Postado por paintbox em 13/out/2021 -
Em comemoração ao Dia das Crianças, o coletivo Mil Pelo Planeta, em parceria com a Chácara Maktub, realizou o plantio de mudas com a criançada, nesta terça-feira (12), em Campo Grande. Foram disponibilizadas cem mudas de várias espécies plantadas pelos pequenos, que ainda fizeram um tour educativo no local, aprendendo sobre as sementes e o modelo agroflorestal de plantação.
A proposta foi celebrar a data de forma diferente, inspirando as crianças a se conectarem com a natureza e se conscientizarem sobre a importância do reflorestamento para a preservação do meio ambiente. Cada um recebeu uma muda de árvore frutífera, uma plaquinha com o nome de quem plantou e um certificado no final do passeio.
As mudas foram doadas pela Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, com a missão de universalizar o saneamento básico no Mato Grosso do Sul dentro da próxima década, posicionando o estado como o primeiro a atingir tal marco. Foram doadas mudas de espécies como caju amarelo, pitomba, jenipapo, açaí, pitanga, imbirussu, bacupari, entre outras.
Idealizador do coletivo Mil Pelo Planeta, o publicitário Neo Ávila explicou que o modelo de plantio escolhido foi o de “muvuca da natureza”, em que cada muda é plantada com várias sementes que protegem as árvores contra pragas e intempéries.
“As árvores plantadas no sistema agroflorestal foram as únicas que sobreviveram à geada neste inverno”, disse Ávila, acrescentando que é a primeira vez que o coletivo realiza um plantio com crianças. Ele afirmou ainda que o desenvolvimento das mudas será acompanhado pelo coletivo e a chácara deve servir como uma biblioteca das espécies nativas.
Postado por paintbox em 05/out/2021 -
Em uma roda de debate realizada na manhã desta terça-feira (5), em Campo Grande, o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, afirmou que, com a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, o estado deve atingir a universalização do saneamento básico dentro da próxima década.
“A meta é que em 2030 tenhamos 98% de universalização no MS naqueles municípios que são geridos pela nossa empresa de saneamento”, disse o secretário, em debate que contou com a participação do Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), Alexandre Magno, e da juíza de Direito do Tribunal de Justiça (TJMS), Joseliza Turine.
De acordo com dados do instituto de pesquisa Trata Brasil, 35 milhões de brasileiros não têm acesso à agua potável e cerca de 100 milhões não têm acesso à rede de esgoto, o que contribui para índices relativamente altos de doenças de veiculação hídrica entre à população que vive à margem dos serviços de saneamento.
A universalização do esgoto estabelecida pelo marco legal tem o intuito de reduzir a mortalidade infantil e melhoras os índices de educação, emprego e turismo
No encontro, Verruck pontuou que um dos fatores determinantes para que o MS se antecipasse ao Marco Legal sancionado no ano passado foi o da eficiência da iniciativa privada. “A grande questão é de como o setor privado tem capacidade de ser mais eficiente”, disse. “Então, o estabelecimento de metas de eficiência é fundamental para que você não tenha impacto na tarifa”.
O plano de PPP de MS, que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal, é uma referência em todo o país. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços de afastamento, coleta e tratamento de esgoto ao final da década. Assim, o estado será o primeiro do país a universalizar o saneamento, e, para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
A MS Pantanal assumiu, em maio, a operação plena dos serviços de esgoto em 68 municípios que a Sanesul já atua, após um período de 3 meses de mapeamento e cadastro digital dos ativos da estatal.
De acordo com dados do ranking do saneamento, existem 35 milhões de brasileiros sem acesso à água potável e 100 milhões sem acesso à rede de esgoto. A universalização do esgoto consiste em promover o acesso à água tratada, coleta e tratamento de esgoto à população sul-mato-grossense.
O evento foi realizado pelo Instituto “Não Aceito Corrupção”, uma associação civil fundada em 2015 pelo então Promotor de Justiça Roberto Livianu, que abriu a roda de debate.
Postado por paintbox em 28/set/2021 -
Ao se antecipar ao Marco Legal do Saneamento, o Mato Grosso do Sul tem avançado com as obrigações da lei e deve ser o primeiro estado do país a alcançar a universalização dos serviços de esgotamento sanitário, disse o secretário nacional de Saneamento, Pedro Ronald Maranhão, que cumpriu agenda em Campo Grande, nesta terça-feira (28).
Em coletiva de imprensa realizada na sede da Sanesul, o secretário explicou que a legislação sancionada no ano passado teve como um dos objetivos garantir segurança jurídica para que a iniciativa privada se interessasse em projetos de universalização, a fim de garantir mais investimentos para que toda a população tenha acesso aos serviços dentro dos próximos dez anos.
A meta do Governo Federal com o novo marco é alcançar a universalização até 2033, garantindo que pelo menos 90% da população tenha acesso ao tratamento e coleta de esgoto no país. No MS, no entanto, com a Parceria Público-Privada (PPP) do Saneamento, estima-se que esse objetivo deva ser alcançado ainda em 2031.
Também presente na coletiva, o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., explicou que o cenário no MS é muito diferente do restante do país, com o estado já caminhando para cumprir com as obrigações da nova lei.
“Mato Grosso do Sul avançou bastante no setor de saneamento e como o próprio secretário disse, podemos observar que saímos na frente”, disse o chefe da Sanesul. “Somos referência para o Brasil em termos de tomada de decisão, com mais de 55% de cobertura de esgoto”, acrescentou.
Em outubro do ano passado, o leilão da Sanesul para a criação de uma PPP que cumprisse a meta de universalização foi vencido pelo Grupo Aegea, dando origem à empresa Ambiental MS Pantanal, que já está presente em todos os 68 municípios em que a estatal já atua.
A companhia assumiu a operação plena dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em maio deste ano e, desde então, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos em todas as regiões do Estado. A expectativa é que, ao final de 2031, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses sejam incluídos na cobertura da rede de esgoto. Para isso, a MS Pantanal estima um investimento de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 21/set/2021 -
Em celebração ao Dia da Árvore, comemorado nesta terça-feira (21), um grupo de jovens do coletivo Mil pelo Planeta iniciou o plantio de mil mudas de espécies nativas nas proximidades do Rio Formosinho, em Bonito (MS), doadas pela Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação tem o intuito de alargar e dar apoio à mata ciliar que protege o leito do rio, que conta com grande potencial turístico. Estão sendo plantadas mudas de espécies como ipê roxo, rosa e amarelo; e frutíferas, como moringa, tamarindo, nêspera, baru, buriti e pitanga, no rancho Kanzeon, também parceiro da ação.
Neste ano, o grupo reuniu um time de especialistas com conhecimento agroflorestal. Além das mil mudas, estão sendo plantadas sementes crioulas que devem dar apoio ao crescimento das plantas e à integração delas com a vegetação existente.
Voluntária do coletivo, a produtora agrícola e “guardiã da floresta” Elida Aivi, natural de Bonito, conta que, para que as mudas cresçam saudáveis na região, é importante que sejam plantadas com apoio de sementes locais.
“Para colaborar com a ação eu trouxe uma mistura de sementes que eu mesmo cultivo em minha propriedade, que vão auxiliar as mudas novas a se adaptarem ao solo e crescerem saudáveis – essa mistura é conhecida ‘muvuca da natureza’”, conta.
Um exemplo de semente que auxilia o plantio é o gergelim. “Quando fazemos um plantio como este, é interessante usar o gergelim, porque ele atrai formigas que acabam comendo as sementes em vez de atacarem as mudas”, diz Elida. “Também trouxe sementes de baru, urucum, feijão-de-porco, mamona, araticum e crotalária, que corrige a acidez do solo de maneira natural e fornece cálcio e potássio para as plantas”, explica.
O coordenador da Ação, Neo Ávila, conta que “datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento econômico sustentável da região”.
Para Neo, “ter apoio de empresas como a MS Pantanal é muito importante para que ações como esta possam, de fato, acontecer”. “Datas como o Dia da Árvore são marcantes para conscientizar a população sobre a importância de se engajar na recuperação de biomas como o cerrado, que vem sendo ameaçado pela ação predatória do homem… ainda mais em Bonito, onde o ecoturismo é tão importante para o desenvolvimento sustentável da região”, acrescenta.
Postado por paintbox em 15/set/2021 -
O Mato Grosso do Sul deve ganhar uma nova usina de energia solar em 2022, que será construída no município de Cassilândia, na divisa com Goiás, a cerca de 430 quilômetros de Campo Grande. O empreendimento é uma iniciativa da Ambiental MS Pantanal – empresa que surgiu da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – e vem em um momento em que a companhia se esforça para buscar meios de compensar o impacto ambiental resultante de suas atividades.
A unidade a ser instalada na zona rural de Cassilândia terá capacidade de produção de 292 MWh/mês. Isso equivale a energia média consumida por cerca de 1.800 residências. O contrato para a construção foi assinado em junho deste ano e as obras devem ser iniciadas em outubro. Estima-se que a usina comece a operar em fevereiro do próximo ano.
Com a meta de posicionar o Mato Grosso do Sul como o primeiro estado a universalizar o acesso ao saneamento básico, a MS Pantanal vem investindo em soluções ambientais que visam minimizar o impacto dessas atividades desde que assumiu as operações de coleta, afastamento e tratamento de esgoto nos 68 municípios em que a Sanesul já atua.
Desde maio, com o início da chamada “operação plena”, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos em todas as regiões do estado.
De acordo com o diretor-presidente da MS Pantanal, Celso Paschoal, o investimento em recursos sustentáveis, como a usina de energia solar, faz parte dos pilares da empresa. “Através da PPP, podemos levar muito mais saúde à população do nosso Estado e nossa missão é fazer isso de maneira sustentável”, disse.
“A preservação do Meio Ambiente e a melhora da qualidade de vida dos sul-mato-grossenses são o resultado final do nosso trabalho. Utilizar recursos renováveis para que a nossa meta seja cumprida torna esse projeto muito mais especial”, completou.
Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP no estado, o MS deve garantir acesso a mais 1,7 milhão de pessoas aos serviços de saneamento até o final de 2031. Para isso, a MS Pantanal estima investir cerca de R$ 1 bilhão em obras.
Postado por paintbox em 01/set/2021 -
A Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) do saneamento entre a Sanesul e o Grupo Aegea – assinaram, nessa terça-feira (31), um protocolo de intenções que visa a cooperação técnico-científica entre as partes, em Campo Grande.
Com o protocolo, as partes formalizam a intenção de colaborarem em projetos que venham a beneficiar a produção científica em âmbito estadual, no tocante a assuntos de saneamento básico, engenharia e meio ambiente, por exemplo.
Além do reitor da UFMS, Marcelo Turine, estiveram presentes a vice-reitora, Camila Itavo; o diretor da Agência de Desenvolvimento e Inovação (Aginova), Saulo Moreira; e professores, diretores e pesquisadores da Faculdade de Engenharia (Faeng). Também participaram o diretor regional de relações institucionais da Aegea, Paulo Antunes; o diretor presidente da AMSP, Celso Paschoal; e o diretor-executivo da empresa, Clayton Bezerra.
Na esteira do encontro, Turine afirmou que “é um orgulho muito grande para a UFMS assinar um protocolo de intenções junto a uma empresa que é referência em saneamento em todo o país e, em especial, no Mato Grosso do Sul”. “Tenho certeza que nascerão daqui muitos projetos inovadores para a sociedade sul-mato-grossense… projetos de impacto científico para melhorar a qualidade de vida da população”, ressaltou o reitor.
“Estarmos do lado da academia irá permitir troca de experiências e pesquisas que contribuirão de forma significativa para a implantação de melhorias no saneamento em nosso Estado”, disse Antunes. “Trata-se da união dos melhores esforços, conhecimentos e práticas sustentáveis que passarão a estar em sinergia”, explicou.
Sobre a PPP. A MS Pantanal assumiu, desde maio, a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em todos os 68 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Ao lado da Sanesul, a companhia controlada pelo Grupo Aegea tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Desde maio, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos por moradores de todas as regiões do Estado. Apenas nos primeiros três primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou mais de 1,8 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 5,5 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.
Postado por paintbox em 23/ago/2021 -
Considerada uma referência para todo o país, dado seu pioneirismo, a Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – que deu origem à empresa Ambiental MS Pantanal (AMSP) – completou, neste mês, cem dias de operação no Mato Grosso do Sul.
Desde maio, com o início da chamada “operação plena” da AMSP, cerca de 6,3 mil sul-mato-grossenses já foram conectados à rede coletora de esgoto. A companhia está presente nos 68 municípios onde a Sanesul já atua e suas equipes e veículos já são vistos trabalhando em todas as regiões do Estado.
De lá pra cá, os avanços foram notáveis. Apenas nos primeiros três primeiros meses de operação, a MS Pantanal já ligou cerca de 1,8 mil moradias à rede de esgoto. Além disso, foram realizados 5,5 mil serviços de desobstrução, para que o esgoto possa fluir com segurança.
Universalização. A PPP surgiu com a meta de acelerar os investimentos para que o estado atinja a universalização do saneamento básico dentro dos próximos dez anos. A assinatura do contrato entre a Sanesul se deu em 5 de fevereiro deste ano, na esteira da vitória da Aegea em um leilão promovido em outubro de 2020, logo após a sanção do Marco Legal do Saneamento.
O evento de assinatura do contrato contou a presença do governador do estado, Reinaldo Azambuja, do presidente da Sanesul, Walter Carneiro Jr., e de outros executivos da Aegea Saneamento. À época, Azambuja disse que “o grande legado desta parceria é a possibilidade de abreviar o tempo, podendo entregar mais ao estado em um curto espaço de tempo”. “Quem olha o projeto de saneamento verá que é voltado à qualidade de vida”, afirmou.
Celso Paschoal, diretor-presidente da MS Pantanal, explica que uma das expectativas com a chegada da iniciativa privada na modelagem é a de continuar trazendo inovações e possibilidades para otimizar a execução dos serviços. “A MS Pantanal veio pra isso; impulsionar os investimentos, trazer melhorias, agilidade e eficiência nos processos, bem como minimizar possíveis transtornos na execução dos trabalhos”, disse.
Com o cumprimento da meta estabelecida pela PPP, mais 1,7 milhão de pessoas terão acesso ao saneamento básico ao final de 2031, posicionando o MS como o primeiro estado do país a atingir a universalização. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.
Novos Equipamentos. Entre as melhorias trazidas pela PPP, estão os caminhões customizados da MS Pantanal, que foram distribuídos em vários municípios do estado. O modelo foi desenhado com o objetivo de minimizar possíveis transtornos em serviços como manutenção, troca de tubulação e ligação na rede de esgoto.
Isso será possível porque esse tipo de caminhão reúne em um só veículo equipamentos como caçamba, retroescavadeira, baús para acondicionamento de ferramentas, guindaste e engate rápido para instrumentos hidráulicos.
Com o novo caminhão, o deslocamento de vários veículos para a realização de um só veículo não se faz mais necessário, resultando na redução de poluentes e possíveis transtornos no tráfego das cidades. Desde maio, a MS Pantanal já distribuiu 14 modelos da retro saneamento em cidades como Três Lagoas, Dourados, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí, Aquidauana, Sidrolândia, Chapadão do Sul e Jardim.
Além disso, foram 24 mini hidro jatos, usados na desobstrução da rede de esgoto e 4 caminhões hidro jato, utilizados para o mesmo fim. Em Corumbá, a MS Pantanal disponibilizou uma retroescavadeira com rompedor, dadas as peculiaridades do solo da região, localizada no Maciço do Urucum. O solo da região é conhecido por seus depósitos de minérios que o tornam mais difícil de ser rompido.
Modernização. O sistema de monitoramento da rede coletora de esgoto também foi modernizado com a chegada da PPP, com a instalação de novas centrais digitais, que vieram substituir discadoras analógicas antigas e permitirão a coleta de dados operacionais mais detalhados nas estações elevatórias e de tratamento do esgoto (ETEs) do estado.
No novo sistema, o quadro de comando de cada unidade envia dados sobre o funcionamento dos equipamentos da planta para um sistema informatizado.
A iniciativa incorpora inteligência de dados e tecnologia à gestão, permitindo a coleta e cruzamento de informações importantes e úteis para o desenvolvimento de estratégias de atuação e investimento.
Na prática, isso significa que o funcionamento de 192 estações elevatórias de esgoto (EEEs) está sendo monitorado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da empresa, em Campo Grande, em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias.
A AMSP ainda instalou geradores de energia em estações elevatórias de esgoto (EEEs) de Três Lagoas, que darão apoio ao funcionamento em caso de queda de energia. A instalação desses equipamentos deve trazer mais segurança e eficiência às operações, uma vez que quedas prolongadas de energia podem resultar no extravasamento de esgoto.
Infra Inteligente. Antes de assumir as operações de afastamento, coleta e tratamento de esgoto, em maio, a AMSP conduziu o programa Infra Inteligente, da Aegea – maior empresa privado de saneamento do país -, num período de três meses para mapear todos os ativos repassados pela Sanesul.
No período, foram percorridas cerca de 68 estações de tratamento de esgoto (ETEs) e 200 EEEs. Para isso, a empresa lançou mão de equipamentos de última geração, como drones capazes de reproduzir modelos tridimensionais das plantas.
Reconhecido internacionalmente, o Infra Inteligente foi destaque no Fórum do Saneamento realizado na Bolsa de Valores de São Paulo, em julho. À época, o diretor-sênior de projetos da Aegea, Wagner Carvalho – um dos palestrantes do evento – explicou que o mapeamento inteligente da estrutura de esgotamento sanitário do MS possibilita monitorar a saúde dos ativos “como se fosse um exame médico”.
De acordo com o diretor, o Infra Inteligente viabiliza a gestão intensiva dessa estrutura. “Com isso, é possível traçar estratégias mais assertivas de investimento e manutenção do patrimônio”, disse.
Postado por paintbox em 19/ago/2021 -
O diretor-presidente da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul), Walter Carneiro Jr., entregou, nesta semana, R$ 4,2 milhões em obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município de Antônio João, na fronteira com o Paraguai.
Em ato público na presença do prefeito Marcelo da Silva Oliveira, vereadores e secretários, foram entregues 23,9 quilômetros de rede coletora de esgoto e 1.043 ligações domiciliares ao sistema, além de uma estação elevatória e obras complementares. Os investimentos fazem parte da primeira etapa do programa “Avançar Cidades” (Caixa Econômica Federal).
Na ocasião, Carneiro Jr. Recebeu homenagem da Câmara de Vereadores, que aprovou uma “Moção de Congratulações” pelos relevantes serviços e empenho dedicado à população do município.
A estrutura será operada pela Ambiental MS Pantanal (AMSP) – empresa de saneamento que nasceu da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea, na esteira da sanção do Marco do Saneamento, em 2020. Desde maio, com o início da operação plena da AMSP, equipes e veículos da PPP já podem ser vistos em todos os 68 municípios sul-mato-grossenses em que a Sanesul já atua.
“É uma imensa alegria fazer parte dessa conquista e desse projeto tão importante que é levar mais saúde até a porta de cada família, pois é isso que eu vejo a felicidade no olhar das pessoas quando vamos ligar sua residência à rede de esgoto”, disse Lucas Weber de Lima, supervisor da MS Pantanal em Antônio João. “Cada obra entregue é um passo a mais para universalização do esgotamento sanitário em nosso estado”, concluiu.
A PPP do MS tornou-se referência nacional ao se antecipar à legislação e tem a meta ambiciosa de universalizar o saneamento básico no estado dentro dos próximos dez anos. Com isso, o MS se posicionará como o primeiro estado brasileiro a garantir acesso ao saneamento básico a toda a população. Para isso, estima-se um investimento de R$ 1 bilhão em obras por parte da MS Pantanal.
Postado por paintbox em 18/ago/2021 -
Nesta quarta-feira (18), a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Aporé, em Chapadão do Sul, recebeu a visita de representantes do Rotary Club para o plantio simbólico de ipês roxos no bosque da unidade operada pela Ambiental MS Pantanal (AMSP), companhia criada através da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea.
A ação acontece desde 2017 em Chapadão e foi idealizada com o intuito de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e do plantio de espécies nativas do cerrado – bioma ameaçado por queimadas e pela prática da monocultura. No local, já foram plantadas mais de 120 mudas nesta parceria.
A ETE Aporé é o local onde é tratado todo o esgoto doméstico do município localizado na região Nordeste do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes o presidente regional do Rotary, Luiz de Albuquerque Ferreira; o coordenador da regional de Três Lagoas da AMSP, Célio Damásio; o presidente do Rotary de Chapadão, José de Oliveira; e o supervisor da Sanesul Bruno Batista Borges. Também participaram os rotarianos Sebastião Nunes, José Adelmo e Marcelo Bexiga, além do colaborador da MS Pantanal, Francisco Júnior.
Criado em Chicago (EUA) há 116 anos, o Rotary é a mais antiga organização internacional de clubes de serviço, presente em cerca de 200 países. A organização conta com mais de 1,2 milhão de membros e surgiu com o propósito de unir líderes a fim de oferecer serviço humanitário em prol da paz e do bem-estar mundial, ajudando a desenvolver de projetos em áreas como saúde e educação.
Postado por paintbox em 11/ago/2021 -
Em comemoração ao Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado nesta segunda-feira (9), a Ambiental MS Pantanal – empresa de saneamento criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – entregou centenas de mudas de espécies típicas do Pantanal e do Cerrado à Organização Caianas, em Miranda-MS, para a revitalização de nascentes da região da Bacia do Paraguai.
O plantio de parte das mudas aconteceu no último sábado (7) na Aldeia Babaçu, terra indígena de Cachoeirinha, onde as atividades agrícolas do povo Terena que ali habita foram duramente afetadas pelas queimadas recordes no Pantanal no ano passado. Os incêndios resultaram em chuvas ácidas e de fuligem, que prejudicaram a colheita de frutas e verduras que seriam destinadas ao sustendo das famílias.
Outra parte das mudas, que inclui espécies frutíferas, será distribuída entre aldeões da Terra Indígena de Cachoeirinha, onde habitam cerca de 6 mil pessoas da etnia terena.

“O plantio dessas espécies é muito importante para nós, porque as queimadas do ano passado afetaram bastante nossa colheita”, conta Seu Sebastião, morador da aldeia Babaçu. “Com as chuvas ácidas, as mexericas e melancias que plantamos para nosso sustento ficaram queimadas, e as verduras também… perdemos muito”, lamenta.
Sebastião explicou ainda que o plantio de mudas também deve beneficiar a fauna local, uma vez que a devastação ocasionada pelas queimadas tirou o sustento de muitos animais do Pantanal que ali habitam.

Foram entregues pela MS Pantanal mudas de cerca de 20 espécies como jacarandá, cagaita, ipê, pitanga, araribá, pacuparí, xaixarú, fruta do conde, entre outras. A ação foi realizada em parceria com a ONG Comitiva Esperança, de Campo Grande.
Proteção das Nascentes. Na cultura Terena, acredita-se que as nascentes dos rios são protegidas por uma figura sagrada chamada Voropí, descrita como uma serpente multicolorida.
Anciões e moradores locais contam que o Voropí já foi avistado algumas vezes pelos Terenas antes das atividades de monocultura afetarem o sistema hídrico da região e espantá-lo dali.
De acordo com o coordenador da Organização Caianas, Leosmar Antonio, morador da aldeia, quando o equilíbrio do sistema hídrico é afetado pela ação predatória dos homens, acredita-se que o Voropí abandona o local em busca de regiões com melhores condições e matas preservadas.
Desde 2005, a Organização Caianas luta pela revitalização das áreas de nascentes, com o objetivo de recuperar áreas verdes depredadas pela ação humana.
Dia Internacional dos Povos Indígenas. Celebrada no dia 9 de agosto, a data foi instituída pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1994, com o intuito de lembrar a humanidade sobre os séculos de exploração sofridos por povos indígenas de todo o planeta.
Um dos principais objetivos da declaração é garantir a autodeterminação dos povos indígenas, sem que sejam forçados a tomar qualquer atitude contra sua vontade, buscando livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural.
Pessoas de diferentes nações são incentivadas a participar da comemoração do dia para divulgar a mensagem da ONU sobre os povos indígenas.
Organização Caianas. Criada em 2005, a Organização Caianas nasceu em Miranda com a missão de resgatar e manter vivos os costumes e tradições do povo Terena, através de seminários, ações ambientais, projetos educativos, ampliação de áreas agroflorestais e mapeamento de árvores nativas no território indígena.
Durante a pandemia de Covid-19, a Organização Caianas também vem buscando fortalecer seus processos de produção de alimentos saudáveis e locais, para a garantia da soberania alimentar das famílias.
O nome Caianas é uma referência aos “Kayanás”, segmento da estrutura da organização tradicional Terena, composto por sábios e intelectuais do grupo. Kayá significa cérebro na língua Terena.
O nome da organização também é um acrônimo para Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza, Agroecologia e Sustentabilidade.