul está presente. Desde então, equipes e veículos da PPP são vistos em todas regiões de MS.
Desde que começou a operar em Dourados, a MS Pantanal já conectou 228 moradias e realizou 1.350 serviços de desobstrução da rede de esgoto, para que o efluente possa fluir com mais segurança pela rede, minimizando o risco de extravasamento.
Ao lado da Sanesul, a MS Pantanal tem a meta de universalizar o saneamento básico no estado até o final de 2031, o que significa que mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso à rede de esgoto, totalizando uma cobertura de 98% da população.
Ao atingir a meta, o estado se posicionará como o primeiro do país a universalizar o saneamento básico. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.