Postado por maria.espindola em 26/mar/2026 - Sem Comentários
Iniciativa que passa por municípios universalizados no MS agora conta também com orientações acerca do uso do fumacê
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Combate de Endemias (ACE) de Vicentina e Fátima do Sul deram início, na última terça-feira (24), ao processo de conscientização aos moradores de seus municípios sobre o uso correto da rede.
Os agentes foram às ruas com folders e levaram informações essenciais sobre o esgotamento sanitário em MS, logo após ao último treinamento realizado pela Ambiental MS Pantanal, também no dia 24 de março.
A iniciativa, que leva capacitação sobre o uso correto da rede aos agentes em Mato Grosso do Sul, é desenvolvida pela concessionária em parceria com a Sanesul e as prefeituras municipais.

A Agente de Controle de Endemias, Martha Gonçalves, relata que o conhecimento compartilhado durante o treinamento foi primordial para sua atuação em campo. “Ter essa informação completa para levar à população, conscientizando do que pertence à rede e o que pertence à drenagem é indispensável”, ressalta.
Jailson Novais, também Agente de Controle de Endemias, destaca que o uso consciente da rede de esgoto pela população é de grande importância para a qualidade de vida da cidade.
“Quando temos um tratamento de esgoto de qualidade e cuidamos desse sistema, isso se reflete diretamente na saúde da população”, conclui.
A ação, realizada em cidades em que o esgoto já é considerado universalizado, agora também leva informações e esclarece dúvidas sobre o uso do fumacê para que os agentes de saúde e de combate de endemias possam orientar a população nos locais em que a técnica será aplicada nas próximas semanas.
Segundo o Gerente de Operações Ambiental MS Pantanal, Pedro Ortolano, o treinamento faz parte das ações da concessionária rumo à universalização do saneamento, à melhoria da qualidade de vida da população e à preservação do meio ambiente no Estado.
Pedro explica que o foco nos agentes é essencial, já que atuam como multiplicadores de informação para a população, e que a próxima etapa, após os treinamentos, é a aplicação do fumacê.

“O fumacê é uma técnica usada para identificar ligações irregulares na rede de esgoto. Ele não é toxico e é utilizado para detectar pontos em que a água da chuva está sendo lançada no esgoto”, explica.
A ferramenta é utilizada para evitar casos de extravasamento de forma rápida e segura, identificando problemas sem causar transtornos à rotina da população, evitando a necessidade de quebrar calçadas ou paredes.
Pedro ressalta que a população não precisa se preocupar com a aplicação. “A fumaça utilizada não faz mal à saúde e desaparece rapidamente. Durante a ação pode aparecer fumaça saindo de ralos, calhas ou telhados, mas isso tudo é normal e esperado”, informa.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 18/mar/2026 - Sem Comentários
Após treinamentos em Santa Rita do Pardo e Brasilândia, iniciativa chega a mais um município universalizado em MS
Na última terça-feira (17), a Ambiental MS Pantanal realizou, em Batayporã, mais uma etapa do ciclo de treinamentos voltado à orientação sobre o uso correto da rede coletora de esgoto. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Sanesul e a Prefeitura Municipal e tem como público os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes Comunitários de Endemias (ACE) de Mato Grosso do Sul.
A capacitação contou com palestras de sensibilização sobre a utilização adequada da rede de esgoto, distribuição de materiais informativos e orientações sobre a futura ação de fumacê no município.
Segundo o diretor-executivo da Ambiental MS Pantanal, Clayton Bezerra, Batayporã já conta com a universalização dos serviços de água e esgoto, e o foco, neste momento, é ampliar o acesso da população à informação de qualidade.

“Começamos com atividades de conscientização junto a esses agentes, que são multiplicadores de conhecimento, e, em seguida, avançaremos com o trabalho do fumacê”, destacou.
De acordo com o diretor, a ação será a próxima etapa no município e já foi apresentada durante a capacitação. “O fumacê consiste na aplicação de fumaça na rede coletora, o que permite identificar ligações irregulares ou clandestinas que comprometem o funcionamento do sistema”, explicou.
O secretário municipal de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (Sodeta), Renan Bom Ribeiro, ressaltou a importância da iniciativa integrada.
“A capacitação foi fundamental para esclarecer como será realizada a ação do fumacê, que acontecerá em parceria com a Ambiental MS Pantanal e as Secretarias de Saúde, de Meio Ambiente e de Obras de Batayporã”, pontuou.
A secretária municipal de Saúde, Letícia Sanches, também destacou o papel dos agentes na disseminação das informações.
“Ao sensibilizarmos esses profissionais, ampliamos o acesso à informação de qualidade e, consequentemente, promovemos mais saúde e qualidade de vida para a população”, afirmou.
Para a agente comunitária de saúde, Angélica dos Santos Silva, a capacitação contribuiu para esclarecer dúvidas e fortalecer a atuação dos profissionais. Segundo ela, o conteúdo apresentado reforça a importância do trabalho dos agentes na prevenção de doenças e na orientação correta aos moradores.
A iniciativa integra o programa de capacitação ambiental desenvolvido pela Ambiental MS Pantanal em parceria com a Sanesul e tem previsão de percorrer mais municípios do Estado até o final de 2026. A expectativa é levar orientações sobre o uso correto da rede coletora aos 68 municípios atendidos pela concessionária em MS.
O que pode e o que não pode ir para a rede de esgoto?
Na rede de esgoto devem ser descartadas apenas as águas de uso doméstico, como a do banho, da descarga, das pias e lavatórios, dos ralos de banheiro e cozinha, além da água de máquinas de lavar louças e roupas. Por outro lado, itens como água da chuva, fraldas, medicamentos, papéis, panos, plásticos, restos de comida, pó de café, cascas de frutas, óleo de cozinha e materiais corrosivos não devem ser jogados na rede, pois podem causar entupimentos e comprometer o funcionamento do sistema.


Sobre a Ambiental MS Pantanal
A Ambiental MS Pantanal integra a Aegea Saneamento, grupo presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. No interior de Mato Grosso do Sul, a empresa opera os serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio de Parceria Público-Privada (PPP) firmada com o Governo do Estado e a Sanesul.
Na Capital, Campo Grande, a Águas Guariroba atua sob concessão plena, com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por maria.espindola em 16/mar/2026 - Sem Comentários
Ambiental MS Pantanal alerta para riscos de sobrecarga causados por descarte inadequado e ligações irregulares
O período de verão, marcado por chuvas intensas e maior consumo de água, exige atenção redobrada da população com o uso correto da rede de esgoto. Em Mato Grosso do Sul, a Ambiental MS Pantanal alerta que práticas como descarte inadequado de resíduos, lançamento de água de piscina na rede coletora e conexões irregulares de águas pluviais podem provocar sobrecarga no sistema e gerar extravasamentos, refluxos e outros transtornos.
“O sistema de esgoto foi dimensionado para receber apenas esgoto doméstico. Quando há entrada indevida de água da chuva ou grandes descargas, a capacidade da rede pode ser comprometida”, afirma o coordenador de serviços da concessionária, Rubens Calixto.

A empresa trata atualmente cerca de 33,6 milhões de m³ de esgoto por ano e mantém rotina permanente de manutenção preventiva em todo o Estado. Apenas em janeiro e fevereiro de 2026, foram realizados 948 serviços preventivos, com foco na preservação da eficiência operacional da rede.
Além das ações técnicas, a concessionária reforça que a participação da população é decisiva para o bom funcionamento do sistema. O descarte incorreto de materiais sólidos e o uso inadequado da rede estão entre as principais causas de obstruções e ocorrências operacionais.
A orientação é simples: a rede de esgoto deve receber apenas esgoto doméstico. Águas pluviais devem ser destinadas à drenagem urbana, enquanto resíduos como gordura, areia, lenços e produtos químicos devem ter destinação apropriada.
Uso correto da rede de esgoto no verão
Para evitar sobrecargas na rede e transtornos à população, algumas atitudes simples fazem diferença no dia a dia:
• Esvazie piscinas de forma gradual e, sempre que possível, prefira o tratamento ao esvaziamento completo;
• Não conecte a rede pluvial diretamente à rede esgoto;
• Evite jogar resíduos sólidos no ralo;
• Atenção ao descarte de areia e resíduos de limpeza;
• Prefira o uso consciente da água.
O que NÃO jogar na rede de esgoto
Alguns resíduos podem causar entupimentos, mau funcionamento da rede e até extravasamentos. Veja o que nunca deve ser descartado em ralos ou vasos sanitários:
• Óleo e gordura de cozinha;
• Lenços umedecidos;
• Absorventes e fraldas;
• Cotonetes e fios dentais;
• Bitucas de cigarro;
• Restos de comida;
• Areia de filtro de piscina;
• Terra e restos de obra;
• Produtos químicos ou solventes.
Postado por maria.espindola em 08/jan/2026 - Sem Comentários
Resíduos sólidos descartados incorretamente e ligações indevidas são as principais causas dos entupimentos
O mês de janeiro é conhecido popularmente por seus períodos de chuvas intensas, se caracterizando geralmente como o mês com maiores precipitações no estado de Mato Grosso do Sul. Com a época de temporais ainda longe de se encerrar, a população dos municípios deve se atentar para as iniciativas que podem desempenhar em prol do uso correto da rede de esgoto em seus municípios.
Os entupimentos e extravasamentos são situações que podem ocorrer ocasionalmente, porém durante as fortes chuvas o sistema pode se sobrecarregar e as ocorrências se intensificam. Esses problemas são, na maioria das vezes, derivados da presença de resíduos nas tubulações de esgoto e de ligações incorretas entre a drenagem pluvial e a rede coletora.

Somente no ano de 2025, a Ambiental MS Pantanal realizou 4.966 limpezas preventivas programadas por todo o estado, intervenções fundamentais para evitar esses incidentes. Ainda assim, a concessionária realizou no mesmo ano 12.756 atendimentos para desobstrução da rede de esgoto nos 68 municípios atendidos pela concessionária em Mato Grosso do Sul.
As principais ocorrências estão justamente ligadas a extravasamentos de esgoto em calçadas e ao entupimento de tubulações. A cidade com maior número de atendimentos é Três Lagoas com 2484, seguido por Dourados com 1943 e Ribas do Rio Pardo com 662 atendimentos para resolver obstruções na rede em 2025.
É importante enfatizar que esses incidentes estão em grande parte relacionados ao descarte de resíduos sólidos nas redes de esgoto domiciliar. “Não podem ir para o esgoto, óleo de cozinha, restos de comida, lixo, plástico, pano, cabelo, absorvente, fralda, cigarro, remédio, folhas varridas, produto químico, entre tantos outros”, pontua o coordenador de serviços da Ambiental MS Pantanal, Rubens Calixto. O coordenador ainda conta que nenhum desses detritos descartados pertencem ao esgoto e mesmo assim são encontrados com frequência na rede, onde causam os característicos entupimentos e obstruções.
Rubens Calixto explica que a rede de esgotamento sanitário traz qualidade de vida as pessoas de Mato Grosso do Sul, pois garante o destino adequado dos resíduos para o correto tratamento e evita a contaminação do solo e da água. “Por isso devemos nos atentar quanto ao uso correto da rede. É simples: nela devem ser descartados apenas líquidos que saem do vaso sanitário e a água usada das pias, chuveiros, tanques e máquinas de lavar”, conta Rubens.
Outro problema comum que é exposto nesse período são as ligações irregulares entre o sistema de drenagem pluvial e a rede de esgoto. A drenagem possui apenas o papel de drenar as águas das chuvas, levando-as até os rios e córregos, já a rede coletora de esgoto serve exclusivamente para coleta e posterior tratamento dos resíduos nas estações de tratamento de esgoto (ETE).
Ambos são sistemas separados, e quando a drenagem pluvial é ligada à rede de esgoto é muito provável que aconteça uma sobrecarga ainda maior no sistema. Com a rede coletora obstruída por lixos e operando acima de sua capacidade máxima de volume, é nesse momento que ocorrem os rompimentos nas tubulações, extravasamentos nas ruas e nos imóveis, entupimentos do esgoto sanitário e mau cheiro forte nos bairros.
Essas ocorrências que podem prejudicar a rotina dos moradores afetados, causam danos, poluem o meio ambiente e podem até transmitir doenças via a água contaminada. É necessário que a população siga a legislação vigente e preserve os sistemas de saneamento básico, realizando a destinação correta dos resíduos sanitários, limpando as caixas de gordura e descartando o óleo de cozinha e demais resíduos de forma adequada.
“O bom funcionamento da rede depende da responsabilidade de todos”, enfatiza Rubens. A concessionária reforça seu compromisso em contribuir e auxiliar no uso correto da rede coletora. Desde o início das operações em 2021, o volume anual de esgoto tratado no estado de Mato Grosso do Sul mais que dobrou, saltando de 13,9 bilhões de litros para 25 bilhões de litros até setembro de 2025.
Futuro do saneamento
A Ambiental MS Pantanal segue avançando na ampliação da infraestrutura de esgotamento sanitário em Mato Grosso do Sul, por meio de investimentos estruturantes voltados à universalização dos serviços, ao reforço da segurança operacional e à proteção ambiental. As ações refletem melhorias concretas nas condições sanitárias e na qualidade de vida da população dos municípios atendidos.
Para 2026, está prevista a expansão das obras em 39 municípios, com a implantação de aproximadamente 480,4 quilômetros de redes de esgoto e a realização de 36.339 novas ligações domiciliares. O plano de investimentos contempla ainda a construção de 54 estações elevatórias de esgoto e 93 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), consolidando um avanço significativo na capacidade de coleta e tratamento no estado.
A parceria estabelecida por meio da Parceria Público-Privada com a Sanesul tem possibilitado uma expansão consistente, planejada e contínua da infraestrutura de saneamento básico em Mato Grosso do Sul .
Referência no Saneamento
A Ambiental MS Pantanal faz parte da Aegea Saneamento, empresa que está presente em 892 cidades de 15 estados brasileiros, atuando de norte a sul do país. Os estados em que atua são: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo.
No interior de Mato Grosso do Sul, a Aegea está presente pelos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios, por meio da PPP (Parceria Público-Privada) com o Governo do Estado, a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal.
Na capital Campo Grande, a Águas Guariroba atua com concessão plena com o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto.
Postado por paintbox em 28/nov/2022 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – executou, em novembro, a extensão de 526 metros de rede de esgoto no bairro Marambaia, em Ponta Porã.
As obras acontecem na altura da rua Jabaquara, e atenderão futuros moradores de casas que serão construídas através do projeto Lote Urbanizado, da Prefeitura de Ponta Porã. Os trabalhos foram iniciados no começo do mês e devem ser concluídos no próximo dia 30.
Ao todo, cerca de 50 famílias serão beneficiadas na região, com a conexão das moradias à rede de coleta de esgoto do município.
A Ambiental MS Pantanal iniciou suas operações em maio do ano passado em Ponta Porã e outros 67 municípios em que a Sanesul atua. A PPP foi criada com o intuito de impulsionar os investimentos na coleta, afastamento e tratamento de esgoto para que o Mato Grosso do Sul atinja a universalização do Saneamento Básico até 2031.
Desde o início da operação, a MS Pantanal já conectou mais de 2,3 mil ponta-poraenses à rede de esgoto.
Postado por paintbox em 30/set/2022 -
A empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal concluiu, nesta quinta-feira (29) a ligação de mais 60 moradias do bairro Jardim Alvorada, em Três Lagoas, ao sistema de tratamento de esgoto do município.
As ligações vêm como antecipação a obras de pavimentação que devem ser conduzidas na região. Somadas às ligações conduzidas no bairro Vila Alegre, no mês passado, elas representam a inclusão de mais de 500 moradores aos sistema de esgotamento sanitário da cidade.
A MS Pantanal faz parte do Grupo Aegea e está à frente dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no Mato Grosso do Sul.
A empresa iniciou suas operações em maio do ano passado e, desde então, mais de 5 mil pessoas foram incluídas no sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas e outras 20 mil em outras regiões do Estado.
Postado por paintbox em 19/ago/2022 -
A empresa de saneamento Ambiental MS Pantanal está conduzindo a ligação de 160 moradias do bairro Vila Alegre, em Três Lagoas (MS), à rede coletora de esgoto. O município fica localizado a cerca de 340 quilômetros de Campo Grande.
Os trabalhos foram iniciados no começo do mês e cerca de 200 pessoas já foram conectadas ao sistema de esgotamento sanitário neste período.
Estima-se que, até o final de setembro, um total 500 moradores sejam incluídos nos serviços de tratamento de esgoto. O movimento é uma antecipação a futuras obras de pavimentação no bairro.
A MS Pantanal faz parte do Grupo Aegea e está à frente dos serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em 68 municípios no Mato Grosso do Sul e iniciou suas operações em maio do ano passado. Desde a chegada da empresa, mais de 5 mil pessoas foram incluídas no sistema de esgotamento sanitário de Três Lagoas.
Postado por paintbox em 16/ago/2022 -
Nesta terça-feira (16), colaboradores da MS Pantanal de Fátima do Sul receberam cerca de 25 alunos do 6º e 9º anos da Escola Estadual Vila Brasil, na estação de tratamento de esgoto do município.
A visita faz parte do programa Portas Abertas, que visa disseminar a importância dos serviços de saneamento para a população, permitindo que o público conheça de perto as atividades operacionais na ETE.
De acordo com a professora Ellen Soares, que acompanhou os alunos, a visita proporcionou “uma troca muito interessante” aos estudantes, que estão trabalhando misturas heterogêneas e homogêneas em aula.
“Já havíamos visitado a estação antes de a MS Pantanal assumir”, disse. “Mas, dessa vez, a visita foi muito mais proveitosa e organizada”, acrescentou a professora, elogiando a maneira didática em que o passeio foi conduzido, bem como a receptividade dos colaboradores.
A visita foi conduzida pelo supervisor Rubens Calixto. Ele disse que “a oportunidade de mostrar o bom trabalho da equipe e ainda ensinar os alunos sobre o processo de tratamento foi uma experiência gratificante”.
Postado por paintbox em 01/jul/2022 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – iniciou, na última semana, a implantação de mais de mil metros de rede coletora de esgoto em Ponta Porã.
Foram concluídos 225 metros da rede que vai conectar futuros moradores do Projeto Lote Urbanizado, da Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab), no bairro Primavera I.
Já na próxima semana, a MS Pantanal inicia a extensão de mais 262 metros de rede coletora, e vai ligar o colégio Pitágoras ao sistema de esgotamento sanitário da cidade. Ao final do mês, Ponta Porã, que já conta com uma cobertura de aproximadamente 92% de rede, será contemplada com uma extensão de mais de mil metros de tubulações de esgoto.
A Ambiental MS Pantanal iniciou suas operações em maio do ano passado com a missão de impulsionar investimentos para que o Mato Grosso do Sul seja o primeiro estado do país a atingir a universalização do saneamento básico. A expectativa é que essa meta seja alcançada ao final de 2031.
A PPP se antecipou ao Marco Legal do Saneamento – sancionado em 2020 – e deve investir cerca de R$ 1 bilhão em obras no MS. Com o início da chamada “operação plena”, em 2021, mais de 15 mil sul-mato-grossenses já foram conectados ao sistema de esgotamento sanitário.
Postado por paintbox em 14/fev/2022 -
A Ambiental MS Pantanal – empresa criada a partir da Parceria Público-Privada (PPP) entre a Sanesul e o Grupo Aegea – executou, nesta semana, a ligação de 39 moradias do bairro Paranapunga à rede de esgoto de Três Lagoas.
De acordo com a empresa, a execução dos serviços foi realizada em antecipação a obras de pavimentação que serão conduzidas no local.
A conclusão das ligações no bairro de Paranapunga vêm na esteira da execução de outras 37 ligações no bairro São João, no último mês. Ao todo, as obras devem beneficiar cerca de 250 moradores.
A MS Pantanal assumiu em maio do ano passado a operação plena de serviços de coleta, afastamento e tratamento de esgoto em Três Lagoas e em outros os 67 municípios em que a Sanesul já atua. A parceria pioneira se tornou viável após a sanção do Marco Legal do Saneamento, em 2020.
Desde maio, foram executadas mais de 735 ligações à rede de esgoto em Três Lagoas e mais de dois mil trabalhos de desobstrução da rede, para que o esgoto possa fluir sem o risco de extravasamentos até a estação de tratamento. Mais de 2 mil pessoas obtiveram acesso aos serviços de esgotamento sanitário desde a chegada da PPP.
Ao lado da Sanesul, a companhia tem a meta de universalizar os serviços de saneamento básico até 2031, antecipando-se à legislação. Com o cumprimento da meta, mais 1,7 milhão de sul-mato-grossenses terão acesso aos serviços, posicionando o MS como o primeiro estado do Brasil a realizar tal feito. Para isso, estima-se um investimento de cerca de R$ 1 bilhão em obras por parte da iniciativa privada.